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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Curitiba - Nostalgia e Comida muito típica


Em nossa pesquisa pré viagem descobrimos que em Curitiba existe um passeio de trem pela serra do mar até a cidade de Morretes, no litoral paranaense.

O passeio é feito pela Serra Verde Express através da ferrovia Paranaguá – Curitiba num clima nostálgico e bucólico, e o trem atinge a incrível velocidade máxima de 40 km/hora e dura cerca de 3 horas e meia em meio a cenários paradisíacos que nos fazem perder o folego!


O pacote que contratamos custou R$ 200 por cabeça em classe turística, com direito a ser buscado no hotel (no nosso caso no hostel), serviço de bordo no vagão, almoço livre em Morretes e city tour com guia em Antonina; tudo isso devidamente divido em seis vezes no cartão de crédito salvador.

No almoço, na pequenina Morretes, fomos convidados a comer o mais tradicional prato da culinária paranaense, o barreado! Barreado é uma carne de panela que foi cozida a exaustão com temperos e especiarias.


A primeira vista ele não encanta pelo visual, como o prato leva cerca de 9 horas de cozimento em panela de barro vedada, a carne praticamente derrete e na hora de servir os garçons do restaurante fazem uma demonstração de como se serve o prato a moda típica. Eles servem duas colheres de farinha de mandioca no fundo do prato e depois colocam o caldo do barreado, e misturam até formar um pirão, o prato acompanha arroz e banana.

O gosto do prato é muito forte, e a banana serve para balancear o sabor do prato, sem ela o prato fica pouco palatável, para os turistas que preferem não o restaurante serve peixe empanado e camarões. Pra arrematar o almoço, uma dose generosa de cachaça de banana.   


O retorno do passeio é, de van, pela estrada da graciosa, um caminho sinuoso com hortênsias pelo caminho, pena que não era tempo de elas estarem floridas.


Mais que recomendo esse passeio pra quem estiver pensando em passar uns dias em Curitiba, é realmente maravilhoso, e pra quem tiver afim da receita de barreado segue um LINK.

abs

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Villa do Comendador, uma hospedagem de muito charme

entrada do Restaurante da Villa

Como a cereja do sundae fica sempre pro final, neste meu último post sobre minha breve passagem pela histórica cidade do morro dos Pireneus vou falar de onde me entregava à gula e ao descanso merecido.


 Depois de algumas indicações de amigos sobre a pousada Villado Comendador, fomos pesquisar na internet e vimos que a tal faz parte dos Roteirosde Charme, uma entidade que classifica e recomenda pousadas em todo Brasil de acordo com critérios como conforto e qualidade do serviço. Em verdade vos digo; é uma pousada bem concorrida! Conseguir uma data com eles foi quase uma missão impossível.


 No dia de nosso check in, depois de saracotear pelos espaços da pousada e aproveitar um pouco das piscinas fomos almoçar no Restaurante da Villa, assim que nos acomodamos o proprietário da pousada (que este imbecil desmemoriado que vos posta não se lembra do nome) nos recebeu muito cordialmente e nos falou um pouco das pousada e das melhorias que está planejando para ela, em seguida nos deixou com o garçom para nosso pedido.


O solicito atendente prontamente nos questionou se aceitávamos alguma sugestão, e claro que aceitamos. Ele nos sugeriu Filé ao Molho de Goiaba Cascão com Risoto de Queijo Coalho (R$ 35,00), como sendo o prato de maior saída da casa. Perguntei se o molho de goiaba não deixaria o prato excessivamente adocicado, e ele respondeu que o molho era preparado com temperos que não deixavam isso acontecer. Acreditei e escolhi o prato, para acompanhar uma Devassa Ruiva.



Denise seguiu de peixe, a sugestão foi Filé de Robalo Grelhado ao Molho de Camarão e Ervas da Casa, acompanhado de Arroz preparado com o próprio Molho (R$ 37,00).  


Dizem que comer começa pelos olhos, e se a apresentação do prato matasse a fome íamos ficar olhando para aquelas obras de arte eternamente. Acho que tinha bastante tempo que não comia em um lugar onde se desse a devida atenção a este quesito, o próximo passo era saber se o sabor era condizente com a beleza.


