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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

13 restaurantes exóticos pelo mundo

É um mais belo que outro! Mas definitivamente minha escolha seria Bangkok.
fonte: http://bit.ly/1dhx0qe

abs
@murilogarcez

Perlan (The Pearl), Reykjavik, Islândia: Situado sobre vários tanques de armazenamento de água quente em uma colina com vista para a capital islandesa, O Pérola abriga um restaurante dentro de uma cúpula.

Ristorante da Pancrazio,Roma, Itália: Situado nas ruínas do antigo teatro de Pompeu, clientes podem desfrutar de cozinha romana antiga e nova. 

Berggasthaus Aescher-Wildkirchli, Alpes suíços. Acessível apenas por teleférico, restaurante fica 1.500 metros acima do nível do mar.

 UFO, Bratislava, Eslováquia: Esse restaurante só tem acesso por um elevador dentro de pilares de sustentação. 

The Rock Restaurant, Zanzibar, Tanzânia: Esse restaurante fica em uma rocha, na praia Michanwi Pingwe, Para chegar ao local, somente de barco. Uma vez lá, os clientes podem escolher seu prato entre uma vasta gama de opções de frutos do mar.

Sarnic, Istambul, Turquia. Escondido atrás de uma metade igreja, metade mesquita, o Sarnic foi construído no que era, originalmente, um cisterna romana para armazenamento de água. O prédio tem mais de mil anos de idade.

Maiden Tower, Istambul, Turquia: Localizado sobre uma pequena ilhota na costa de uma movimentada zona de Istambul, o Maiden Tower foi construído por um imperador bizantino em 1110 . Danificado e restaurado várias vezes nos séculos seguintes, o local agora abriga um restaurante com uma bela vista da cidade. Barcos fazem várias viagens para a torre todo dia.

Sounds of Silence, Ayers Rock Resort, Austrália. O Sounds of Silence recebe os clientes no coração do deserto australiano, com vista nítida da famosa rocha de nome Ayers Rock Resort. 

Ali Barbour Cave, Quênia: Situado a 30 quilômetros ao sul de Mobasa, em uma caverna de dezenas de milhares de anos de idade, o Ali Barbour Cave Restaurant está a uma profundidade de até 10 metros abaixo do nível do solo, mas aberto para o céu graças aos buracos naturais no teto da caverna.

CuliAir Luchtballon, Holanda: O CuliAir SkyDining leva seus clientes por várias partes da Holanda em um balão de ar especialmente equipado. A Chef Angélique Schmeink prepara o jantar usando o mesmo calor que mantém o balão flutuando. 

Sirocco Bangkok, Bangkok, Tailândia: O maior restaurante ao ar livre do mundo fica no 63º andar de um dos edifícios mais altos na Tailândia. Os clientes podem apreciar uma vista deslumbrante. 

Carn Brea Castelo, Cornualha, Reino Unido. Um castelo do século 14, em uma colina no condado Inglês, Carn Brea agora abriga um restaurante do Oriente Médio.

Ithaa Undersea Restaurant, Alif Dhaal Atoll, Maldivas: Primeiro restaurante subaquático do mundo fica a cinco metros abaixo da superfície, e pode ser acessado por uma escada em espiral. A estrutura de vidro dá aos clientes uma visão em primeira mão da vida marinha em torno deles.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

The Fifties – Hambúrguer Old School

cardápio style da casa
Dia de festa na família na capital federal. No final da ano passado estive em terras candangas para prestigiar a formatura em odontologia de meu sobrinho Caio, finda as solenidades protocolares fomos comemorar, no já pré-defino desde uma semana antes do evento, no The Fifties, uma sanduicheira inspirada no jeans e nas jaquetas de couro dos anos 50 (lembra do Grease? Então).

ambiente retro
Com um ambiente retro muito simpático, parece realmente que ao entrar você vai esbarrar com Sandy Olsson e Danny Zuko. Quando a família Buscapé arranjou um cantinho para se acomodar prontamente fomos atendidos por um garçom que parecia ter saído de um autêntico dinner americano.

