terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Natal e Bacalhau! O Atlântico desagua no cerrado?

De volta à civilização e renovado para novos horizontes, venho contar a vocês, serelepes e panetonescos amigos o que fiz e o que comi no natal.

Estava eu em pleno dia 24 em minha humilde tapera, aguardando os momentos precedentes da tradicional ceia e imaginando o regabofe cujo qual mascaria mais tarde, quando um despretensioso "vamos?" solavancou minha vontade de inaugurar um natal entre amigos.

Convidei o bocejante Negróide (chamo meu irmão Daniel assim e sempre ouço um rosnar logo após) para dentro de 2 horas estarmos em Pirenópolis, onde celebraríamos o dia do nascimento de Cristo entre amigos da família Marcelino Alcanfôr.

Para meu espanto e júbilo, o (quase nunca) bem humorado fratelo já foi arrumando a mochila para o furtivo passeio.

Gente, e que passeio! Entre caminhos sorrateiros e encafifados por matas recônditas, nosso ciceroni Léo Alcanfôr nos aduziu às mais belas e ocultas cachoeiras da cidade.

O frio cortante da água que corria aos borbotões foi abrandado pelo calor da presença dileta de Negróide, Robson, Léo e Pierre, meus amazios companheiros da empreitada aventureira.

Á noite, fomos brindados pelos já propagandeados dotes culinários de Bianca e Luzia, duas maestrinas na arte da cocção, com acepipes dos mais diversos que abriram nossos voracíssimos apetites para a grande estrela da noite, o bacalhau premium ao molho de mini camarões!

Imaginem o Cod (nome do peixe que é feito o bacalhau) mais grosso e suculento que já nadou nas águas da Noruega, pois então, foi parar no Empório Piquiras e por sorte em nossos estômagos.

O prato é feito seguindo as tradicionais receitas de bacalhau em camadas, porém com o plus do molho de tomates pelatti e mini-camarões entremeando as lâminas de nosso amigo Gadus Morhua.

Essa delícia ártica saboreada na terra das geladas águas de Piri, fez-me sentir entre mergulhos gélidos no mar de Barents no Atlântico Norte.



segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Black Dog - Cachorro quente deliciosamente diferente

Olá pacientes leitores! Prometo (promessas de fim de ano tem validade?) que vou postar com maior frequência desde já.
Agora que estou mais aliviado por pedir desculpas vou contar esta deliciosa experiência que tive no sábado.
Depois de ajudar meu amigo Murilo como "bedel" e "homem da voz" no show do Oscar Filho (isso mesmo, o Pequeno Ponei do CQC), e de resolver pendências com minha filhota, fui encontrar amigos para um chopp no Da Vinci, um belo restaurante novo da capital, mas não vou falar nele hoje, e sim do Black Dog, o cachorro quente que comemos depois de virarmos alguns canecos.
Haviam meses que ensaiava em passar lá para conhecer este que prometia ser um dos sandubas mais bacanas da cidade.
A loja que fica no parque Vaca Brava, mais precisamente no Pátio do Lago, é uma franquia que nasceu de um jovem empresário roqueiro (o nome vem duma música do Black Sabath) que começou com uma carrocinha e hoje tem lojas espalhadas pelo Brasil todo. Massa né?
Minha pedida foi um Black Dog Mini com salsicha temperada (deliciosa) que vem recheado com purê de batata, cheddar, vinagrete, requeijão, batata palha, milho, curry e pimenta do reino, só que o grande detalhe que faz toda a diferença é que sobre o cachorro quente vem uma fatia de parmesão tostado e crocante que pode ser mordido junto com o sanduba ou destruido antes deste.
Geeeente, tô babando até agora. O negócio é bom demais. Melhor que cair de bicicleta mascando ploc monster.
O sandubex + o refri pequeno me custaram R$ 8,50 mangotes.
A alegria efêmera de comer esta delícia me custou uma breve caminhada de 1:30 h.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Chopp Time Street - Tábua de frios light e amizade soft

