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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Du´Cheff Pizzaria, gordice express




Noite de sábado e a tropa reunida para prestigiar os brazucas casca grossa no UFC RIO 3, de repente alguma boa alma lembra que seria interessante providenciarmos alguma coisa para comer antes do início dos combates do card principal.

Escalou-se uma equipe destinada em ir em busca do alimento para a horda que se acotevelava em frente a TV, na hora da escolha quase rolou um combate, mas optamos pela maneira mais democrática: tiramos no palitinho.

Para facilitar as coisas paramos o carro em frente a DU´CHEFF Pizzaria, uma franquia que vem crescendo muito no centro oeste devido a rapidez na entrega do pedido.

O esquema é simples, não existem variações no tamanho da pizza, só grandes de oito pedaços; caso opte por comer no local, eles não levam o pedido na mesa e não fornecem prato ou talhares, e cobram pela embalagem e taxa de entrega.

Mas em compensação o custo da pizza deve ser o melhor do universo, variando de R$9,99 para as promocionais a R$19,99 para as premiun´s (dá uma olhada no cardápio AQUI). Caso queira combinar os sabores de categorias diferentes, vale o valor da pizza mais cara e em dias de semana cada pizza da direito a um refrigerante.

No balcão pedimos três pizzas e três refrigerantes e em menos de 15 minutos já regressávamos ao Sofá´s Arena a tempo de ver Demian Maia finalizar no primeiro round seu oponente com um mata leão sensacional.

O excelente custo benefício da Du´Cheff Pizzaria a torna uma opção para as reuniões com galera em que queremos dar mais atenção ao bate papo do que a preparação da comida.


abs

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Uma lição de como receber em casa


Olá meus queridos leitores, segue mais uma experiência gastronômica, dessa vez relatada por Luisa Dias sobre uma visita ao lar de Murilo e Denise.
Forte abraço.
Rogério Gonçalves


Uma lição de como receber em casa

Convite para estar na casa de amigos é sempre uma delícia. Melhor do que o bar da moda ou o restaurante do chef mais badalado é a casa de quem a gente gosta, onde se for necessário, a gente deixa os sapatos de lado e até se recosta no sofá. Então, quando recebemos um convite assim, eu e Rogério sempre sabemos que esta pode ser a melhor programação para uma noite de sábado. Mas como somos pais⁄padrastos de uma dupla dinâmica e, na maioria dos sábados, estamos com eles, nem sempre nos aventuramos a aceitar os convites sempre tão generosos com nossa prole. Uma dessas miniaturas de gente pode provocar uma coleção de estragos em uma noite só, no tapete da sala, na mesa posta, em qualquer lugar. Então, muitas vezes, deixamos para depois aquele jantar ou pedimos auxílio para os avós (porque os adultos precisam sair sozinhos às vezes!!!).
Só que dia desses, Rogério trouxe o convite de Murilo e Denise para que a gente jantasse com eles no sabadão. De cara, eu me lembrei da minha dupla e do fato que eles ainda são só uma dupla. Adverti meu par, que afirmou que o convite era para o quarteto. Antes de sair, porém, enfiei goela baixo dos pequenos fatias de blanquet peru e pitchula. Mães precavidas temem que os filhos famintos não gostem do cardápio e sempre alimentam a trupe de véspera. Eles engoliram e nós colocamos os pés na rua. Pela primeira vez, decidimos que iríamos de táxi que era para que ambos pudéssemos beber sem infringir nenhuma lei.
De táxi, lá chegamos os quatros, às 20 horas e poucos minutos com muitas recomendações de bom comportamento, um videogame na bolsa e o desejo que desse tudo certo. Ao abrir a porta, o casal já foi logo nos colocando à vontade, na mesa já posta. E eis que me surpreendo muito com as comidinhas escolhidas por eles para nos regalar. Entre patês e pãezinhos, azeitona, linguiça e salame, se destacavam o catchup, skiny e doritos... Sim, os filhotes vibraram e nós também! E, num passe de mágica, vi Denise se mostrar uma menina perfeita e rejuvenescer dez anos confessando gulodices. Além da delicadeza deles com os meninos, ainda me fez um agrado enorme ao incluir no cardápio uma deliciosa guacamole que casou perfeitamente com os salgadinhos infantis.
Foi com essa entrada que eu relaxei os ombros e me entreguei ao jantar. A essa altura, eu já estava na segunda taça de vinho alentejano Montado e feliz da vida por ter me entregue ao convite. Depois de tantas regalias, eu já estava mais que satisfeita, mas... o casal tinha outras ideias para a noite e logo veio uma salada com frutas (a minha preferida para dias de exageros gastronômicos).

Juntamente com o refrescante prato, veio uma saborosa salada de legumes e arroz branquinho!

Eis que depois de muito mistério, chega a estrela da noite, uma picanha com molho especial do amigo Murilo. Hum... 

Hora do melhor vinho da noite (para mim), o chileno Santa Carolina, que estava no ponto certo para combinar com o cardápio. 

Crianças na frente do videogame e secamos esta garrafa para provar o delicioso "Montado", seguido imediatamente pelo português Terras de Xisto, enquanto a prosa afiada falava sobre sonhos, passado, encontro e arte.

 A noite poderia novamente terminar ali, que seria perfeita, mas Denise ainda nos surpreendeu com uma torta de limão (a minha favorita pelo azedinho), lindamente montada e que só os rapazes comeram acompanhados do vinho Mateus, próprio para sobremesas. 