Batata light
 Por sugestão do garçom escolhi um sanduíche da linha Pic Mundo, o hambúrguer carro chefe da casa o Pic Americano com 230g de picanha, molho especial, pedaços de cebola, fatias de picles, cobertos com cheddar, bacon e alface. Mas enquanto a cozinha se desdobrava para atender todos os pedidos da mesa, providenciamos uma porção light de batata frita com cheddar e bacon, e uma torre de onion.

bendita torre entre molhos fabulosos
 Quando o sanduíche chegou quase me fez passar um bocado de brilhantina no cabelo e sair apontando o chão e o teto ao som de Bee Gees de tamanha felicidade (na verdade acho que era fome mesmo), era realmente um belo exemplar que eu catalogava da família dos junk food.

no desespero do garçom atender a mesa, meu sanduíche acabou levando uma bocada de alguém (da família)
A conta da mesa, 09 seres humano fazendo gordice, ficou em torno de R$ 300,00  média de R$33,33 pra cada esfomeado que comia e bebia. E pra fechar o post duas notícias, uma ruim e uma boa. A ruim é que esse The Fifties fica no Park Shopping em Brasília, a boa que em breve a franquia abre suas portas na terra do pequi, no Shopping Flamboyant (nem tão boa notícia assim).


abs

Ps.: ainda sinto saudades do Kings Rock

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

O Rei do Baião e Esquina Mocotó- São Paulo é dos Nordestinos!

Pátio do Colégio - centro de São Paulo
Eu amo São Paulo! Adoro passear a pé pelas ruas centenárias da capital paulistana: Viaduto Santa Ifigênia, Mosteiro de São Bento, Pátio do Colégio, Estação da Luz, Pinacoteca do Estado, Bairro da Liberdade, Rua 25 de Março, Ladeira PortoGeral, Avenida Paulista, Mercado Municipal, Rua Augusta, Catedral da Sé, etc...
Andar por São Paulo é caminhar pela história do Brasil. 
De vez em quando tenho o privilégio de ir a cidade, mas sempre para algum compromisso. Ainda quero tirar férias por lá, ir só pra curtir de turista.


A gastronomia na Paulicéia Desvairada é um destaque a parte. A cidade é, com certeza, um dos melhores lugares do mundo para se comer. Por ser uma capital cosmopolita é possível se encontrar uma variedade absurda de tipos de comida; mas mesmo com toda essa variedade, uma força arretada nunca se abate diante dos concorrentes, a comida nordestina.



Em minha última passagem por São Paulo de passagem pelo belo Mercadão, não por coincidência, optamos por fugir do famoso sanduíche de mortadela e escolhemos o Restaurante O Rei do Baião. O prato pra duas pessoas serve tranquilamente umas quatro, se não tiverem com muita fome (o que definitivamente não era nosso caso). O baião de dois acompanhava queijo coalho, torresmo, costelinha e pernil, uma refeição digna de Lampião, Maria Bonita e o bando de cangaceiros mais temido que já existiu.
Para acompanhar a delícia e despistar o calor, um saboroso Chopp Brahma Black.
O almoço para duas pessoas ficou em R$ 75,00 (acho!).

Brahma Black em suas três fases distintas! ainda não achei esse chopp em Goiânia, se souberem me avisem.
Ainda na toada nordestina, meu primo fez o convite para conhecer um bar tradicional da zona norte chamado Mocotó, porém para nossa infelicidade, a fila de espera estava quase do tamanho dos enfadonhos engarrafamento paulistanos, e por esse nobre motivo fomos para o Esquina Mocotó, irmão mais novo da escolha inicial.


Esquina Mocotó, detalhe para a tela de Antônio Poteiro no restaurante (me senti em casa)
Segundo me contaram o Mocotó é uma ode aos sabores nordestinos, onde se vai para comer muito e bem. O Esquina Mocotó é uma criação do chef Rodrigo Oliveira, filho do criador da casa-máter, com um pé na tradição familiar e outro na inovação o chef criou pratos com a potência nordestina e a glamour da alta gastronomia.


Dadinhos de Tapioca
Para começar nossa noite pedimos uma esquenta goela, uma dose de Weber Haus, cachaça orgânica premiada produzida em Ivoti (RS) acompanhado de dadinhos de tapioca com molho picante. Entre boa prosa e risadas, depois da entrada escolhemos a leitura do chef do tradicional baião de dois, acompanhado de carne de sol, dessa vez acompanhado de uma cerveja Perigosa (IPA, 9,1% de graduação alcoólica).


