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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Brigadeiro de Cerveja, parte prática

para quem gostou da receita do brigadeiro de cerveja, se liga na @girlacid mostrando na prática como se faz.

abs

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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Brigadelícia – Comendo brigadeiro feito homens de verdade!


Após uma breve reunião na rua 28 setor Marista, eis que a senhorita da recepção se despede com um: “Brigado eu”! Fiquei com aquilo na cabeça, feito um mantra, “brigado eu, brigado eu, brigado eu” e então, ao entrar no carro com meu grande sócio de projetos e comilanças @murilogarcez, como em uma epifania avistei em devaneio uma placa escrita "Brigadeiro". Esfreguei meus olhos e li novamente a mesma doce palavra.

Compreendi então que aquela despedida continha em mensagem subliminar, indicativo que deveríamos ir até o local, como um chamado sobrenatural para a realidade paralela dos docitos e guloseimas. Olhei para o mesmo, que atônito pareceu-me compreender a charada, baloiçando levemente a cabeça para cima e para baixo.


Fomos então para a formosa Brigadelícia, (R. 28 esq. C/ rua 15 setor Marista) uma nobre representante das brigaderias, que são “a coqueluche do momento” (em termos juvenis recentes) na cidade.


Os recintos são conhecidos redutos de moçoilas em chás da tarde, principalmente as portadoras de uma certa síndrome que as acomete nos dias que antecedem o catamênio.


Ao pisar na afamada doceria, vislumbramos o Shangrilá. Uma vitrina protegia pequenas preciosidades multicoloridas em confeitos nobilíssimos, jóias da mais prestigiosa arte da chocolateria gourmet.


Porém, fazendo picardias masculinas, eu e meu sócio fomos tomados por uma dose extra de testosterona que insistia em se manter do lado de fora daquele delicado ambiente, dissemos para a atendente praticamente em uníssono: “Tem café forte aí?” a moça assentiu com a cabeça e solicitei um expresso (que depois foi sorvido cruamente).


Para mantermos a pose impostora de quem caiu no ambiente casualmente, solicitamos os seguintes brigadeiros: Wisky (R$ 3,00), Pinga (R$3,00) e Limão (R$2,50).


Praticamente impossível foi, no entanto, escolher o lugar para nos regalarmos com os deleitáveis quitutes de tão aprazívelmente belo que se apresentava o lugar.


O primeiro a ser saboreado foi o de pinga (branco), que escorreu por toda extensão da língua como uma pluma sedosa. Fechei os olhos para não demonstrar meu deleite publicamente.


O segundo, o de wisky (escuro) não conseguiu me provar que tinha aquele ingrediente em sua composição, nem por isso deixou de ser meu amigo.

Murilo, num ato de fraternidade, deixou um pequeno naco do representante cítrico que repousava em seu berço de papel para que eu desse minha derradeira impressão, e a mesma foi: “soberbo este brigadeirinho de limão”.


Para quem leu o texto até o final e agradeceu pela indicação eu respondo: “Brigado eu”!

@rogerio ferreira gonçalves

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Brigadeiro de Cerveja!

Senhoras e Senhores Cervejetarianos,

vejam só a belezura que me chegou pelos intermédios das redes sociais. realmente não da pra resistir...

abs


domingo, 10 de julho de 2011

Alfajor Havanna - O doce do céu.

Doçologos de plantão, começo o post fazendo referência ao inglês Neville Reid que gracejou: ‘se algum dia você for para o céu, com certeza haverá alfajores Havanna ali’.
Nevillinho não é bobinho não!
Desde 1948 nossos hermanitos arxentinos sapecam nosso paladar com o mais perfeito alfajor já forjado por mãos humanas (ou não).
Ícone da cultura platina, esta delícia (que nasceu no Equador, foi mal arxentinos) é composto de duas camadas de massa levemente crocante e com o interior macio, quase esfarelando, e recheado com o mais perfeito doce de leite da bacia del plata. Cobrindo toda essa alegria, temos duas opções, a de chocolate e a de merengue (suspiro).
A última opção, saboreada agora de manhã por este peralta acepipeiro que vos escreve, foi-me presenteada pela consorte Luisa que em um momento de epifania adquiriu o mesmo em sua última viagem.
Não deixem de saborear este quitute, antes ou depois de falecer.

Rogério Gonçalves
@rogeriogonps

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Torteria di Lorenza – Phynesse e Requyntte