 E foi assim, que lá pelas tantas da madrugada, pedimos um táxi e fomos felizes de volta para casa, pensando o quanto é bom ser recebido por gente querida!


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

República da Saúde – Comida Natureba com muito sabor


Domingão desses, tava eu de bobeira em casa quando pisca no meu twitter “#saúde Domingo é dia de peixes especiais na República da Saúde”. Ou algo similar que não vou me esforçar pra lembrar agora.

Conheço a qualidade do que é servido na República da Saúde de outros carnavais. Sempre que podia eu ia (e pode acreditar que eu ia muito, nesse ponto sou folgado que dói) a casa do Chef Tonny Martins filar uma bóia esperta. Era no aniversário do Danilo, ou do Mateus, da Lívia, ou do Tio Tonny, da tia Virgínia, ou um dia qualquer depois da aula; enfim sempre que rolava eu tava por perto fazendo uma boquinha. Família de grandes amigos, pelos quais tenho grande admiração e respeito.

Depois do momento “rasgando seda” onde eu estava mesmo? Ah sim! O twitter despertava minha fome. Como eu sabia que meus Cunhadinhos (se cunhado fosse bom não começava com .... deixa pra lá) estavam viajando, e pensava que provavelmente minha sogra não tava muito afim de esquentar a barriga no fogão, liguei pra eles e convidei para conhecerem o restaurante. Como eles são do time que gostam das comidas naturais, a chance de eles aceitarem o convite era de uns 283,7%, com 0,0% de margem de erro para mais, ou para menos.

O República da Saúde é um empório e restaurante que abriu suas portas a poucos anos atrás (apesar de ser muito amigo deles, essas coisas de datas nunca funcionou comigo. Sou péssimo com isso) apostando no conceito de alimentação de qualidade e saudável. Todos os pratos são feitos com produtos integrais e orgânicos, usando azeite no lugar de óleo, e coisas do tipo. No empório tem uma grande variedade de produtos pra turma dos naturebas. Suplementos, medicamentos fitoterápicos, cookies, cervejas orgânicas, enfim de um tudo. O lugar virou um dos pontos de peregrinação pra essa galera.


Chegamos lá, e depois de devidamente acomodados fomos aos aparadores. No de salada é tanta cor que as vezes penso ser arriscado um ataque epilético.  É muita variedade; meus sogros ficaram até em dúvida por onde começar. Na parte de salada faço duas menções especiais: a primeira é paras as saladas que levam massas integrais e a segunda é o quibe de soja que eles servem lá. Caraca! Esse quibe é sensacional.

Para acompanhar as saladas tem os molhos feitos no próprio restaurante. Eu sempre vou de mostarda e mel, então não sei dizer quais os outros; mas eles existem.

E como o que me arrebatou para o local foram os peixes (e não a companhia dos meus “adorados” sogros, maldade!!), terminado o round das saladas, parti pro que interessa. No menu dos peixes tínhamos risoto de bacalhau e cação ao molho de manga. Apesar de ser declaradamente anti manga, fui experimentar a mistura. Fiquei com a sensação que se fosse maracujá o prato me agradaria mais. O risoto estava um pouco mais molhado do que estou acostumado, mas estava delicioso. Na verdade pratos com bacalhau e eu temos um tórrido caso de amor, é o meu calcanhar direito deAquiles.

Findo os peixes fui ciscar em outros temperos. Provei soja ao molho de damasco; maravilhoso o prato. Feito como se fosse a comida que liga e desliga (não resisti!). Hamburguilha (que é um hamburger pequenino) ao molho sugo, que estava muito bem temperado. E pra arrematar um franguinho grelhado com repeteco do molho mostarda e mel.

Ok! Pode falar. Eu comi que nem um condenado!!!!! Porém tudo light e saudável. E como diria o Jota Quest: “que bom se todo dia fosse sempre assim”.

Para molhar a goela: suco de cupuaçu (meu), abacaxi com hortelã (Denise), frutas vermelhas (sogra). Traz dois cafés (sogro e eu), fecha a conta e passa a régua!

Tonhão, de Riberão, e Mateuzin...os truta que comandam a República da Saúde (foto da internet)
Não saberia dizer se o preço que pagamos foi caro ou barato. Afinal quanto custa manter sua saúde em dia?

abs

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Dona Luisa e os Camarões adestrados de Natal

fotos do Celular!!! num vão julgando as pressas não...


Então. Dona Luisa, nubente do Rogerão, depois de postar um texto sobre as tapiocas maravilhosas que ela degustou na capital nacional da exportação do camarão (informação passada pela aguçada jornalista), Natal, nos convidou para partilhar uma receita que aprendeu nas terras do mar, com tema principal, o bendito crustáceo. Sorte a nossa.

Chegamos a casa de nossa anfitriã e encontramos uma trilha sonora bem eclética. Rolou de Marvin Gaye (segundo Rogerão o ícone absoluto do romântico brega) a Gang 90 depois passou a um Jazz firmeza da diva Diana Krall e coisas mais lights. Encontramos, também, uma mesa caprichosamente posta, com velas aromáticas e acepipes tentadores. Mimos de uma experiente anfitriã.

