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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Comida di buteco- Bar do Chicão e Recanto Chopp

Na última quarta-feira, tive a honra de participar da Caravana Social do Comida di Buteco, em companhia de pessoas super interessantes, como os profissionais da Cya Produção e Eventos e da Voltz Comunicação.

Cheguei de taxi e pequei a caravana no meio do caminho, indo em direção ao Bar do Chicão (Rua formosa, 632 - Qd. D- Lt 03 - Industrial Moca, fone (62) 3295-7653) campeão da edição 2013 do Comida di Buteco.
Fomos muito bem recebidos pelo simpático Chicão e sua família (filho e netinha) que nos brindaram com uma bebida geladíssima e o seu petisco concorrente, o Bola da Copa, que contém 4 bolinhos de inhame com carne seca, recheado com calabresa e mussarela, acompanha molho à moda da casa.
Uma verdadeira delícia! Ao ser mordida, a iguaria estoura na boca liberando um creme maravilhoso que inunda as papilas gustativas de sabor. Para quem não gosta de inhame não se preocupe, você nunca comeu algo assim. Portanto, vá sem preconceito, pois a satisfação é garantida.

A próxima parada foi o Recanto Chop (Av. Ceará, 470 - Lt 08 - Qd. 120 - Campinas fone (62) 3233-8820). Que com a mesma boa acolhida do anterior nos recebeu de braços abertos.
O Recanto Chopp é mais conhecido como Bar do Cabeça, ou Cabeça Branca, apelidos carinhosos do proprietário do mesmo que também empresta o nome para seu petisco, o Medalhão do Cabeça (R$ 16,00), que é um suculento medalhão de Pirarara recheado com presunto e mussarela revertido com bacon, assado na brasa, acompanhado com vinagrete 3 cores e farofa, maionese com salsa.
Nem preciso dizer que este prato é formidavelmente saboroso, e a textura nem de longe lembra o peixe. Podia garantir, se não soubesse que era frango.
Carne firme e saborosa e um sabor perfeito para degustar com cerveja geladinha.
Gente, ainda dá tempo de conferir esses e outros botecos, para mais informações, o site oficial do festival é http://www.comidadibuteco.com.br/goiania/botecos/.
Entrem lá e nos contem onde foram.

Rogério Gonçalves

Bola da Copa

Bolinhos de inhame com carne seca, recheado com calabresa e mussarela, acompanha molho a moda da casa.

Bola da Copa

Bolinhos de inhame com carne seca, recheado com calabresa e mussarela, acompanha molho a moda da casa.

Bola da Copa

Bolinhos de inhame com carne seca, recheado com calabresa e mussarela, acompanha molho a moda da casa.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Beer Platz Palmas - Alemanha nunca foi tão quente.


Amantes da nobre arte da salsicharia regada a chopp alegrai-vos!
Não será mais necessário fazer escala em Berlim nem Blumenau para saborear as delícias germanicas.
Neste fim de semana, fui ministrar um curso em Palmas - TO e naquela terra linda e arborizada encontrei num vaguear perdido em busca de um bom jantar um shangrilá de alegria, o Beer Platz.
Situado no Shopping Capim Dourado, o quiosque fica num deck aberto (o que é maravilhoso no calor tocantinense) e muito bem montado.
Solitariamente, sentei ao balcão e pude me deliciar com uma Devassa geladinha, e com formidável mix de salsichas alemãs regadas à mostarda Berna. Me senti o próprio Hanz sendo soprado pelas brisas do Reno, afagado por uma fraulein inesistente.
O prato, no dia estava em super-promoção, de R$ 26,00 por R$ 13,00.
Melhor que einsbein frito!!!
Tudo perfeito, não fosse pelo fato de estar longe de amigos e namorada.
O mundo é bom velho Wolfgan!!!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Algarve - Um portuga bem brasileiro