O Filé ao Molho de Goiaba Cascão superou minha expectativa, dois generosos pedaços de filé ao ponto e bem macios, a combinação do molho com o risoto era maravilhosa. O toque especial levemente adocicado da goiaba no final era uma festa para o paladar. O Robalo também estava divino. O molho de ervas deu um toque muito leve e saboroso tanto ao peixe quanto ao arroz.

detalhe do teto do restaurante

E depois de tanto afago as papilas gustativas nos retiramos para aquele é sempre muito bem vindo depois de momentos como este, o soninho pós-almoço.

lembra daquela foto da rede lá em cima? é muito confortável....

abs

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Uma Pirenópolis aqui e outra acolá



Quem já passou pelo menos um dia, ou um final de semana, em Pirenópolis certamente já passou pela Rua do Lazer; para quem nunca teve essa oportunidade, é uma rua pequena lotada de restaurantes de todos os tipos, com mesas espalhadas na rua (a rua é fechada ao transito de veículos a partir das 18h). Tem comida para todos os paladares, de pizza a alta gastronomia, de sushi a típica e saborosa comida goiana. E não é porque eu sou goiano e já estou acostumado com nossas delícias de minha terra que abro mão delas facilmente por outro sabor.


Em um dos dias em Piri bateu uma louca vontade de comer um peixe na telha, como na pousada que estávamos hospedados não nos oferecia essa opção rumamos para a Rua do Lazer para poder saborear a delícia. Escolhemos um pequeno restaurante chamado Bistro do Cheff, o motivo de ser este foi totalmente ao acaso, já que os preços dos restaurantes na rua são todos absolutamente pareados.


A atenciosa atendente nos trouxe o cardápio que nem chegamos a abrir para fazer o pedido, tamanha era à vontade, e enquanto ela foi levar nossa súplica a cozinha fomos decidir o que beber. Cerca de 25 a 30 minutos depois, que foram devidamente avisados com antecedência, um aroma inebriante preenchia todo o ambiente, era nosso prato que avisa que estava chegando. Acompanha o peixe na telha uma porção de arroz e uma de pirão.


A porção de peixe na telha para duas pessoas servem um casal bem esfomeado com bastante tranquilidade, são belas quatro postas de pintado absurdamente temperadas e saborosas. O que ficou a desejar para Denise e eu foi o pirão, que nem parecia ser de peixe e sim de molho de tomate. A conta no final da noite ficou em R$ 90,00 com nossos refrigerantes e 10% inclusos.


Só que Pirenópolis não se resume a badalada Rua do Lazer, tem uns lugares mais escondidos que se não for indicado pelos naturais da cidade passaríamos batido pelo local, foi assim com o Recanto das Massas (Rua Luiz G Jaime, acima da Igreja do Bonfim). Numa bela quarta feira voltando da Serra dos Pirineus o guia aponta para o estabelecimento e fala: “quem gosta de pizza, essa é a melhor pizza de Pirenópolis. E hoje é dia de rodízio se vierem, cheguem cedo porque lota”.


Seguimos o conselho e chegamos na pizzaria por volta das 19h30 (as 20h a casa estava lotada e as 20h30 tinha fila esperando mesas desocupar), nem estávamos com tanta fome assim, sentamos e perguntamos como era o sistema ao garçom, que solicitamente respondeu: R$18,00 com direito a rodízio de pizzas, massas e refrigerante. Nesse momento fiz um esforço enorme para segurar meu queixo.


A pizza é assada num enorme forno a lenha e tem a massa bem fininha e crocante, muito bem temperada; foram vários sabores, de tradicionais a algumas típicas da casa, claro que não vou me lembrar de todas, mas faço uma menção honrosa aqui a pizza de banana com canela que comi de sobremesa, uma delícia! Top 5 das que já comi.
  

E como um bom blogueiro gastronômico investigativo (entenda-se gordo), não pude me furtar de ir ao buffet de massas, estilo Sopleto, e montar uma pequena amostra para provar, e aprovar, o tempero da casa. Final de noite, conta R$ 36,00.