Para abrir nossa noite, vinho chileno chardonnay Santa Inês, queijos variados (não vou me arriscar a dizer quais eram os queijos, entendo de queijos o mesmo tanto que de vinhos) castanhas e mini salsichas. O toque de gênio das entradas foi uma geléia de damasco para acompanhar os queijos. A combinação estava tão sublime que quase que exagero na entrada e esqueço o nobre convidado natalense. Ah! Tinha também uma mostarda escura para acompanhar as mini salsichas, maravilhosa.

Como diria o sábio OdoricoParaguaçú: “vamos deixar de lado os entre tantos e partir para os finalmente”. Chegada a hora de botar a mão na massa, e nossos anfitriões foram finalizar o prato. Um arroz com creme de leite, manjericão e queijo, acompanhado de camarões empanados e batata palha.

Eu sou suspeito pra falar, pra mim manjericão é o melhor, e mais cheiroso, condimento do mundo. A combinação dele no arroz ficou mágica. Coloquei um extra de manjericão sobre o prato e comi horrores.

Os camarões empanados ficaram a cargo do blogueiro cuca, Rogerão, que dando um toque pessoal empanou os bichinhos com leite de coco. Mas acredito que o vinho e a fome afetaram o seu discernimento, e ele deixou os coitados passarem um pouco no ponto da fritura. Mas ainda assim tava uma delícia. Levemente adocicados, por conta do leite, contratava sabiamente com o arroz preparado por sua consorte.



E desce mais uma garrafa de chardonnay para beber. Ta ficando bom esse negócio de vinho quase toda semana.

Devidamente empanturrado, achando que só a cama entenderia meus problemas, eis que aparece a mesa um vinho de colheita tardia, Aurora. Vinhos de colheita tardia são também conhecidos como vinhos de sobremesa, são bem doces devido sua técnica de fabricação. E quem sou eu, nesse caso, pra desmerecer um vinho doce.

Depois dessa era só correr pro abraço da cama, esperando que nenhuma blitz me parasse pelo caminho (mentira! a Denise não tinha bebido), mas antes, tal qual um Chapolin Colorado me aparece um copinho de sorvete como quem diz: não contavam com minha astúcia!

O sorvete era sabor Romeu e Julieta, que por um desses preconceitos enraizados em nosso subconsciente nunca tinha experimentado. Quanta estupidez! E eles vinham enriquecidos de um fio e licor de jabuticaba.

Agora deu! Juro que pensei que se mais alguma delícia aparecesse a mesa eu desalojava o querido casal, e até a manhã do dia seguinte eu seria o dono da cama deles.



Nas despedidas algo me preocupava. A certeza que teríamos muito que nos esmerar para retribuir a altura tão carinhoso tratamento. 

abs

sábado, 9 de julho de 2011

Pretexto para tomar vinho


Estimulado pela matéria "Aula VIP de Vinho" da minha amada Revista VIP (edição: junho/2011), nessa sexta resolvi gastar um pouco dos vinhos que estavam aqui em casa.

Não entendo nada de vinhos. Absolutamente nada! mas sei que esse danado é um ótimo agrupador de pessoas, então sob o pretexto de colocar a conversa em dia, convidamos um casal de amigos aqui pra casa, e fomos beber.

Para começar a noite, nossas distintas companheiras, preparam uns belisquetes para abrir a roda de conversa e bebericarem vinhos frizantes, que são sua preferência.

Como já disse, não entendo nada de vinhos; mas em tempos de internet rápida e móvel acertar na harmonização não é lá uma tarefa das mais difíceis do mundo. Então corremos no São Google, o santo das questões pertinentes, e perguntamos: Oh São Google! com que pratos harmonizamos vinhos Cabernet Sauvignon e Merlot??

Achei o seguinte sobre vinhos Cabernet Sauvignon: O vinho com essa uva combina bem com pratos suculentos, com carnes gordurosas, assadas, cozidas ou grelhadas. Também combinam com pratos que tenham boa carga de alho e pimenta.

Opa! "Boa carga de alho e pimenta"? Tudo de bom!! Preparamos um Penne ao molho vermelho com cubos de carne e tomate seco, e obedecendo a sugestão de São Google mandamos ver na carga de pimenta calabresa e flocos de alho. A trilha sonora da noite ficou a cargo do álbum Pulse, um inacreditável show do Pink Floyd.

Não sei se era amizade demais ou o efeito do vinho juntamente com a música, mas os ilustres convivas aprovaram o tempero deste pseudo chef de cozinha. No final da noite foram um total de quatro garrafas, duas frizantes e duas Casillero Del Diablo, muitas rizadas e boa conversa (coisa que nenhum facebook, twitter ou orkut conseguem promover), além de uma extensão do efeito agrupador dessa bebida mágica! próxima semana teremos um Malbec Argentino acompanhando uma boa carne assada.

E só pra fechar o post, uma frase que achei bem interessante que foi pescada no meio das instruções de São Google na busca da harmonização perfeita (chupa D2!): lembrando que a melhor harmonização é aquela que lhe dá maior prazer e satisfação. 

