Mostrando postagens com marcador Comida Italiana. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comida Italiana. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Em Curitiba: Madalosso – é muito tudo!


Parece uma coisa surreal você chegar em restaurante com mais de 4000 lugares e ter que aguardar em fila de espera para entrar, mas isso foi justamente o que aconteceu comigo ao visitar o Restaurante Madalosso em Curitiba.

da esquerda pra direita os parceiros de empreitada: Lia, Izabela, Pedro e Denise

O Madalosso é um gigante incrustado no tradicional bairro gastronômico de Santa Felicidade com 7.671 metros quadrados de área e 4.645 lugares disponíveis para os frequentadores distribuídos em 9 grandes salões, este restaurante recebeu em 1.995 do Guiness Book o título de maior restaurante das Américas.

Vista de um dos salões do Restaurante
Depois de esperar por um tempo (e em se tratando de um restaurante com mais de 4000 lugares qualquer 5 minutos que se aguarda é algo impressionante, mas não entediante) na recepção do restaurante entre batidas e bagaceiras apreciando os murais de fotos das personalidades que passaram pela casa, finalmente entramos para um dos salões da casa.


O cardápio do restaurante é rodizio de massas, e quando se senta é que você se dá conta do tamanho da estrutura do restaurante. Nem um minuto (juro que não nem isso!) depois que sentamos os garçons já colocaram nossos pratos na mesa e imediatamente começaram a servir o rodízio, e quando se corre os olhos pelo salão consegue se ver o batalhão de garçons transitando entre as mesas.



Dos muitos pratos do cardápio dou um destaque especial para Gnocchi de Rúcula com Tomate Seco e para o Spaguetti Alho e Óleo que me cativaram sobremaneira. E para acompanhar as engordativas delicias italianas servidas pedimos uma cerveja que leva o nome da casa, uma boa pilsen que faz jus a qualidade da comida servida.


O Restaurante Madalosso esse ano faz 50 anos de história em Curitiba atraindo turistas de diversos locais do mundo, não só pela qualidade de sua comida mas também pela giscantesca estrutura física e operacional que impressiona. Tanto pela comida, como pela estrutura de um dos maiores restaurantes do mundo, vale a visita!

Minha participação na conta ficou em R$ 94,00 com rodízio e bebidas devidamente rateadas, e depois de comermos tanto, por pura falta de espaço, ninguém da mesa ousou a ariscar a olhar o cardápio de sobremesas.

E depois do maior das Américas, agora é hora de mirar no maior do mundo: Damascus Gate com 54 mil metros quadrados e 6.000 lugares (já pensou esses blogueiros tirando na Síria?! Por enquanto sonhar não paga imposto).


abs


terça-feira, 4 de setembro de 2012

Ad´oro Restaurante, as benesses da compra coletiva


Se tem uma coisa que incrementou o consumo foi a tal da compra coletiva, dias atrás minha amiga Carol, que está grávida, me manda uma mensagem falando do desejo de comer o rodízio de massas da Ad´oro que estava anunciado num desses sites de compra coletiva que existem por aí.

Com medo que o filho dela nascesse com cara de gnocchi vencido Denise e eu, por pura amizade, fomos encarrar esse desejo de nossa amiga prenhe (olha só como somos legais). Compramos a tal promoção, R$ 18 por boca faminta, e agendamos uma data para irmos.


O Ad´oro Restaurante fica naquela região mega badala do Setor Marista, chegamos por volta das 21h de uma terça, então não estava tão traumático encontrar vaga para o carro, e começamos os trabalhos da noite.

Eu adoro risoto, e nesse ponto a casa muito me agradou pela variedade e qualidade dos risotos servidos no rodízio. Não me arrisco nem a dizer qual foi o mais saboroso, porque seria uma enorme covardia, todos eram muito bons.

RISOTTO GOIANO - Arroz arbóreo, pequi, frango, linguiça suína, ervilha, azeitonas verdes, palmito, parmesão, vinho branco, pimenta e especiarias.

RISOTTO AMALFITANO - Arroz arbóreo, mexilhões, anéis de lula, camarões e ervas finas.

RISOTTO ANTONELA - Arroz arbóreo, funghi secchi, tiras de filé mignon e especiarias

RISOTTO BACALA - Arroz arbóreo, bacalhau em cubos, azeitonas pretas, parmesão e vinho branco.
As massas também era muito bem preparadas e condimentadas, provamos de um tudo: gnocchi, penne, spaguetti e o que mais o aparece na mesa.