E antes de terminar o post não posso também de deixar de falar das melhores quitandas da cidade, a Dora Doces (Rua Benjamim Constant, nº 50, Centro, eles fornecem para praticamente todas as pousadas da cidade). Se passarem por Pirenópolis me avisa que vou fazer uma encomenda de rosquinha de gergelim (R$8,00 o pacote de 1kg) e de comer e agradecer aos céus por aquela dádiva.


abs

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Zu Kaiten- Comida japonesa em esteira.


 O que já é moda em diversos lugares do mundo chega á Goiânia trazendo inovações para um público que foge do conservadorismo e do lugar comum e cede aos encantos de um hábito pouco cultivado em nossa terra, sentar-se ao balcão para fazer refeições.

Situados em uma ilha rodeada por uma esteira em movimento constante (Kaiten), dois sushimans revezavam suas facas no preparo de sushis e sashimis variados que alimentavam o público voraz que selecionava quais peças mais lhes agradavam em pequenos bows de cores variadas que indicavam o preço a ser pago.

Resolvemos participar do rodízio, a R$ 48,40 onde tínhamos o direito de experimentar, além dos pratos da esteira, outros como o Hot Filadélfia, Yakissoba, Sunomono, Bolinho Shake, Rolinho Primavera e Shimeji.

Sobre a qualidade da comida, não chega a ser um Tao ou Kampai, porém é muito gostosa e caprichada, sem contar na rapidez e eficiência do serviço que são os pontos fortes do lugar.
Nota 10 pela iniciativa e criatividade, e vida longa a este estabelecimento.

Rua 9, n.966 St Oeste (entre Av. Assis Chateaubriand e a Praça do Sol) Fone: 3093-8999 Goiânia/GO 

Rogério Gonçalves

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Snack Bar- O Português


Há pouco mais de um ano e recém-chegado de Portugal, Magno resolveu montar um charmoso Snack Bar em pleno Setor Leste Universitário (rua 261 n. 150), e não é que deu super certo sair do eixo Marista-Bueno.


Servindo jantares a luz de vela, com comida e vinhos portugueses, cerveja importada, som de boa qualidade e uma agradável lounge music num lugarzinho aconchegante, o lugar é um oásis em meio à tantos telões com sertanejo e espetinhos.


Neste sábado resolvi almoçar no restaurante tomando um chope fabricado por um americano residente em Goiânia, o Heishbeer (R$ 3,00) e saboreando uma posta de bacalhau com pimentões, arroz, batata chips e salada (R$20,00) que estava uma delícia tanto no sabor quanto no ponto de cozimento, não ficando seco e quebradiço nem borrachento. Uma pequena ressalva é que passou um pouco na oleosidade.


O lugar serve também, o que Magno chamou de refeição para trabalhadores, o famoso P.F com diversas opções a meros R$ 5,00.


Segundo o proprietário, o mesmo tem a intenção de servir comida de qualidade a preços justos.
Eu aprovei!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Nhorinhá - Bar Galeria


Ao receber um convite de amigos queridos que moram neste delicioso bairro da Capital, o Jaó, fomos eu e Luisa conhecer esta casa que além de restaurante é também uma galeria de arte.
Ficamos encantados.
Ao entrar no Nhorinhá, nos deparamos com mesas dispostas abaixo de uma frondosa árvore, de cujos galhos pendiam lágrimas de cristal, como um grande móbile natural, refletindo as luzes amareladas e vaporosas das amareladas arandelas espalhadas pelo pátio.
Neste clima inusitado fomos apresentados ao cardápio, que no início nos causou estranhamento, porém nos conquistou quando elogiado pelos cicerones.
Comida brasileira e japonesa de mãos dadas num restaurante com alusão ao nordestino "Grande Sertão Veredas".
Pedimos inicialmente ceviche de tilápia, que foi sorvido de olhos fechados pelos convivas, entre um gole e outro da cerveja mais gelada de Goiânia. A iguaria, feita com tilápia, cebola, cheiro verde e limão, apesar da simplicidade nos encantou com seus paladares ácidos e herbáceos.
A segunda pedida, um quibe de tilápia, também nos apeteceu deveras, com sua crocância temperada com alho e cebola.
Tudo isso podendo apreciar belas obras de arte de grandes artistas goianos.
Só pecou pela quantidade pequena de atendentes, fato que passou praticamente despercebido diante nossas experiências.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Vinho, Happy hour, Famílias, Janta rápida

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Só Pêra - Cuiabá é terra de Pêtxi!