Então relaxa! compre um bom vinho, chame os amigos e se divirta! a contar pela frase vale até Doritos!

abs

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Torta de creme de cebola - Maggi/Denise

Quem disse que reunião precisa ser penosa?
Houve um tempo em minha vida que 1/10 de meu tempo era gasto em reuniões chatissimas e intermináveis, regadas a bocejos, piscadelas assustadas e viagens fabulosas com cara de atenção.
Este conceito vem mudando semanalmente na casa de meu amigo e sócio em projetos Murilo.
A responsável por este conceito ser mudado tão radicalmente foi a "senhora" Denise, esposa do bom e velho truta.
Toda semana ela brinda nossas reuniões com coca-cola geladinha e acepipes dignos de estamparem a capa daqueles pacotinhos de tempero. Creme de palmito com tortillas, yakissoba e a deliciosa e gratinada torta de creme de cebola.
Como a mesma fez a torta num momento de transe de inspiração, não tenho como postar aqui os passos para esta delícia, mas marretei a receita da Maggi e coloquei as coisas com as quais ela incrementou.
Nestlé, demorou mandar um jabá pro blog ein?!?!


quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Feijoada completa Thiosti - Samba e confraternização



Neste sábado, sol à pino, 5 mesas juntas e uma enorme vontade de celebrar a vida, fizeram que reuníssemos em volta da querida amiga Deire Assis, aniversariante do dia, um enorme grupo de amigos no Thiosti, rua 1136 n. 97.
O lugar estava lotado. Gente bonita e heterogenia ocupava as mesas vizinhas, contemplada por famílias inteiras, até gente buscando paquera. A nossa, em sua maioria formada por jornalistas (a profissão da moça) de peso na capital, estava ávida por samba, feijoada e bons momentos.
Estiveram lá @deireassis, @luisacoms, @isabelczepak, @fpulcineli, @ carla_jornalist, @joaocamargoneto, @carlosEReche, @lettry, @paulaparreira, @pattydrumm, @veruskanarikawa e mais uma turma sem twitter.
Cada grupinho de 3 pediu uma feijoada completa (R$ 35,00), o que foi um engano, pois a mesma servia facilmente 4 pessoas com arroz, farofinha, torresmo, laranja, couve e a formidável feijoada.
Melhor custo-benefício impossível de haver.
Minhas únicas ressalvas são em relação ao atendimento, que não foi eficiente, e ao comportamento taxativo dos proprietários, quando a Isabel Czepak e a Deire resolveram sambar ao som do João Garoto (couvert R$ 6,00)e foram desencorajadas.
Não quero entrar em detalhes sobre o tamanho do refestelo, mas fiquei sabendo por terceiros que a conta foi paga com 4 dígitos.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Pizzaiolo - Tradicional como as velhas amizades

Domingo no retorno da igreja, resolvemos, eu e um povo muito querido, fazer um antigo e tradicional passeio que há muito não fazíamos, ir à Pizzaiolo.
Para quem nunca ouviu falar, esta é uma das mais antigas e tradicionais casas de pizza de Goiânia,localizada bem no comecinho da Mutirão, pertinho da 85.
O lugar, com decoração beeeeeem ultrapassada, não conta com ar condicionado nem ventilador de teto, o que na ocasião foi solucionado por um daqueles pequenininhos caseiros mesmo, colocado mais precisamente ao lado de minha cabeça.
A pizza, essa sim é digna de ser citada, é uma das maiores e mais cobertas que já comi na vida. No velho estilo tradicional de fazer pizza aqui em Goiânia, borda recheada e coisa e tal.
Nossa pedida também não poderia ser diferente, beeem ao gosto goiano, frango com catupiry.
Uma pizza, que estava deliciosa por sinal, serviu bem as 7 pessoas que estavam na mesa(esses sujeitos aí da foto e a Gaúcha, que tirou a foto). Se bem que quando eu e o belezoca estamos na mesa, a coisa fica desbalanceada (ó o tamanho das crianças).
Tudo estava tão divertido que nem sentimos o mormaço do lugar.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Castro´s Park Hotel - Restaurante Ipê - Nostalgia

Nesta quinta, tive uma gratíssima surpresa quando em meio ao meu expediente matutino de trabalho, recebi uma ligação que me fez pingue-ponguear num passado remoto e delicioso, onde a preocupação maior era tirar notas acima de 7,0 e saber se meus pais iam ou não para o sítio em Palmeiras, momento que eu ficava com o apartamento free.
No outro lado da linha era a Marcela Bernardi, paixãozinha juvenil que mora em Curitiba desde que passou no vestibular de Odonto.
Passando por Goiânia, estava hospedada com uma colega no Castro´s Park Hotel, de onde me ligou convidando para um almoço no restaurante Ipê.
Faziam uns 2 anos ou mais que não ia àquele belo restaurante (por razões óbvias), porém a espera valeu cada segundo. Aliás, faziam 10 anos que não via a Lela, e não preciso dizer se valeu ou não a pena revê-la (orkut só não dá né?).
A conversa foi tão gostosa e as lembranças tão coloridas que fiquei sem graça pela Isabela, que estava presente com a famosa cara de "oi gente, não sei do que estão falando, mas rio mesmo assim".
Entre viagens de brumas e sépia, fomos ao Buffet Executivo (com direito a entradas, pratos quentes e sobremesas).
Pela salgada quantia de R$ 45,00 mais 10% (culpa sua Djalma) pudemos comer o Robalo com molho de amoras e uma ou outra saladinhas leves.
O restaurante (um dos mais lindos e aconchegantes da capital) é extremamente acolhedor, e o atendimento, primoroso.
Mal vejo a hora de visitar Curitiba para ir ao Sheridan´s e tomar um wisky por conta (e promessa) da Lela.
Infelizmente não no St. Patrick´s Day daqui a 11 dias conforme o convite inicial.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