PENNE LA ESPERANZA - Massa al dente com tiras de filé mignon, tomate fresco, cebola, azeite, manjericão e orégano.

PENNE AL SALMONE - Massa al dente, molho especial com creme de leite fresco, tiras de salmão e ervas finas.

GNOCCHI ALLA ADORO - Inhoque de batatas, manteiga, champignon, molho de tomates, gratinado com parmesão e mussarela.

Para fechar a noite um brinde a saúde do pequeno Matheus que logo dá as caras pelo mundo e um pedaço de pizza doce.

Pizza de chocolate

Pizza de banana com canela
Vale muito ir se deliciar no rodízio de massas do Ad´oro Restaurante, com ou sem promoção em sites de compra coletiva, mas claro que se tiver o bolso agradece...

um brinde ao Matheus! que ele venha com bastante saúde para ser custoso...

abs

terça-feira, 5 de junho de 2012

Festival Italiano de Nova Veneza, la nostra piccola Italia


A convite da ex-rainha do rodeo de Nova Veneza, Elainy, fomos domingão almoçar no último dia da 8º edição do Festival Italianoe Gastronômico da cidade. O Comelódromo acontece na Praça João Stival, embalados aos sons dos clássicos das músicas italianas.

apresentação cultural das crianças da cidade
O Festival tem a cada ano se torna um evento de referência da colônia italiana em Goiás, e em um estado tão carente de inciativas culturais um evento como este merece que todos os goianos prestigiem, reforçando ainda mais a festa e permitindo que ele caminhe para muitas outras edições; a programação do festival é bem rica, com direito a baile de máscara e show da banda Roba de Ciodi, diretamente da cidade irmã, Nova Veneza (SC). 

Aliás uma coisa muito legal que descobri de Nova Veneza (GO) é que na tentativa de preservar a cultura italiana todas as escolas da cidade tem no currículo o idioma natal dos fundadores da cidade, inciativa no 10!  

apresentação banda Roba de Ciodi, de Nova Veneza (SC)
Mas vamos falar daquilo que me fez deslocar 50 km, a comida! A estrutura do evento é como uma grande feira, dedicado exclusivamente as delícias da culinária italiana. Tem opções para todos os gostos: pizzas, peixes, massas, carnes, enfim era muita opção.

pastéis colorido para abrir o apetite
vista, ainda vazia, do Festival
Depois de bater uma perna pelo espaço do evento me decidi por um Buffet de massas que estava com uma cara muito boa. Optei por farfalle, conhecido também por macarrão gravatinha, e canelone de frango acompanhado de um lombinho de porco (R$ 18,00). Denise foi de lasanha ao molho bolonhesa (R$ 10,00). Uma delícia os pratos.

Lasanha pedida pela Denise
meu pedido, com queijo extra
Depois do bucho cheio ouvi de uma simpática mocinha palavras mágicas, “o senhor aceita sobremesa? Posso trazer lá da banca”. A segunda parte das palavras dela realmente me destruiu psicogastronomicamente.  Eu não podia recusar uma gentileza de uma mocinha tão educada né? Desce um Tiramissu (R$ 8,00).

pensa num Tiramissu delícia
Aí depois de tanta comida fomos andar, pra ver se fazia a digestão e espantava o sono. E num é que algum tempo depois descobrimos, escondida no meio da parte dedicada ao artesanato, uma barraquinha de Italiani gelato artigianale.

torta de limão com leite condessado
E como estava um calor infernal, nós não podíamos nos esquivar dessa penitência. E não sei se por causa do calor, mas o danado do sorvete estava divino. Eu escolhi sorvete de maracujá (R$ 2,50) e Denise foi de torta de sorvete de limão com leite condessado (R$ 3,50).

sorvete de maracujá
Agora sim, era só regressar ao sossego do lar e me esbaldar na cama. Depois de tanto esforço gastronômico era justo e merecido.



 abs

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Culinária de Guerrilha: “Macarrão ao que tem”


Na minha humilde opinião, que não vale essas coisas, existe alguns tipos específicos de cozinheiros: 

• os que sabem e tem as coisas em casa;
• os que sabem e não tem as coisas em casa, e não tem preguiça de ir providenciar;
• os que não sabem e se aventuram, e tem as coisas em casa;
• os que não sabem, não se aventuram, e preferem um prato tipo delivery;

Nesse feriadão eu resolvi criar uma nova categoria para me encaixar de forma mais confortável: os que não sabem, e se aventuram; mas que não tem as coisas em casa e morre de preguiça de providenciar.