Conspícuos, nesta sexta-feira, mergulhado em dias paradisíacos , pude entre gente de alta estima conhecer as novas instalações do chopp time, aquela bela franquia made in Ribeirão Preto que nos faz refastelar os sentidos, inclusive os inebriando.
O lugar não poderia ter ficado mais bonito.
Localizado na rua: T-10 nº: 834 Qd.105 Lote: 12, o bar conta com um cardápio gigantesco (o que sempre me faz ficar muito perdido)e um chopp que é um negócio de doido.
Adorei cada momento naquele lugar, onde me deliciei com as novidades de meus amigos (o Beto adquiriu uma cobertura, parabéns) e com a companhia deliciosa e divertidíssima da Érica (primeiramente né?)da Bianca, do Pipi, Beto e Dani.
Pedimos uma tábua de frios light, com pepino japonês, ovos de codorna, tomate, palmito, azeitonas pretas e verdes, kani, cenoura, mussarela de búfala e mussarela comum.
Por incrível que pareça combinou direitinho com o chopp.
Como diz meu amigo cheff Munyr Abou, "uma harmonização perfeita" de sabores, amizades e carinho no coração.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

J.Pereira Biscoito Mineiro - Abraçadinho de frango

Debaixo de uma chuva colossal, fui comprar uma bateria de testes Neuropsicológicos no setor Bueno, e na volta, passando pela t-36 em frente ao Aquarios Center, decidi passar num lugar que há muito não comia (desde minha última participação na rádio Sara Brasil FM), o J.Pereira Biscoito Mineiro.
A lanchonete é uma das tantas da família, que mantém porém, a qualidade tradicional de suas quitandas.
Gosto muito das quitandas de lá, mas a minha favorita é um salgadinho chamado abraçadinho de frango. A iguaria, tem uma deliciosa massa que "abraça" uma deliciosa porção de frango desfiado e uma lasca imensa de queijo fresco. Uma delícia que fica ainda mais gostosa quando saboreada com o molho de cebola e pimenta cumari que sempre fica á mão no balcão.
Para acompanhar, a melhor pedida é um formidável suco de laranja.
O abraçadinho e o suco saem pela bagatela de R$ 4,20.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Yoshiko Hirugohan - O melhor Yakissoba orgânico do ocidente


Neste domingo pude juntamente com minha família (pai, mãe, irmão e filha) relembrar tempos idos e felizes, e o melhor, com amigos tão queridos quanto nossas lembranças.
Em frente ao antigo clube Itanhangá, (Di Roma, e tantos outros nomes que nem sei como chama hoje), mora em uma imensa casa, numa linda chácara, uma família que está presente em nossas vidas desde sempre, Yoshiko e Akira com seus filhos, Seiki (meu amigo Pokuzoi) e Kyomi.
Haviam semanas que ensaiávamos o encontro que enfim aconteceu, regado por lembranças de quando meu pai era químico industrial de uma mineradora canadense e Yoshiko secretária executiva dos chefões da empresa (ingleses e sul-africanos).
Muita coisa mudou de lá para cá, porém, algo que permanece intacto em nossas almas é o amor por estes amigos que sempre nos recebem com cuidado e mesura tais, que fazem com que o tempo e a distância sejam relativizados em instantes, pequenos lapsos nas pregas do universo (estou tão poético ultimamente).
Para nos trazer para seu continente cultural, a família fez num grande Wok um tradicional Yakissoba feito com verduras e legumes plantados e cuidados com esmero na grande horta familiar adubada com esterco galináceo também produzido no lugar pelas cacarejantes moradoras da granja do Akira (Jack Chan).
Depois de assistirmos vários vídeos engraçados mostrados pelo Seiki, e vermos as belas bijuterias de pano da Yoshiko, e a minuciosa arte de origami da Kyomi nos despedimos levando um pouco do mais saboroso e perfeito yakissoba degustado por este ocidental.