"Iscubidú - O X morte mais macabro e sovina do globo"

Não senhores, não escrevi errado, é esse mesmo o nome do recinto: Iscubidú.
A pocilga fica no Setor Pedro Ludovico, na avenida perimetral, aquela cheia de lojas de moto.
O desprazer de mastigar tão bizarro detrito ocorreu após uma aula experimental de Aikidô com meu amigo Shihan Victor Rotolo.
Estava eu saindo varado da maravilhosa aula (depois de ouvir que sou um verdadeiro ogro, que gentil!) quando vislumbrei aquela pavorosa caixa metálica reluzente escrita em letras garrafais, "Iscubidú".
Achei assaz jocozo o nome, então resolvi parar para verificar o desenho gatafunho, uma garatuja mal ajambrada do que me pareceu um cachorro marrom ensaiando um maroto sorriso.
Gargalhei sozinho e pedi o misterioso X-tudão, por valiosos R$ 4,50.
Duas corajosas (por abarcar tão inescrupuloso recheio) fatias de pão aprisionavam um naco de carne (equinamente vermelha) que parecia mascada e golfada pelo próprio iscubidú, um bacon mais cabeludo que minha panturrilha, um ovo frito à moda salmonela, duas fatias de tomate não lavado, uma folha de alface idem e uma salsicha (o do Scooby tem mais sorte) partida ao meio, a qual mais tarde saberia, recheada com algo arenoso não identificado.
Masquei aquilo no seco, só para identificar sabores.
Na primeira mordida consegui reconhecer sêbo, pelos de porco, vibrião colérico e coliforme.
Na segunda e nas demais somente o sabor doce do catchup cor-de-rosa e da mostarda aguada.
Por sorte, meus bacilos highlanders intestinais sobreviveram ilesos ao combate, não sofrendo eu sequelas de nenhuma ordem.
Este foi um de meus oponentes tombados cuja vitória mais encheu-me de júbilo heróico.
Recomendo aos ogros, suicidas e abutres.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Natal e Bacalhau! O Atlântico desagua no cerrado?

De volta à civilização e renovado para novos horizontes, venho contar a vocês, serelepes e panetonescos amigos o que fiz e o que comi no natal.

Estava eu em pleno dia 24 em minha humilde tapera, aguardando os momentos precedentes da tradicional ceia e imaginando o regabofe cujo qual mascaria mais tarde, quando um despretensioso "vamos?" solavancou minha vontade de inaugurar um natal entre amigos.

Convidei o bocejante Negróide (chamo meu irmão Daniel assim e sempre ouço um rosnar logo após) para dentro de 2 horas estarmos em Pirenópolis, onde celebraríamos o dia do nascimento de Cristo entre amigos da família Marcelino Alcanfôr.

Para meu espanto e júbilo, o (quase nunca) bem humorado fratelo já foi arrumando a mochila para o furtivo passeio.

Gente, e que passeio! Entre caminhos sorrateiros e encafifados por matas recônditas, nosso ciceroni Léo Alcanfôr nos aduziu às mais belas e ocultas cachoeiras da cidade.

O frio cortante da água que corria aos borbotões foi abrandado pelo calor da presença dileta de Negróide, Robson, Léo e Pierre, meus amazios companheiros da empreitada aventureira.

Á noite, fomos brindados pelos já propagandeados dotes culinários de Bianca e Luzia, duas maestrinas na arte da cocção, com acepipes dos mais diversos que abriram nossos voracíssimos apetites para a grande estrela da noite, o bacalhau premium ao molho de mini camarões!

Imaginem o Cod (nome do peixe que é feito o bacalhau) mais grosso e suculento que já nadou nas águas da Noruega, pois então, foi parar no Empório Piquiras e por sorte em nossos estômagos.

O prato é feito seguindo as tradicionais receitas de bacalhau em camadas, porém com o plus do molho de tomates pelatti e mini-camarões entremeando as lâminas de nosso amigo Gadus Morhua.

Essa delícia ártica saboreada na terra das geladas águas de Piri, fez-me sentir entre mergulhos gélidos no mar de Barents no Atlântico Norte.



quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Yoshiko Hirugohan - O melhor Yakissoba orgânico do ocidente


Neste domingo pude juntamente com minha família (pai, mãe, irmão e filha) relembrar tempos idos e felizes, e o melhor, com amigos tão queridos quanto nossas lembranças.
Em frente ao antigo clube Itanhangá, (Di Roma, e tantos outros nomes que nem sei como chama hoje), mora em uma imensa casa, numa linda chácara, uma família que está presente em nossas vidas desde sempre, Yoshiko e Akira com seus filhos, Seiki (meu amigo Pokuzoi) e Kyomi.
Haviam semanas que ensaiávamos o encontro que enfim aconteceu, regado por lembranças de quando meu pai era químico industrial de uma mineradora canadense e Yoshiko secretária executiva dos chefões da empresa (ingleses e sul-africanos).
Muita coisa mudou de lá para cá, porém, algo que permanece intacto em nossas almas é o amor por estes amigos que sempre nos recebem com cuidado e mesura tais, que fazem com que o tempo e a distância sejam relativizados em instantes, pequenos lapsos nas pregas do universo (estou tão poético ultimamente).
Para nos trazer para seu continente cultural, a família fez num grande Wok um tradicional Yakissoba feito com verduras e legumes plantados e cuidados com esmero na grande horta familiar adubada com esterco galináceo também produzido no lugar pelas cacarejantes moradoras da granja do Akira (Jack Chan).
Depois de assistirmos vários vídeos engraçados mostrados pelo Seiki, e vermos as belas bijuterias de pano da Yoshiko, e a minuciosa arte de origami da Kyomi nos despedimos levando um pouco do mais saboroso e perfeito yakissoba degustado por este ocidental.