Baião de Dois, acompanhado de Carne de Sol
Quando os pratos chegaram em nada lembrava o que comemos no Mercadão, a versão em questão usava feijão verde e tinha lascas de queijo coalho tostado por cima da sagrada mistura. A carne de sol  era acompanhado de molho de goiabada cascão e pimenta biquinho. Sensacional e ponto final! A combinação precisa dos sabores nos faz ter orgulho da versatilidade criativa dos brasileiros. Para fechar nossa noite voltamos ao esquenta goela, dessa vez em versão sorvete.

Couvert de Pães feitos na casa e azeite, servido aos clientes
Talvez meu breve relato não tenha feito jus ao Esquina Mocotó, aconselho aos nobres leitores que dê um google e veja o que essa combinação da tradição com a inovação tem causado na capital paulistana. E sim as fotos de lá foram buscada no infomar, meu digno celular não aguentou o batidão do dia em São Paulo e me deixou na mão nesse momento, perdão! A conta para quatro pessoas ficou em R$ 280,00 (novamente, acho!).

abs

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Paella Valenciana - Botequim Mercatto Flamboyant



Neste domingo, dia em que minha noiva fez uma proposta maluca de almoçar pastéis na feira da Vila Nova, decidi esquivar do convite e propor uma visita ao o Botequim Mercatto Flamboyant, situado na alameda gourmet do shopping.
O lugar, inspirado em botecos cariocas, é muito gostoso e aconchegante, por isso é super concorrido, tanto é que as pessoas aguardam mesas desocuparem do lado de fora da casa (mas sempre muito bem tratados pelo proprietário Marcelo, que serve até vinho como mimo).
Quando decidi ir ao referido local, foi pensando em um delicioso bolinho de feijoada que servem por lá (R$ 24,00 porção com 6 unidades), pois estava com uma vontade anormal de provar esta iguaria. Porém, como estávamos acompanhados de minha sogra e cunhada, deixamos que a nobre senhora escolhesse em respeito às tradições cronológicas.

Ao escolher o prato, a mãe de minha consorte me deu um susto que me fez tremer nas bases. Escolheu o prato mais caro e uma das especialidades da casa, a Paella Valenciana (R$ 158,00).
Enquanto sorvia um dos meus vinhos de entrada favoritos, Solar dos Lobos (R$ 50,00) eu, já tenso com a conta, decidi meter os pés pelas mãos e pedir o bolinho de feijoada para aguardarmos a formidável pedida principal.

Macio, cremoso e aveludado, este bolinho é soberbo. Me aqueceu o coração esperando o delicioso prato que viria. 
Quando veio....Que grata surpresa!!!
A mais linda e gostosa Paella que já comi em toda minha existência na terra, e olha que já comi outras deliciosas, inclusive feitas por minha família de Brasília, os Córdova, com coelho, frutos do mar e com receita tradicional de Múrcia (de onde veio minha avó).

Lulas, mariscos, camarões, lagostins ostras, vôngoles, polvo, peixe e tudo o que se faz uma paella absurdamente deliciosa.
O prato serve tranquilamente 6 pessoas de forma generosa, portanto, se pensarmos por este ponto de vista, não sai tãããão caro assim, e compensa cada centavo.
No final, minha linda sogrinha ficou ainda mais querida do que nunca patrocinando os pratos, ficando eu apenas com o ônus do vinho que paguei sorridente e pimpão.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Restaurante do Zé Muié- Bom Jesus- Comida para sujeito homem


Hospedado em Bom Jesus para ministrar palestras em uma indústria de álcool, este mancebo que vos tecla precisa relatar uma experiência sui generis da boa e velha gastronomia corajosa, uma de minhas favoritas, que deveria figurar suprema no guia Bolex (a marca de pneus mais barata), com quatro estrelas caso ele existisse.


Como era terça-feira e os restaurantes por aqui fecham exatamente na noite deste dia (má ôi?) fomos eu e a professora responsável pelo convite jantar no referido estabelecimento (R Um, 170, Centro, Bom Jesus, GO)  cujo nome Zé Muié é emprestado do antigo dono, pai dos atuais proprietários que era, digamos, um Don Juan.


Por parcos R$ 12,00 (doze reais) teríamos o régio direito de mandarmos e desmandarmos na cozinha (onde são apresentadas as refeições em fogão de lenha), comendo o que tivéssemos vontade e o quanto nossos estômagos pudessem suportar.