Que imagem você faz de um restaurante luso-brasileiro? Imaginou galos espalhados pelos cantos, fitas de cetim e "O vira" tocando na vitrola? Esqueça.
Nesta terça, tive a alegria de estar presente na inauguração do Algarve, a nova casa portuguesa de Goiânia, que de Roberto Leal não tem nem o "tiro-liro-liro" de herança.
Um Dj tocando nas pick-ups, gente bonita e descolada circulando entre as mesas, vinho de qualidade servido sem parcimônia e deliciosos (superlativos me faltam) pratos criativos e bem preparados, foi isso que encontrei.
Eu e minha amada Luisa, pudemos na boa companhia de Isabel Czepak, Rodrigo Czepak, João Camargo Neto, Rimene Amaral e outros conhecidos jornalistas e formadores de opinião da capital, experimentar:
Camarão envolvido no linguado ao molho de especiarias e limão, bolinho de bacalhau, risoto, bolinho de aipim com carne seca, filé à gorgonzola e punheta de bacalhau (leia aqui). Tudo isso regado com vinhos Monte Velho e Casa de Maipo, cerveja Devassa e Frozen caipirinha.
Para tudo ficar perfeito, faltou mais um ar condicionado no salão principal.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Belisquê - Pub-bistô para ninguém botar defeito!

 Voltando de um período de férias cá estou novamente para falar sobre uma deliciosa experiência que tive com minha patroa no mais novo pub-bistrô de Goiânia, o estiloso “Belisquê”! Friso pub porquê para mim, tem pouco de bistrô (algo pomposo e distante do gosto goiano), como muitas pessoas gostam de entitular o lugar.
Situado num dos mais novos e interessantes endereços da cidade, abaixo do ATOM Plazza na Praça do Sol, o local tem cara daqueles pubs de Brasília, com um espaço lindo e bem decorado na parte de dentro, e com várias mesas e cadeiras no deck frontal.
O espaço tem um visual muito bacana, com uma galeria de arte temporária (quando eu fui estava recebendo as obras de Dilvan Borges)
O som do lugar então, fora de série, com um telão rolando Keane, Coldplay, Pearl Jam, e outros que deixaram a noite ainda mais divertida. Até porquê, esse é exatamente o som que eu gosto de ouvir.
Mas vamos ao que realmente interessa...os pratos!
O chef responsável pela cozinha é o conhecido André Barros, que já dividiu o título de melhor chef do ano pelo Guia Veja com o premiado Francisco, do Kabana´s.
O cardápio é formidável e cheio de criações inusitadas e adaptações de clássicos.
Como eu queria experimentar de tudo pedi porções individuais (que servem duas pessoas de boa!) que custam em torno de R$ 8,00.
A primeira foi o “Pernil de panela” que consistia em pernil fatiado ao molho caipira com anéis de cebola grelhados no azeite e cheiro verde. Uma delícia completa, com tempero na medida, e ainda com aquele molhinho maravilhoso para se limpar com pão.
A segunda experiência foi “Sobrecoxa ao mel com molho shoyo e mostarda”. O prato estava uma delícia, mas faltou algo no ponto do frango, que poderia estar um pouquinho mais cozido.
Depois de três geladíssimos chopes Heineken tirados praticamente nevados de uma chopeira superestilosa, a pedida não poderia ser melhor, um “bobó de camarão”, feito com castanha do Pará, lascas de coco fresco, gengibre, pimenta dedo-de-moça e salsinha por R$ 8,50.
A única reclamação que faço é recorrente em Goiânia, o atendimento.
Fiquei constrangido com três garçons conversando particularidades ao lado de minha mesa, o que fez com que ficássemos pouco à vontade.
No mais, se eu fosse melhor provido financeiramente, iria toda semana.


quinta-feira, 22 de julho de 2010

Restaurante Bordeaux (Petrópolis) -Turismo Gastronômico

Todo turismo que se preze tem que ter experiências gastronômicas que chacoalhem nosso paladar, entonces, aproveitei meu período de lua de mel pelo bem servido estado do Rio de Janeiro para exercitar minhas, já bem preparadas, papilas gustativas com sabores e aromas das terras da franja do mar.

Minha primeira parada em terras cariocas foi Petrópolis. Para minha alegria aportei na cidade imperial bem no começo da 21ª Bauernfest, ou Festa do Colono Alemão – uma festa prima irmã da famosa que acontece em Blumenau. Entre danças típicas e Bohemias geladas (a patrocinadora do evento) eu e minha fidedigna esposa nos rendemos a bem temperada culinária alemã; numa porção mista podemos provar de quase um tudo que estava sendo servido na festa: salada de batata, chucrute, pão com alho,lingüiça defumada, salsichão tradicional e de vitela, tudo regado com baste mostarda escura e cerveja gelada, só faltou o mal encarado Joelho de Porco.