domingo, 29 de novembro de 2009

Os lendários sabores de Danisbibs - Pizzas de pão folha

As rubras e violáceas mortalhas da noite encobriam os mourejos diúrnos, quando adentrei ao pavilhão destinado às sotérias na residência dos Boetcher.
Empunhando um frasco do mais soberbo vinho argentino, cheguei eu para o folguedo amásio que reuniu aliados de alta patente na deleitosa tarefa de existir.
A festarola contava com raros e homômeros membros de um clã de amigos, que voltando de excursões por costas brasileiras, desembainharam estórias cômicas e belas que rechearam de gargalhadas o bojo da solenidade, pincelando de fantasias litorâneas os pensamentos deste liberal profissional agrilhoado por concreto e piche sobre cerrado.
Como um menestrel apaixonado, senhor Luiz Roberto Cupertino nobre cicerone da noite, considerado por muitos, o tritão da harpa vocal, juntamente com os senhores Robespierre Marcelino Alcanfor, o epopéico mago das baquetas vivas e Pedro Saddi, o insano controlador de sonidos eletrônicos, puderam entre pitacos meus e de suas consortes Bianca Naves, a afiada alquimista das texturas e sabores e Daniela Acrux, a lépida amazona de alegrias benfazejas, escolher o setlist do grande show de volta da Violins aos palcos goianos que ocorrerá neste domingo no Goiânia Noise.
A prosa estava tão regozijante que somete aquietamos no silêncio da ventura quando as senhoras Cupertino e Alcanfor nos brindaram com suas deliciosas criações, as pizzas de pão-folha.
Manjericão, tomate seco, ovos, queijos dos mais diversos,embutidos dos mais sortidos, molhos e pestos coroaram as delgadas e crocantes massas que levaram o selo Danisbibs Forneria.
Este reles aprendiz de cozinheiro se rendeu às notáveis maestrinas latinas na arte da cocção.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Punheta da mãe do Pedro - Anápolis

Hoje, na hora do almoço recebi um convite inusitado de um novo amigo de Anápolis, o Pedro, descendente de portugueses, para assistir ao jogo do Brasil em sua casa e aproveitar o ensejo para comer uma saladinha de bacalhau que era a especialidade de sua mãe.
Cheguei na metade do primeiro tempo, meio constrangido por não conhecer direito o povo, mas cumprimentei a todos com minhas usuais cordialidades e mesuras.
Fui muito bem recebido e bem acolhido pelos filhos e netos de "purtuguêses" numa terra de árabes. Quando sentei no sofá, o Pedro falou: "vai uma punhetinha aí"? Corei.
Pensei com meus botões, "será que esse filho da puta é viado e me chamou aqui para me bolinar"? (foi mal Pedrão)
Sorri canarinhescamente e esquivei da proposta com o olhar arregalado e o sorriso a meia boca . O povo da sala caiu na gargalhada, daí fiquei mais sem graça ainda.
Foi aí que ele apontou para a mesinha de centro com uma linda salada de bacalhau com azeitonas pretas em pequenas torradas de bruschetas. Saquei que aquilo era a punheta.
Daí relaxei e entrei na punheta (até porquê entendi que aquele era o almoço) até o Brasil ganhar.
O prato de tão leve e saboroso me fez querer aprender para inserir na minha terrível e insossa dieta semanal.
Rolei de rir quando o senhor Geraldo, pai do Pedro me contou que estavamos comendo punheta de bacalhau sobre caralhotas (o pão português em fatias).
Antes de ir embora, ele disse que a mãe sabia outros pratos portugueses como arroz de pica no chão e a sopa de grelos.
Ai que vergonha....
Família européia é diferente né? Muderna que só.
Vai a receita aí:
Punheta de Bacalhau:
INGREDIENTES:
600g de Bacalhau Desfiado Dessalgado( ou 500g de Bacalhau Desfiado Salgado e Seco );
3 cebolas grandes bem picadas;
azeite extra-virgem;
pitada de pimenta;
pitada de noz moscada;
vinagre;
Salada de agrião;
150g de azeitonas verdes;

MODO DE PREPARAR:
( Se o bacalhau é salgado e seco, deve antes ser dessalgado) Deitar o bacalhau desfiado dessalgado (cru) em uma travessa. Com um pano limpo, envolver o bacalhau e fazer movimentos para a frente e para trás, para ficar bem desfiado.Picar bem as cebolas. Misturar com o bacalhau desfiado, com movimentos fortes dos punhos e colocar uma pitada de pimenta e de noz moscada. Regar com azeite extra-virgem português e umas gotas de vinagre. Servir frio acompanhado de salada de agrião e azeitonas.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Lula à Doré - Canto da Primavera (Rodriguinho´s House)

Estou de volta depois de um fim de semana delicioso ao lado de bons amigos e excelentes reuniões.