Comida tipicamente goiana. Pernil, bife chapeado na hora, frango caipira, torresmin, salada, couve refogadinha, angú, ovin fritin, e mais um bocado de iguarias nadando em banha de porco, como este velho desbravador adora.


Um sucesso!
Menos para a professora que passou a quarta-feira reinando no trono do apartamento.

Rogério

sexta-feira, 28 de junho de 2013

X (iquis) - foi estranho


Cada vez mais os restaurantes estão aderindo as vantagens da compra coletiva, até mesmo os considerados chiques. Tenho algumas teorias sobre o fenômeno:

  • Uma estratégia de conquista de novos mercados usando a grande base de dados dos sites de compra coletiva como instrumento;
  • Desespero! Se tão ruim pros chiques, meu amigo, imagina só pros pequenos.

Mas mesmo usando as benesses da compra coletiva eles não perdem a pose e praticam um preço “ligeiramente” maior que a maioria dos bares e restaurantes que comumente anunciam nesses sites. E mesmo assim o número de cupons vendidos é bem maior que os demais, seria os novos emergentes comprando seu status via compras coletiva? Vai saber né...

Ontem fomos desfrutar de um desses cupons, adquiro pelo bom e velho groupon, em um desses ditos “chiques”, que aqui vamos chamar de X (lê-se iquis – juto que tentei ao máximo compreender a pronuncia do google translate). Pra ser sincero nunca tive muita vontade de conhecer esse restaurante, sou butequeiro demais pra esse tipo de ambiente, mas achei que seria uma boa experiência.

Quando chegamos ao X (iquis) foi tudo como eu esperava que fosse ser, alguém nos abriu a porta, confirmou nossa reserva e nos encaminhou para nossa mesa. O restaurante é muito bonito, muito bem decorado, com uma boa música ambiente, enfim tudo parte do pacote pra quem busca se manter entre os tops de nossa cidade.

Mas quando chegamos a mesa veio o primeiro estranhamento; o garçom nos trouxe a carta de vinhos, o cardápio de bebidas e uma pequeno cardápio escrito “cardápio especial groupon”. Entendo que para participar das promoções de compra coletiva o restaurante tenha que determinar o prato a ser anunciado, mas nem ao menos nos trazer o cardápio original da casa para nos dar a chance de abrir mão da compra coletiva por algum prato que nos apetecesse, pagando, claro, o preço da casa eles nos deram. E isso foi estranho.

Talvez por essa estranheza inicial eu tenha me travado e não consegui relaxar pra curtir o momento, uma voz do mal (ou do bem sei lá) ficava na minha cabeça: não fale alto, não ria alto, tenha modos para chamar o garçom, etc., e isso foi torturante durante toda a noite. Gosto de sentar em um lugar, relaxar e curtir e confesso que não consegui isso lá.

A promoção dava direito a couvert (conhecido também como entrada), prato principal e sobremesa. Todos muito bem trabalhados visualmente reforçando o que se chama de “qualidade percebida”, e claro todos igualmente saborosos. Afinal se não fosse assim o X (iquis) dificilmente desfrutaria da posição de prestigio que tem.

Mas definitivamente o momento mais estranho da noite veio na hora da conta. Deveríamos acertar apenas as bebidas que consumimos na noite, mas para nosso grande espanto veio no cupom (escrito à caneta) um determinado valor que nos chamou a atenção. Ao perguntarmos ao solicito garçom a que se referia ele nos disse que se referia a uma porcentagem do prato que deveria que deveria ser pago (ou era de responsabilidade, não me lembro agora) ao site de compra coletiva.

Não sei que tipo de negociação que estes sites de compra coletiva fazem com os restaurantes, e tenho absoluta certeza que em nosso voucher do groupon não continha informação alguma que deveria pagar esse tipo de diferença; em outros lugares que fomos através da compra coletiva nunca teve esse tipo de diferença; mas o X (iquis) é fino, benhê, resolvemos pagar sem criar qualquer tipo de polêmica. Saímos dali com estranha sensação de que aquilo realmente foi estranho!


E me desculpe pela fata de imagens no post! Não consegui pensar em nada que transmitisse essa nossa estranheza.

abs
@murilogarcez