Ainda em Petrópolis saboreamos um maravilhoso fondue de carne num antigo estábulo transformado no charmoso Restaurante Bordeaux (na Mansão Ipiranga, na Rua Ipiranga), onde acompanhado por tiras de pão ciabatta, molhos diversos e um maravilhoso Santa Helena Carbenet Sauvignon nos refestelamos no frio de 5º da serra carioca.

Para fechar nossa experiência nas terras de D. Pedro II, na última noite fomos, por indicação do Guia Turístico da cidade, ao Restaurante Leopoldina, localizado no Solar do Império, onde em outros tempos fora a mansão da família Matarazzo.  Reza a lenda que a chefe responsável pelo restaurante (infelizmente não sei o nome) fez uma pesquisa do que a Família Imperial comeria em seus dias em Petrópolis e com o resultado da pesquisa montou o cardápio da casa.

Nosso pedido: Picadinho Leopoldina; tiras de file ao molho, acompanhados de arroz com banana e flan de parmesão – o contraste do forte molho do filé com o leve adocicado do arroz com banana é simplesmente incrível; e Truta Recheada com Palmito ao molho de ervas ao vinho Branco. Como sobremesa pedimos Três Desejos, que são três pequenas porções de Musse de Limão, Brigadeiro de Colher e Doce de Coco com Ameixa. A comida estava deliciosa, o restaurante muito charmoso, enfim tudo perfeito em nossa última noite em Petrópolis.

Depois de lá fomos pra beira do mar de fato, onde a única experiência gustativa que realmente valeu a pena, na minha opinião, foi no Mercado de Peixe de Niterói. Lá agente escolhe o peixe fresco na banca e se dirige aos restaurantes no piso superior do mercado onde se pode escolher se quer seu pescado frito ou ao molho. Provamos peixe-porco, ou porquinho do mar,  empanado acompanhado do tradicional arroz branco e pirão. Primeiro, um sabor de peixe bem diferente dos que estamos acostumados a ver em terras de pequi e guariroba, segundo um local muito bacana, freqüentado por todo tipo de gente, por fim o maravilhoso tempero e o atendimento com a típica malandragem carioca, tudo de bom!

Claro que rodando pelo estado do Rio de Janeiro não podia deixar de conhecer a Cidade Maravilhosa, que pude comprovar que ela realmente o é. O restaurante do hotel que nos hospedamos, em Ipanema, era de responsabilidade da Cervejaria Devassa, nós, e a desavergonhada cerveja, nos divertimos e saboreamos os tira gostos de nomes mais criativos que já encontrei. Foram: Picanhudas,Carnuda, Piu Piu, Gulosa, Dedinhos Endiabrados, e tantos outros , enfim, é muita criatividade (e qualidade) para nossa tupiniquim estupidamente gelada.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Cervejaria devassa - Um pouquinho do Rio em Goiânia

Bem ali ás margens do parque Vaca Brava, fica um dos lugares mais bacanas da cidade. Localizado num deck no bosque do Goiânia Shopping, foi inaugurado há pouco o bar Devassa.
A franquia que já se tornou febre no Rio de Janeiro, agora tem tudo para se tornar hit aqui também.
Eu e meu amigo e colaborador aqui do blog Murilo resolvemos experimentar um chopp por lá, quando o alforriado recém-casado voltava de sua lua de mel pela serra fluminense.
Enquanto a Denise labutava e a Luisa garantia seu nobre descanso, eu e meu nobre conviva falavamos dos lugares onde ele comeu no Rio, saboreando (todos) os chopps ruiva, mulata, índia e sarará e provávamos os pratos: "Chapa quente" e "Lampião e Maria Bonita".
O primeiro, um delicioso queijo coalho na chapa, servido com tomate cereja, manjericão e melado.
O segundo, Carne de sol desfiada, servida com mandioca frita.
Não sei qual dos dois estavam mais gostosos, só sei que a noite ficou melhor quando nossa amiga Ludmila trouxe um pouco de estrogênio naquela mesa cheirando a zorba.
Chapa quente R$ 13,90 Lampião e Maria Bonita R$ 18,00. Ver o Murilo trocando as pernas, não tem preço.
Detalhe: Ganhamos do atencioso garçom todas as bolachas de chopp da casa.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Posto 15 - Bolinhos de mandioca serial killers. Quando o gigante sucumbiu