Como eu amo meu cartão Alimentação! Essa declaração claramente proletária pouco tem à ver com minha escolha hoje à tarde ao voltar à minha vida Pré-revolução industrial do quartinho na Asa Sul.
É que num rompante de glamour, resolvi levar uma patisserrie da chiquetérrima Torteria di Lorenza, na 302 Sul (ao lado do rango nordestino do último post) para casa.
Minha pedida foi uma micro torta de Profiteroles (R$ 7,00), feita com biscuit de chocolate, creme de chocolate trufado, licor, profiterolis, creme de baunilha especial, chapanois e creme de chocolate.
Ãhnnn, o que é chapanois e profiterolis tio Rogério?
Profiterole é uma sobremesa muito popular na França e foi considerada uma iguaria real no século XVI. Criada graças a um pedido de Catarina de Médicis.
Agora que já está aplicado nos termos da phynesse gastronômica, vou descrever o acepipe: Um bolinho de chocolate, coberto com calda dura de chocolate escuro, ladeado com crispies doces de uma mistura de açúcar de confeiteiro e cacau com um macio profiteroli no topo.
Acabo de dar minha primeira mordida, e mmmmm...lambendo os dedos digo a vocês que é uma das maiores delícias que já comi. Um bolo clarinho e fofo, cobrindo duas fatias de bolo escuro molhadinho e suave abraçando um creme denso e macio de chocolate trufado.
É bom demais! Agora me dêem licença que vou acabar de me refastelar!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Thathagurt, muito por quase nada

Segundona braba.
Algumas reuniões agendadas.
Dia quente que só o cerrado goiano. 

De repente uma pausa no meio da tarde, corro ao Shopping Bougainville para me refugiar num ambiente com ar condicionado.

E entre uma batida de perna e outra me deparei com um quiosque no segundo andar, ao lado da escada rolante, desses frozen de yourgute.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Panettone de trufa de avelã Cacau Show - De coçar a garganta

Vocês já comeram alguma coisa tão gostosa e doce que chegou a coçar a garganta?
Nesta sexta tive o prazer de ganhar da Agência Cerrado Comunicação uma delícia de se comer de olhos fechados e em doses homeopáticas, o delicioso panettone Cacau Show.
Não é exagero dizer que depois de comer esta delícia fica difícil comer outro panettone, e olha que já comi todos esses cheios de novidades por aí, como o de leite condensado, de chocolate branco, alpino, etc.
O acepipe é feito com massa fermentada artesenalmente, recheado sem dó com a mais doce e deliciosa trufa do universo e coberto com uma grossa camada de chocolate ao leite e branco.
Não percam tempo, comam enquanto dezembro não acaba.
A delícia custa R$ 39,90. Ainda bem que o meu foi ganhado.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Bolo de Rolo


Sabedora de meu interesse em gastronomia, uma cliente em um de seus passeios, me trouxe de Pernambuco uma iguaria que sinceramente me deixou embasbacado, para não dizer estupefato (putz dá na mesma), chamada Bolo de Rolo, fabricada pela Casa dos Frios.
Na hora que me presenteou, olhei assim meio desconfiado e pensei: um rocambole industrializado? Fiz carinha de quem estava entendendo o mimo, mas por dentro fiquei esperando acabar meus atendimentos para "olhar com a boca".
Ao abrir a caixinha, me deparei com um rocambolezinho com um pão-de-ló finíssimo, recheado de goiabada. Olhei de novo...vamos lá!
Primeira mordida: Sentei em minha poltrona, fechei os olhos, respirei fundo e senti banhar-me pelas brisas do Atlântico ouvindo aquela música do U2, Beautifull Day.
Segunda mordida: Senti a massa levíssima com dulçor moderado, contrastando com o apurado e fino doce de goiaba. Não era rocambole, era....bolo de rolo.
Não entendi mais nada depois disso. Só pensava em trazer a representação deste paraíso em caixinhas para Goiânia.
Detalhe: A maravilha já é considerada patrimônio imaterial de Pernambuco e é vencedora do Guia Veja 2007.
Maurício de Nassau que me perdoe, mas descobri Pernambuco.

BOLO DE ROLO

Ingredientes:
Massa:
200g de manteiga em temperatura ambiente;
200g de açúcar;
6 gemas;
200g de farinha de trigo;
1 colher de chá de fermento em pó;
6 claras em neve;

Recheio:
500g de goiabada caseira;
½ xícara de chá de água;

Para montar:
Açúcar de confeiteiro

Modo de preparo:
Massa:
Na batedeira, bata a manteiga com o açúcar até formar um creme. Coloque as gemas e continue batendo até ficar cremoso. Junte a farinha de trigo, o fermento em pó e misture. Por último, as claras em neve.
Recheio:
Leve ao fogo a goiabada com a água e deixe amolecer. Em seguida, passe por uma peneira.
Montagem:
Coloque 5 colheres de sopa de massa para assar cada bolo. Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por 5 minutos aproximadamente. Pressione levemente com os dedos para verificar a textura. Retire, coloque a forma sobre um pano úmido ou sobre o mármore, passe o recheio e enrole. Asse o segundo bolo, passe o recheio e enrole com o primeiro bolo. Faça o mesmo procedimento com os 5 bolos. Polvilhe com açúcar de confeiteiro.
Pulo do gato:
O segredo é não deixar dourar porque a camada tem que ser muito fina, e que assa rápido. Coloque a massa sobre papel manteiga untada. Você também pode fazer um massa de pão-de-ló de água, assando sem dourar, colocando a massa bem fina na fôrma (cerca de dois dedos) e depois de pronto, deixe esfriar e coloque um pano de prato bem úmido em água por cima outro por baixo e deixe por cerca de uma hora, isso facilita para enrolar.