Em minhas andanças de psicocaixeiro viajante, estive em Cuiabá para ministrar um curso, e me deparei com uma cidade bem interessante. Calor do saara e um sotaque indefectível (adoro as diferenças do meu país). Por lá, o T toma lugar do X e do CH. 


Segundo um dos alunos do curso, filho de uma doutora em história, essa forma de falar é fruto da miscigenação de línguas indígenas com o português de diversas regiões.


Deixando a etimologia de lado, meu grande guia turístico de Cuiabá indicou um restaurante atrás do hotel onde fiquei hospedado, chamado " Só Pêra" (Rua Manoel Garcia Velho, N 582, Bandeirante, Cuiabá MT)! 


Pensei alto: "Até por aqui os benditos Vegans dominaram?" Porém, vendo minha cara de espanto, o mancebo tratou de se explicar: "Peraputamba, o salmão de água doce, profes!" Tchupa essa manga Rogerão.


O lugar, bem mocozado numa ruelinha pareceu estranho a primeira vista, mas assim que eu entrei fui muito bem acolhido e me senti num enorme mergulho pantaneiro, pois painéis de "pêtxis" adornavam toda a extensão do local.



Disse ao garçom o nome do hotel que estava hospedado (sugestão do recepcionista) e ganhei de entrada o melhor caldo de pintado que já experimentei na vida!


Minha pedida principal foi " Ventrecha de Pacu" Que descobri ser nada mais nada menos que costela de pacu, que veio em 3 ripas enormes, empanadas e fritas, acompanhadas de arroz e vinagrete (top dos tops).



Não preciso dizer que o peixe estava soberbo, ou preciso? Pois é...estava magnífico, temperado na medida, crocante por fora e macio por dentro. Um achado! O preço, R$ 25,00. Não tão barato, mas graças aos meus empregadores, saiu na faixa, ou melhor, na faitxa!


Rogério Gonçalves

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Mercado São Pedro, o paraíso pra quem gosta de peixe


Estive poucas vezes ao Rio de Janeiro, na verdade somente duas (a outra vez AQUI). Mas foi o suficiente para eu eleger um dos meus lugares favoritos, que na verdade não fica no Rio; fica em Niterói.

O Mercado São Pedro é como se fosse uma feira livre de peixes e frutos do mar, lá se encontra de um tudo de espécie de peixe, camarões, lagostas, enfim; e como eu sempre acho o preço dos pescados muito altos aqui no planalto central as duas vezes que fui lá fiquei doido! Camarões por R$17,00 o quilo, mas não é aquele camarão pequenininho não, é camarão de verdade. Peixes variados de R$17,00 a R$20,00 o quilo e por aí vai.


Nesta minha volta pela Cidade Maravilhosa fui até a Praça XV, no centro do Rio de Janeiro, peguei uma balsa por meros R$2,80 e rumei para Niterói. Depois do passeio de 15 minutos na barca, descemos e caminhamos cerca de 20 minutos para a esquerda (de quem desce da barca) e chegamos ao paraíso.

Estávamos em 5, dos quais 4 são adoradores de pescado; o ser humano que não gostava foi voto vencido, sorry Paty! Depois de uma volta no mercado, que nem é muito grande, fomos ao segundo andar do prédio e nos sentamos no Bar da Iêda.



Pedimos um Peixe Para Família, que vem uma porção de peixe frito, escolhemos anchova que segundo informações tem menos espinho, pirão, porção de camarão, arroz branco, batata frita e salada (dispensável) por R$90. O prato estava indicado para 6 pessoas, mas como estávamos com uma baita fome, e uma baita vontade de comer peixe (a prova maior da fome é que este imbecil que vos relata se esqueceu da foto do prato, shame on me), que foi esse mesmo. Achávamos que íamos dar conta, porém tinha comida pra um sexto, sétimo, quiçá um oitavo participante na nossa mesa. O prato é realmente muito bem servido.