Ontem cheguei do Canto da Primavera, um evento anual que reune em Pirinópolis amantes de boa música e de gente interessante.

Fiquei hospedado na casa do Rodriguinho (que por sinal é perfeita) Secretário em Pirinópolis e amigo que ficou brother neste fim de semana (Abimarules), onde pude, na cozinha-ilha instalada juntamente à sala (isso mesmo, nada de paredes) fazer uma maravilhosa lula à doré.

Nunca tinha feito. Não sabia sequer como limpar a lula, mas agora, me tornei expert neste prato que sai super-baratinho e que impressiona um monte.

Vou postar esta receita que talvez vá se tornar um dos pratos do pub do Léo (não posso divulgar o nome, foi mal) que será construido com pedras e pau brasil (certificado) num dos lugares mais promissores de Piri.

A lula, irônicamente comida por petistas, ficou crocante e bem temperada e custou meros R$ 6,00 o kg. Pasmem.
Tirando o pneu do meu carro que furou na volta, o resto foi sensacional.

Lula à doré.

Ingredientes:

1/2 kg de lula média
1 limão
2 cabeças de alho
sal, pimenta a gosto
300g de farinha de trigo
1 litro de óleo

Modo de preparo:

Após a lula devidamente limpa; corte em aneis, tempere com caldode 1/2 limão, alho, sal e pimenta á gosto.(reserve)Em um recipiente , coloque o trigo temperado c/um pouco de sal.Coloque o óleo em uma panela baixa, aberta com 1 palito defósforo e uma rodela fina de limão no fogo p/aquecer até acendero fósforo.Passe os anéis de lula no trigo bem leve e coloque uma porção napanela. Não mexa até dourar. Após a retirada da porção de lula,coloque uma porção de alho p/fritar e coloque sobre a lula. É sóservir com molho de sua preferência.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Quenga da Kênia- Iporá

Acalmem-se meus amigos leitores de família, não tive nenhum surto psicótico ou algum acesso de Superlativismo Alter Egóico. Muito pelo contrário!
Neste fim de semana tive o prazer de experimentar a prima paulista da Chica Doida ( receita goiana feita de milho), a Quenga, um delicioso prato da região de Lourdes-SP, que todos os anos realiza um festival homenageando a criação.
Na fazenda Brilho d´agua em Iporá, bem recepcionado pelos maiores negociantes de gado da região (Elaine e Divino da CR compra e venda), em meio a deliciosas receitas que serão postadas aqui, tive o desfrute de saborear pratos dos mais diversos em meio a boa música, gargalhadas e uma companhia que me fez ver estrelas (é que ficamos contemplando as mesmas na beirada da piscina, não me desconjurem).
A receita, mesmo tendo sido feita pelas hábeis mãos da Elaine, foi passada por sua concunhada Kênia (há quem diga que seu esposo César é quem faz).
Sem mais delongas, segue a receita que só de lembrar me bate um arrependimento de não ter comido mais....

Receita:

1 frango inteiro ou coxa e sobrecoxa;
4 dentes de alho picadinho;
Sal, e tempero a gosto (muita pimenta malagueta);
Meia roda de queijo frescal mineiro;
12 espigas de milho cristal;

Modo de fazer:

Pique o frango em cubinhos, frite com manteiga primeiramente dois dentes de alho e acrescente o frango fritando até dourar, tomando o cuidado de não desfiar.
Corte 10 espigas de milho e bata-o no liquidificador com um pouco de água coando em peneira fina. Reserve os grãos de 2 espigas.
Após isso, acrescente o restante do alho ao frango, o sal e tempero a gosto (pimenta etc), o líquido do milho e o milho em grãos e continue mexendo sempre até cozinhar.
Acrescentar água aos poucos e deixar cozinhando, não pare de mexer para não grudar no fundo
Quando o caldo estiver grosso e com sabor de cozido acrescente o queijo frescal em cubos.
Fica melhor que pamonha frita!!!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Linguiça à Moda - Fogão Caipira


Nesta sexta-feira tive o regalo de encontrar um casal de amigos muito queridos (Renatho Melo e Alessandra) em seu segundo escritório, o restaurante Fogão Caipira na av. 83 Setor Sul.
O ambiente é um rústico clássico goianiense, que pouco mudou em sua forma desde que foi inaugurado.
Situado naquela que um dia foi a rua das pamonharias de nossa capital, o restaurante conta com comida legitimamente goiana feita de forma caseira, como manda nosso gosto pequizeiro.
Regados a muita Antártica Original geladíssima e uma prosa que sempre termina em promissores projetos, pedimos a famosa lingüiça caseira(sem trema, mas que o word não me deixa escrever da forma correta) à moda da casa.
O prato que é acompanhado com feijão tropeiro, arroz e salada de tomate, não é nada barato, R$ 40,00 mas serve facilmente quatro pessoas. Quanto ao sabor, confesso que esperava um pouco mais. Achei que exageraram na semente de coentro no tempero, conferindo ao prato um paladar carregado, o que pode não agradar a todos.
Todavia, de qualquer forma, fica a dica do local que tem um peixe na telha muito bom e uma pimentinha em conserva que é fogo puro.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Caranha assada ao molho matogrossense

Neste fim de semana tive o prazer de gozar (?) de momentos deliciosos ao lado de grandes amigos e de uma culinária regionalista e deliciosa.

