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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Pedra Branca 2 - Pão de queijo com linguiça, iguaria bruta.


Voltando de Viagem para uma palestra em Bom Jesus de Goiás, o motorista parou para tomarmos um lanche numa dessas casinhas de beira de estrada chamada Pedra Branca 2.

Segundo uma das colegas palestrantes, lá teria o melhor pão de queijo com linguiça do Universo, e eu como aventureiro gastronômico que sou, não poderia deixar esta visita passar batida.

Ao adentrar o recinto, vários doces e compotas nos recepcionavam em uma prateleira convidativa, e à esquerda, um comprido balcão com biscoitos fritos e pães de queijo cobertos por panos de prato, uma estufa de salgados e uma chapa, onde repousava um pernil esquartejado e fitas de linguiça.
Honestamente não me pareceu muito higiênico, porém, já estou vacinado contra qualquer tipo de mal de comida de estrada.
Pedi o tão bem falado pão de queijo recheado com linguiça caseira de fabricação exclusiva (R$ 3,50).
Para ser o mais sincero possível, quero afirmar categoricamente a superioridade da iguaria!!!
Um verdadeiro rolo de linguiça dentro de um pão de queijo amarelinho...que ficou ainda mais delicioso quando esguichado com a pimenta com creme de pequi.
Formidável, mas deveria levar a alcunha: "Onde os fracos não tem vez"!

Bom para: Comer muito, Almoço rápido, Gastar pouco

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Lanchonete sem nome em Colômbia – Uma das melhores coxinhas secas latino-americanas.


Alcunhado por alguns como o Indiana Jones da baixa gastronomia, este velho aventureiro que vos escreve teve o prazer de catalogar mais um achado raríssimo do rango corajoso nos rincões do Brasil, mais precisamente do lado paulista do Rio Grande, em frente à praça da igreja numa cidade de nome curiosamente distante da rota do narcotráfico chamada Colômbia.
Minha filha foi quem indicou o caminho, pois aquele que para mim figurava entre o crânio de diamante e o santo graal, para ela já era lugar comum, em suas constantes idas ao rancho de sua madrinha, no lado mineiro do citado rio.
Ao avistar os pequenos exemplares da coxinha pedi logo dois, e para acompanhar, nada melhor do que um refrigerante local, o Cotuba, de fabricação classicamente datada de 1927. Um dos representantes de ouro dos refrigerantes paulistas, como o Arco-Iris, o Poty ou a Itubaína.
Porém, vamos ao que interessa...a misteriosa coxinha!

Uma massa suavemente leve e de epiderme crocante dá acesso a um recheio de carne de galinha caipira desfiada grosseiramente (toque de gênio) e salpicada por cebola e cheiro verde em proporções consideráveis.
O interessante é que nenhum molho fazia liga para esta preciosidade. Algo raro entre essa qualidade de salgados.
O preço R$ 2,00, e o veredicto final: soberba, ainda mais se harmonizada com um puro guaraná Cotubá (R$ 2,50).
Todas as vezes que for até lá, traficarei coxinhas para o outro lado do rio até terras goianas, mesmo que isso figure entre crime contra o colesterol e o triglicérides.

Homem de 30

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Comida de estrada - Posto Bastos (Abadiânia) - O melhor disco do universo

Como faço toda semana, parei hoje no Posto Bastos em Abadiânia para tascar uma mordida no mais delicioso disco de carne que já provei em minha vida (e olha que já comi um bocado).

Ao deparar-me com tal delícia porém, olhei para o lado e visualizei algo que sonhara por toda uma existência, porém sem que nenhuma quituteira tivera a sabedoria para tentar realizar....A "pamonha à moda frita". Isso mesmo, uma pamonha com queijo, linguiça e cheiro verde fritinha da silva.

Não resisti e comi a delícia.

Estava realmente irresistível, porém cheguei a uma conclusão depois de muito refletir...

Pela primeira vez na vida devo admitir que o disco de carne deles é literalmente melhor que pamonha frita...e à moda.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Rango corajoso - Stação do Lanche Taguatinga

Estou com a língua coçando até agora!!!
Acabei de voltar de uma de minhas aventuras gastronômicas favoritas, "o desbravamento de podreiras intragáveis por cidadãos em sã consciência", e olha....dessa vez estive para sucumbir, não fossem meus lactobacilos Highlanders intestinais que bravamente me protegeram, deixando-me tranquilo como um comedor de mato.
A sórdida batalha kamikaze aconteceu hoje á tarde, mais precisamente ás 17:10h horário de Brasília, numa birosca com uma fila gigantesca (3 pessoas) ao lado do Alameda Shopping, chamada Stação do Lanche (sem E mesmo) para deglutir dois salgados e um suco por....R$ 1,99.
Semana passada havia prometido a mim mesmo fazer o rango ou a "passagem" naquele "fim de carreira".
Com sua fachada amarela e vermelha, como uma Partênope do mar me chamou para morte e como não sou nenhum Odiceu, cedi ao canto da sereia.
Olhei os salgados e escolhi os mais medonhos, a salsicha empanada e....pasmem, risole de camarão, que foram acompanhados por um aguado suco de uva.
Amigos, não preciso nem falar que os salgados são uma bomba, especialmente o risole, que tem o gosto do cheiro de....Rsrsrsrsrsrsrs.....Prefiro nem comentar.