Depois da comilança, de volta as barcas para chegar a Copa a tempo de uma solzinho na praia antes do próximo compromisso da noite. Esses passeios são realmente muito sofridos!

abs

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

República da Saúde – Comida Natureba com muito sabor


Domingão desses, tava eu de bobeira em casa quando pisca no meu twitter “#saúde Domingo é dia de peixes especiais na República da Saúde”. Ou algo similar que não vou me esforçar pra lembrar agora.

Conheço a qualidade do que é servido na República da Saúde de outros carnavais. Sempre que podia eu ia (e pode acreditar que eu ia muito, nesse ponto sou folgado que dói) a casa do Chef Tonny Martins filar uma bóia esperta. Era no aniversário do Danilo, ou do Mateus, da Lívia, ou do Tio Tonny, da tia Virgínia, ou um dia qualquer depois da aula; enfim sempre que rolava eu tava por perto fazendo uma boquinha. Família de grandes amigos, pelos quais tenho grande admiração e respeito.

Depois do momento “rasgando seda” onde eu estava mesmo? Ah sim! O twitter despertava minha fome. Como eu sabia que meus Cunhadinhos (se cunhado fosse bom não começava com .... deixa pra lá) estavam viajando, e pensava que provavelmente minha sogra não tava muito afim de esquentar a barriga no fogão, liguei pra eles e convidei para conhecerem o restaurante. Como eles são do time que gostam das comidas naturais, a chance de eles aceitarem o convite era de uns 283,7%, com 0,0% de margem de erro para mais, ou para menos.

O República da Saúde é um empório e restaurante que abriu suas portas a poucos anos atrás (apesar de ser muito amigo deles, essas coisas de datas nunca funcionou comigo. Sou péssimo com isso) apostando no conceito de alimentação de qualidade e saudável. Todos os pratos são feitos com produtos integrais e orgânicos, usando azeite no lugar de óleo, e coisas do tipo. No empório tem uma grande variedade de produtos pra turma dos naturebas. Suplementos, medicamentos fitoterápicos, cookies, cervejas orgânicas, enfim de um tudo. O lugar virou um dos pontos de peregrinação pra essa galera.


Chegamos lá, e depois de devidamente acomodados fomos aos aparadores. No de salada é tanta cor que as vezes penso ser arriscado um ataque epilético.  É muita variedade; meus sogros ficaram até em dúvida por onde começar. Na parte de salada faço duas menções especiais: a primeira é paras as saladas que levam massas integrais e a segunda é o quibe de soja que eles servem lá. Caraca! Esse quibe é sensacional.

Para acompanhar as saladas tem os molhos feitos no próprio restaurante. Eu sempre vou de mostarda e mel, então não sei dizer quais os outros; mas eles existem.

E como o que me arrebatou para o local foram os peixes (e não a companhia dos meus “adorados” sogros, maldade!!), terminado o round das saladas, parti pro que interessa. No menu dos peixes tínhamos risoto de bacalhau e cação ao molho de manga. Apesar de ser declaradamente anti manga, fui experimentar a mistura. Fiquei com a sensação que se fosse maracujá o prato me agradaria mais. O risoto estava um pouco mais molhado do que estou acostumado, mas estava delicioso. Na verdade pratos com bacalhau e eu temos um tórrido caso de amor, é o meu calcanhar direito deAquiles.

Findo os peixes fui ciscar em outros temperos. Provei soja ao molho de damasco; maravilhoso o prato. Feito como se fosse a comida que liga e desliga (não resisti!). Hamburguilha (que é um hamburger pequenino) ao molho sugo, que estava muito bem temperado. E pra arrematar um franguinho grelhado com repeteco do molho mostarda e mel.

Ok! Pode falar. Eu comi que nem um condenado!!!!! Porém tudo light e saudável. E como diria o Jota Quest: “que bom se todo dia fosse sempre assim”.

Para molhar a goela: suco de cupuaçu (meu), abacaxi com hortelã (Denise), frutas vermelhas (sogra). Traz dois cafés (sogro e eu), fecha a conta e passa a régua!

Tonhão, de Riberão, e Mateuzin...os truta que comandam a República da Saúde (foto da internet)
Não saberia dizer se o preço que pagamos foi caro ou barato. Afinal quanto custa manter sua saúde em dia?

abs