Dentre o povo que “se aventura”, a prática mais comum é o que podemos chamar de culinária de guerrilha, ou seja, o camarada passa um scanner visual, e superficial, no que tem em casa e resolve o que vai comer. Ou seja: não se intimida frente aos desafios dos condimentos.

No meu caso específico no feriado, depois de efetuado scaneamento, saquei não tinha quase nada em casa, quase nada mesmo! Há algum tempo que por motivos de trabalho nem eu, e nem Denise, almoçamos em casa; no máximo preparamos um misto quente pela manhã antes da labuta diária. E convenhamos que misto quente não pode ser considerado almoço.


Estava eu sozinho em casa, curtinho uma merecida preguiça. Dona patroa tinha saído e avisado que comeria qualquer coisa pela rua. Pra eu comer teria que sair pra algum lugar ou me aventurar com as coisas que não tinha na cozinha. Resolvi, então, praticar a mais genuína culinária de guerrilha.

Na busca achei: uma cebola, um restinho de alho frito picado, uma sobra de pacote de macarrão, um restinho de queijo parmesão, sal e azeite. Fala sério! Ficou fácil demais da conta; macarrão alho e óleo na cabeça. Ainda teria o luxo de complementar o prato com um parmesão ralado.

Tenho quase certeza que macarrão alho e óleo é o mais besta e simples de se fazer no universo. Depois de cozido o macarrão, frita um pouco a cebola no azeite, junta o alho; mistura tudo e taca pra dentro. Sussa!

Fácil, rápido e muito eficiente.


Abs
@murilogarcez  

em tempo: fui perguntado pelo amigo Abílio Carracal se ficou bom, então...não sei se pela fome (eram cerca de 14h30 quando a preguiça me deixou ir pra cozinha) ou se ou to ficando bom mesmo (macarrão alho e óleo é fácil demais também), mas ficou uma delícia.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Cantina di Nápoli- Anápolis

Outro dia, em Anápolis, no horário de almoço, estava com um pouco mais de tempo livre e decidi comer alguma coisinha melhor, resolvi então experimentar uma cantina ali no Jundiaí, mais precisamente na avenida São Francisco, (onde fica a clínica que eu atendo) chamada Cantina di Nápoli.

O lugar, daqueles beeeeeeem antigos aparentava ser um bom restaurante no passado, mas agora, toalhas rotas, quadros desbotados com cenas de uma Itália em moda na época, umas velas com lágrimas ressecadas vertidas certamente em momentos sublimes de alegria, presenciando um jantar romântico ou uma festiva reunião familiar, denunciavam que os tempos áureos tinham virado página virada.

Decidi tomar assento na confortável cadeira de madeira frente a mesa próxima á porta de entrada. Senta-se então um enorme homem octagenário em um sofá bem próximo ao meu lugar escolhido, se apresenta como proprietário e me sugere um filé á parmegianna acompanhado de capelli di angelli ao sugo e uma taça de vinho da casa.

Sem saber o que dizer, disse que por mim tudo bem (buscava uma genuina experiência gastronômica), ele então grita, Renataaaa, Renataaa, me traga para este segnori o prato número 18, e traga uma taça de vino da casa, e não demora que ele vai trabalhare.

Neste momento vi que fosse qual fosse o preço já tinha ganhado minha manhã.

Conversamos horas á fio sobre o lugar, sobre sua cidade de origem, como veio para o interior do Brasil e o melhor....sobre o prato que segundo ele, tinha uma massa feita com o triplo de ovos que o normal e o molho que demorava dois dias na panela para perder a acidez. Descontando os exageros (que italianamente falando são aceitáveis) achei o prato absurdamente delicioso por meros R$ 16,00 com o vinho.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Mezzaluna - Penne al salmone e funghi

Tchau amice !!! Voltei a um de meus lugares favoritos depois alguns anos. O delicioso restaurante Mezzaluna, eleito anualmente pelo guia veja como o melhor restaurante de comida italiana de Goiânia.
Junto a companhias muitíssimo agradáveis (adorei), tive o privilégio de novamente retornar a casa de Marco Bertele, filho de italianos florentinos.
Entre Uma taça e outra de Pinot Grigio, belos sorrisos e formidável conversa, pude matar a saudade do Penne al salmone e funghi, que serve tranquilamente um casal.
O prato é supremo! E o melhor, sem oscilações. O sabor é o mesmo de quando comia lá há alguns anos.
Peça sem medo de errar ou decepcionar!