Erguido das alcovas suadas do fim de semana, cá estou eu, um semi-vivo ser, que escapou dos infortúnios tóxicos de um prato mascado no fim de semana.
Isso mesmo sórdidos leitores, após sobreviver a diversos x-morte, ovos coloridos de sarim, antepastos de agente laranja, rangos corajosos infestados de coliformes e esquistossomas, sucumbi a um prato maroto sem pretensões, o tal bolinho de mandioca com bacon e creme de alho.
A história é a seguinte: Fomos eu e minha senhoura nesta quinta-feira ao "Posto 15", um novo bar que fica na rua 15 setor Bueno, ambos serelepes e pimpões, quando a toxicity girl fez a bonita proposta de agasalharmos o prato.
Enquanto observava o agradável lugar e proseava risonho abocanhei uns 6 bolinhos, que inicialmente pareceram sem graça e sem tempero, porém ganharam sabor quando banhados no diabólico molho de alho.
Tal molho, voltei a ver 24h após ingerido, sob forma de um precipitado químico regugitado ainda em sabor alho, em meio a 38 graus de febre e ondas de suor e dores musculares.
O suco de satã me fez tão mal que perdi todo meu feriado de páscoa, amargando a derrota de não poder roer um ovo de chocolate sequer.
O lugar, bem parecido com os barzinhos dos anos 90 é muito legal, mas peço aos senhores preparadores deste prato que me devolvam o fim de semana angustiante que o prato deles larapiou.
A Luisa, que parecia ser tão frágil, assassinou os virulentos e opressores venenos do prato com seu inóspito suco gástrico, passando seu fim de semana tranquila e calma.

terça-feira, 30 de março de 2010

Atacama - Restaurante lindo na praça do sol

Olá amigos leitores!
Nesses dias, onde meu telefone mais uma vez enlouqueceu (recebe ligações vez ou outra), fui conhecer um restaurante que me impressionou pela beleza, o ATACAMA.

O lugar que fica na praça do sol, setor Oeste, tem um deck bastante elegante no lado de fora, dando a impressão de ser mais um barzinho comum de gyn, mas minha surpresa ao entrar foi imensa quando me deparei com um lindo espaço fechado com pé direito alto e decoração chic e clean.

Ao solicitar o cardápio, me encantei com os preços nada extravagantes, porém tipicamente botequeiros, o que achei não combinar muito com a sofisticação do lugar.

A carta de vinhos modesta não chega a desagradar, mas fez com que eu e a (suspiros) Luisa pedissemos a maravilhosa sol mexicana (não confundam com a brasileira) para acompanhar uma linguiça do sertão flambada na cachaça.

Esperava mais do prato, que veio frio e precisava ser reesquentado a todo momento (problema que seria facilmente resolvido se servida em pedra ou ferro).

O som também poderia ser um pouco mais alto para ficar no patamar de ambiente.

Excetuando os pontos críticos levantados, indico facilmente o lugar.

Quatro cervejas e o prato + 10% sairam por R$ 44,00.