Em Palmeiras de Goiás (terrinha formosa absurdo) em meio ao lindo jardim da chácara do sr. Abmael Lopes Rosa Senior (sr. Bigodemael pai de meus dois amigos do peito Bima e Tiagão), pude me deliciar com uma formidável caranha assada na churrasqueira com um molho, que segundo dona Áurea, consorte do mestre churrasqueiro, é feito a moda pantaneira.

Para uma perfeita e ensolarada manhã de sábado, em meio a flores que pareciam tiradas do filme Jardim Secreto e algumas das melhores companhias do Brasil , mais fabuloso prato não poderia haver. Seu sabor virtuoso e verde de tão fresco parece nos levar a uma corrida por verdejante relva em meio a eucaliptos.

Segue a tentativa de delícia da façanha gastronômica.


Caranha Assada ao Molho Matogrossense.


Ingredientes:

1 caranha grande (em torno de 3 kg);

1 molho de salsa picada;

2 pimentas de cheiro cortadas;

1 cebola grande picada;

4 dentes de alho picados finos;

1 pimenta dedo de moça esmagada;

3 limões grandes (em suco);

sal a gosto;


Modo de fazer:


Peça para o peixeiro limpar a caranha e passar a serra-fita no meio da caranha, dividindo em duas bandas.

Deixe a mesma marinando no molho feito com todos os ingredientes acima por 12 horas.

Coloque as bandas para assar em uma churrasqueira com a pele virada para a brasa já quente.

Quando o peixe estiver com a pele já estorricada, retire cuidadosamente a mesma e volte esta parte para cima, cobrindo com o molho da marinada. Vire o peixe quantas vezes quizer até ficar no ponto que achar ideal.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Panini de linguiça

Simples e gostosa esta receita que darei aqui!
Minha querida namorada Luisa, está cheia de novidades culinárias, e agora todas as vezes que vou ao seus domínios, saio de lá com a certeza de que vou ter que escolher dentre tantas delícias para postar aqui.
A bichinha quer mesmo o posto de senhora Gonçalves, só porquê citei o nome dela na entrevista que dei para a Marie Claire que vai sair em breve, falando da vida dos 3 solteirões e uma pequena dama (olhe meu perfil).
Dessa vez a danada me pegou com um sanduichezinho simples mas absolutamente fascinante, o Panini de Linguiça, que é uma efusão de sabores, perfeito para acompanhar uma Heinnekem geladíssima.
De sobremesa ela fez Delícia de Manga (que realmente faz juz ao nome).

Panini de Linguiça

Ingredientes:
3 linguiças toscanas pequenas;
1 pimentão vermelho;
3 colheres de sopa de ricota;
4 ciabatas pequenas;
1 dente de alho;
pimenta calabresa, sal e azeite à gosto;
rúcula para acompanhar.

Modo de Fazer
Corte as linguiças longitudinalmente e frite-as no azeite. Quando estiverem quase no ponto, acrescente o pimentão, cortado com tiras fins. tampe e deixe cozinhar até o pimentão ficar macio. tempere a ricota com sal e azeite e monte os panines. Esfregue o alho no pão e coloque na tostadeira elétrica.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Queijo Prima Dona e Penne Dijon-Cejana

Pára tudo! Sei que estou devendo minhas postagens de restaurantes para vcs, mas aqui é necessário pontuar um adendo antes que cometa uma grande injustiça.

Nesta sexta-feira, na agradável casa do novo casal Tiago e Cejana, entre comparsas antigos de rollystroyce, pude mais uma vez adentrar nos recôndidos da culinária de recepção com chave de ouro.

Entre flashes do último capítulo da "Favorita" e gracejos truões, como imitações perdidas de uma dupla conhecida e Sílvio Santos, tive o prazer de degustar iguarias finíssimas como o queijo Prima Donna.Queijo com cura média, aromático e sabor intenso, ideal para aperitivos e culinária por seu peculiar sabor e coloração dourada. O que chama atenção são os pequenos grânulos em sua textura, levemente arenosos. Estes, quando quebram nos dentes, fazem com que voltemos à realidade, quando inebriados por seu sabor de flandres, ouvimos os bramidos tirolezes, entoando "omleeide, omleeide", vislumbrando a bela imagem das leiteiras ordenhando suas malhadas, que darão origem a este delicioso queijo holandês. Valor: aproximadamente 100,00 estalecas o kg.
Regados a Terezopolis Gold, cachacinha Vale Verde (destruidoramene deliciosa) e vinhos reservados chilenos, a certa hora, madame Cejana com seus inigualaveis dotes culinários (engenheira de alimentos), para recepcionar seus ciceroneados, nos regalou com o delicioso prato:
Penne Dijon-Cejana. Formidável mistura de penne grano duro com filé (que de tão macio parecia Kobe Beef) ao molho de mostarda Dijon, especiarias e creme de leite fresco. Tudo com a supervisão atenciosa de sua colega Janine, e o olfato atento do Tiagão.
A este nobre festivo que vos relata, o então sóbrio Abimael, Luisa a ébria, Pierre o homem das mil danças e a divertida e efusiva Bianca, coube a tarefa mais simples: elogiar.
Prometo que a receita virá amanhã, vou testar para ver se tenho a capacidade palativa de reproduzi-la.