Local: O restaurante fica na Avenida Deputado Jamel Cecílio ,3221 Bairro: Jardim .Telefone: 3242-2162

Modo de preparar:

500 g de salmão;
50 g de funghi seco, picado ;
2 caixinhas de creme de leite;
1 xícara de café de vinho branco seco;
1/2 cebola ralada;
1 dente de alho;
6 colheres cheias de azeite de oliva primeira expremedura;
1 xícara de chá de salsinha picada;
500 g de penne grano duro;
sal a gosto;
1 colher de sopa de farinha de trigo;

Modo de Preparo

Coloque o funghi numa tigela com água morna e deixe de molho para amolecer por 30 minutos.
Coloque bastante água para ferver, com um pouco de sal
Enquanto isso: corte o salmão em cubos de 2 cm
Coloque para dourar o alho esmagado e a cebola no azeite
Refogue o salmão na cebola;
Acrescente o funghi;
Acrescente o sal e o vinho
Cozinhe por aproximadamente 5 minutos
Acrescente o creme de leite, a farinha de trigo e a salsinha
Deixe ferver por um pouco
Cozinhe o penne na água salgada por 12 minutos, caso deseje que a massa fique ao dente, que seria o mais indicado
Escorra sem lavar a massa
Acrescente o molho ao salmão e bom apetite

terça-feira, 31 de março de 2009

Tartar de Filé - Ristorante San Lorenzo


Seguindo meu roteiro pela capital nacional, posto aqui duas iguarias saboreadas com meu amigo (mecenas da minha arte de degustar, na ocasião) e empresário, Tiago Lopes ,no Ristorante San Lorenzo.
O local, um elegante restaurante de muito bom gosto, preserva peculiaridades familiares, a começar pela polpuda presença do proprietário, um maçulento e simpático conviva entre as mesas dos fregueses.
Inicialmente, meu guia pelos prazeres planaltinos solicitou ao garçom um prato que o fez arregalar os olhos, como quem ouve uma profanação de enrubescer as faces, o sectário Tartar de Filé, prato somente feito aos membros do clã dos Lorenzo, pois de tão trevoso não constava sequer no menu.
Sem pestanejar, crendo sermos membros daquela irmandade secreta, o diácono em 15 minutos nos regalou os olhos com aquele amontoado exotérico de carne crua, alcaparras, cebolas e algum tempero, que identifiquei como salsa, tudo isso emoldurado por lascas de pão branco.
Fiel que sou ao finíssimo paladar de meu conviva, dei uma suculenta mordida no acre pitéu.
Confesso a vocês que no momento em que mascava tal guisado, pensei honestamente se tratar de um rito de iniciação, daqueles em que um jovem Tupinambá prova sua coragem num rito de antropofagia. Não gostei muito do prato (não me diga!!!), mas acredito com sinceridade que se houvessem marinado por mais tempo, seria uma iguaria que teria muito apreço, inclusive indicando.
Mas nem tudo se perdeu...Naquela noite experimentei algo definitivamente fascinante, que elevou meu conceito do Ristorante San Lorenzo, o Pesce a Guarajuba, cujo olor me lembrou algo...bem...digamos....que está entre as coisas que mais aprecio. Mas esta delícia fica para a próxima postagem.
Segue a minha versão do Tartar de Filé.


Tartar de Filé:

Ingredientes
300g de filé;
100g de tomates maduros;
80g de pão;
100g de queijo fresco;
15g de azeitona sem caroço;
15g de pepino;
15g de alcaparras;
½ limão;
15ml de conhaque;
10ml de molho inglêsAzeite, sal e pimenta a gosto
Modo de preparo
1º Passo: Lave bem os tomates e pepinos. Leve os tomates ao fogo, numa panela com água fervendo para retirar a pele. Bata no liquidificador e reserve.
2º Passo: Corte o pão em pequenos pedaços, toste numa frigideira com um fio de azeite e reserve.
3º Passo: Pique as alcaparras, a azeitonas e pepinos, junto com seis folhas de rúcula. Depois de tudo picado, junte com a carne bem cortadinha, para ficar quase moída.
4º Passo: Amasse todos os ingredientes. Acrescente sal, pimenta e gotas de molho inglês. Por último adicione o suco de limão, conhaque e os pedaços de pão até homogeneizar a mistura.
5º Passo: Tempere o molho de tomate com sal e pimenta se preferir. Coloque no fundo de um prato ou travessa se preferir. Por cima coloque pequenos pedaços da mistura da carne feita em tamanho pequeno e no formato aredondado. Sempre uma camada de carne e uma de queijo cremoso.
6º Passo: Por fim, adicione tomates picados por cima e azeite. Sirva e aproveite