sábado, 6 de março de 2010

Chef Knut - Comida alemã em Goiânia


Nesta sexta, após um dia estafante de trabalho, eu e meu amigo Vitor Rotolo (especialista em terapias orientais e diplomado por lá mesmo) resolvemos terminar a noite matando uma bela caneca de chope no “ polo gastronômico de Goiânia”, mais precisamente na rua 139 (a mesma do Rock´n Gol), porém próximo aos blocos do Marista.
Como estávamos afim de colocar os assuntos em dia, paramos num pequeno deck, com cara de Europa que ostentava o curioso nome sobre uma bandeira germânica: Chef Knut gastronomia.
O lugar bem aconchegante, mesmo sendo aberto (no cerrado não tinha como ser diferente) oferece mesas e balcão para receber desde pequenas famílias até marmanjos tomadores de chope como nós.
Fomos atendidos pela sorridente e despojada Camila (ela anuncia aos leitores sua solteirice) que nos mostrou o cardápio de capa a capa e nos contou que aquele ambiente era o “quintal” de seu padrasto alemão que passa 6 semanas num navio de cruzeiro como chef e 6 semanas aqui (no bistrô).
Nesta noite senti enfim que Goiânia não ficava num universo paralelo com cheiro de pequi e amargor de guariroba, mas sim, uma cidade viva no coração (ou em outra parte menos nobre) do grande organismo mundial.
Pedimos então Filet Trinchado (R$ 34,50) e Roesti de batatas (R$ 18,00).
O filet, servido com pão e o indefectível “molho secreto” do chef é absolutamente delicioso. Sua composição ao que tudo indica, leva a famosa mostarda de Berna com um acentuado sabor de noz moscada e nuances de curry, além de alecrim e pimenta do reino. Já a batata, perfeita, depois de cozida e ralada é salteada na manteiga (crocante e macia) com cubinhos de presunto defumado alemão.
Os pratos ficaram ainda mais interessantes depois que vimos o chefe substituto preparando-os entre uma golada servida de chope e outra.
O Victor, que já percorreu todos os continentes do mundo afirmou categoricamente: “Mió do Brasil”.
Como já ficamos de casa logo de cara, a Elizth, esposa de Knut, ficou boa parte de nossa estadia conosco, contando as peripécias piratescas de seu vermelho marido, que comia um risoto tão cheiroso que quase me fez dar uma garfadinha larápia.
Knut, seu velho lobo do mar, gravei meu nome á canivete na mesa que agora é minha, como manda o velho costume pirata.

Foto: http://www.peninsulademarau.com.br

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Moela Santiago Bernabéu – Rock´n Gol Pub - O melhor cardápio de Goiânia em Noite VIP

Nesta quinta-feira recebi um enorme presente dos proprietários do Rock´n Gol Heineken Pub, quando numa ligação inesperada, Rafael me ofereceu o camarote VIP para eu comemorar meu aniversário na inauguração da casa.
Já pensaram, ter a oportunidade de no seu aniversário, comemorar no melhor pub de Goiânia, num camarote fechado com seus melhores amigos, podendo escolher o garçom que vai lhe servir , e ainda zapeando numa Plasma de 42” os clipes e esportes de sua preferência? Pois é! Sonho realizado.
Ontem, sábado, reuni dentre grandes amigos 20 parceiros e parceiras que curtiram ao som de Autoramas uma festinha pra lá de privé num ambiente, que não deve nada para os melhores pubs do mundo.
Localizado na rua 139 n. 35 setor Marista, ao chegar me deparei com uma linda fachada, ladeada por um deck com poltronas e almofadas, onde os clientes da casa poderiam aguardar o momento de entrar sentados em conforto e segurança.
Após uma amistosa recepção do segurança Marcelo, me chamaram para o interior do pub ainda vazio, e qual a minha surpresa ao receber, com o fundo musical executado pela banda, “parabéns para você” cantado por toda a equipe Rock´n Gol. Pensa num cara alegre e sem graça ao mesmo tempo....
A decoração da casa ficou perfeita, luzes verdes de led iluminam toda a casa, que tem pelas paredes fotos de astros da música e dos esportes, além de uma bandeira do Brasil toda feita em long-necks de Heineken, tendo a famosa estrela vermelha sobre a cidade de Goiânia, nada mais justo né?
Ao subir as escadas e entrar no camarote, que sensação de gozo, uma linda sala com grama sintética, sofás e pufs, uma janela de vidro gigante coberta por uma cortina, que ao ser aberta, dava acesso ao deck superior, onde podíamos curtir a noite olhando a galera se divertir no ambiente aberto.
As paredes desta sala são decoradas belamente por grafites temáticos também na linha esporte/música, transformando a experiência de ali estar numa sensação única e indescritível.
Quando meus convidados chegaram pudemos ao som de rock, jazz e blues experimentar alguns dos mais deliciosos pratos que já comi.
O cardápio, todo elaborado por Munyr Abou, leva os nomes (escolhidos pelo trio de proprietários) de estádios pelo mundo inteiro (galera, o O.B.A é um sanduba de mortadela, que sacanagem). Quanto ás bebidas, um capítulo á parte, com as melhores cervejas do mundo, numa carta com preços super acessíveis.
Minha pedida da noite foi Santiago Bernabéu, prato especialíssimo composto com moela com molho fumê, servida com cebolas douradas e pão como acompanhamento.
Segundo o Vinição Belezoca foi a melhor moela de ave já comida por ele. Como não existem moelas bovinas, ovinas ou suínas, creio então que este foi o melhor elogio que uma moela poderia receber.
Até quem nunca teve coragem de experimentar o prato comeu e adorou.
Terminamos a noite rindo de rolar no gramado sintético, das narrações feitas pelos presentes acerca das olimpíadas de inverno assistidas na ocasião, onde o maravilhoso e inusitado esporte “vassourinha maluca” que na verdade se chama curling, foi narrado pelo Sílvio Santos como uma gincana de algum de seus programas dominicais.



quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Cajá-manga temperada - Tira-gosto inusitado

Neste carnaval pude encontrar muitas pessoas queridas, algumas que há tempos não via, e outras que fazem parte do meu convívio semanal, porém, todas de fundamental relevância em minha vida.
Dentre os pratos e bebidas experimentados (e que vocês lerão nos próximos posts) estão, este que empresta o título, uma picanha maturada no Da Vinci, um medalhão de filé ao molho de queijos na casa do Dell, o capuccino do Fran´s, camarões ao creme no Ching, Tábua de frios na fazenda da Laise, Tapioca na praça do Sol, entre outras coisas deliciosas e momentos agradáveis que vivi. Espero que tenham curtido o carnaval também. Ou soft como eu, ou da forma como vos tenha agradado.
Vamos deixar então de chorumelas (Essa é da Paula) e vamos ao que interessa.
Num de meus passeios, fui a casa do Robson e da Luzia para recepcionar com demais amigos o Leozinho que está montando um Pub em Pirenópolis.
O evento, como sempre engraçadíssimo, reuniu a nata dos polemizadores de Goiânia, deixando desavisados enrubescidos diante o envolvimento emocional fervoroso em casos, na maioria criados, escarafunchados justamente para chocar.
Porém, o que chamou a atenção deste blogueiro foi um inusitado tira-gosto criado pela Luzia, feito com cajá-manga, azeite de oliva, sal e pimenta calabresa.
Esta deliciosa criação é perfeita para acompanhar cerveja, refrigerante e Grappa (aguardente feita de bagaço de uva), no caso, minha escolhida da noite.
Ao experimentar esta iguaria vi como a arte da baixa gastronomia (leiam-se botecos e afins) pode ser revisitada, criando elementos formidáveis e novos, partindo de itens como frutas, vegetais e legumes, tão pouco utilizados como acompanhamento de bebidas.
Além do cajá-manga, experimentei outra deliciosa comidinha nesta linha, um repolho grosseiramente rasgado, temperado com limão, azeite, sazon e pimenta calabresa, recriação da Bianca de receita de boteco de interior. Excelente também.
Eu levei uvas Itália, inicialmente para acompanhar a Grappa, mas muito apreciadas pelos presentes.
Criem novidades e me enviem, terei prazer em postar.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Nêga Ló - Vocação para a alegria


Sábado passado tive a alegria de conhecer um barzinho a muito pleiteado, o Nêga Ló, localizado no Alto da Glória na rua São Luiz qd. 15 lt. 13, pertinho do Flamboyant (mais precisamente perto do hospital psiquiátrico Batuíra).
O lugar, que empresta o nome do apelido da irmã de um dos donos, é despojadamente decorado com bandeiras, flâmulas, placas comemorativas, souvenires, e fotos de viagens pelo mundo.
Agora, uma das coisas mais legais é o cardápio, cheio de pratos bem diferentes, como a moela com molho de cerveja e o rangão de fim de noite com dois ovos fritos, arroz, espetão e mais uma batelada de ingredientes.
Desta vez porém, por falta de apetite (havia passado o dia num churrasco em família) não pedi algo diverso, preferi somente experimentar o que o amabilíssimo e conservador Nando pediu, o Filé De Lucca, um clássico filé ao catupiry, que sinceramente, estava deliciosamente honesto, com filé de verdade e catupiry procedente. Compensa muito pelo sabor e pelo valor.
Entre o despacho de uma Antártica Original e outra, você pode decorar piadas (afixadas no mictório) e chegar todo serelepe na mesa, tirando onda de piadista truão, cutucando o colega com o cotovelo e falando com ar espontâneo: “Você sabe o que a loira disse para o guarda?”. Foi o que eu e meus usuais convivas fizemos.
Gozações à parte, fica a você empedernido leitor o convite para ir comigo novamente ao Nêga Ló e experimentarmos juntos a moela com molho de cerveja. Topa?

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Chopp Time Street - Tábua de frios light e amizade soft

Conspícuos, nesta sexta-feira, mergulhado em dias paradisíacos , pude entre gente de alta estima conhecer as novas instalações do chopp time, aquela bela franquia made in Ribeirão Preto que nos faz refastelar os sentidos, inclusive os inebriando.
O lugar não poderia ter ficado mais bonito.
Localizado na rua: T-10 nº: 834 Qd.105 Lote: 12, o bar conta com um cardápio gigantesco (o que sempre me faz ficar muito perdido)e um chopp que é um negócio de doido.
Adorei cada momento naquele lugar, onde me deliciei com as novidades de meus amigos (o Beto adquiriu uma cobertura, parabéns) e com a companhia deliciosa e divertidíssima da Érica (primeiramente né?)da Bianca, do Pipi, Beto e Dani.
Pedimos uma tábua de frios light, com pepino japonês, ovos de codorna, tomate, palmito, azeitonas pretas e verdes, kani, cenoura, mussarela de búfala e mussarela comum.
Por incrível que pareça combinou direitinho com o chopp.
Como diz meu amigo cheff Munyr Abou, "uma harmonização perfeita" de sabores, amizades e carinho no coração.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Queijo Prima Dona e Penne Dijon-Cejana

Pára tudo! Sei que estou devendo minhas postagens de restaurantes para vcs, mas aqui é necessário pontuar um adendo antes que cometa uma grande injustiça.

Nesta sexta-feira, na agradável casa do novo casal Tiago e Cejana, entre comparsas antigos de rollystroyce, pude mais uma vez adentrar nos recôndidos da culinária de recepção com chave de ouro.

Entre flashes do último capítulo da "Favorita" e gracejos truões, como imitações perdidas de uma dupla conhecida e Sílvio Santos, tive o prazer de degustar iguarias finíssimas como o queijo Prima Donna.Queijo com cura média, aromático e sabor intenso, ideal para aperitivos e culinária por seu peculiar sabor e coloração dourada. O que chama atenção são os pequenos grânulos em sua textura, levemente arenosos. Estes, quando quebram nos dentes, fazem com que voltemos à realidade, quando inebriados por seu sabor de flandres, ouvimos os bramidos tirolezes, entoando "omleeide, omleeide", vislumbrando a bela imagem das leiteiras ordenhando suas malhadas, que darão origem a este delicioso queijo holandês. Valor: aproximadamente 100,00 estalecas o kg.
Regados a Terezopolis Gold, cachacinha Vale Verde (destruidoramene deliciosa) e vinhos reservados chilenos, a certa hora, madame Cejana com seus inigualaveis dotes culinários (engenheira de alimentos), para recepcionar seus ciceroneados, nos regalou com o delicioso prato:
Penne Dijon-Cejana. Formidável mistura de penne grano duro com filé (que de tão macio parecia Kobe Beef) ao molho de mostarda Dijon, especiarias e creme de leite fresco. Tudo com a supervisão atenciosa de sua colega Janine, e o olfato atento do Tiagão.
A este nobre festivo que vos relata, o então sóbrio Abimael, Luisa a ébria, Pierre o homem das mil danças e a divertida e efusiva Bianca, coube a tarefa mais simples: elogiar.
Prometo que a receita virá amanhã, vou testar para ver se tenho a capacidade palativa de reproduzi-la.