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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Pitanga Sabor e Equilibrio- O florido quintal das ninfas

Às vezes me pergunto se seguindo a dieta do "você é o que você come" serei leve ao comer salada, azedo se chupar limão ou doce se tomar sorvete.
Ainda não me tornei gostoso por saborear coisas apetitosas mas sigo tentando, com cuidado especial na ingestão de guariroba e jurubeba.
Num desses arroubos de tentar planar feito pintassilgos, resolvemos eu e a Luisa almoçar num restaurante de saladas, sanduíches e sucos naturais pertinho do Parque Flamboyant, chamado Pitanga (Rua Setenta - nº 401 Jardim Goiás - Jardim Goiás).

O local é um desses formidáveis achados que encontramos vez ou outra, como um jardim secreto no meio de edificações de vidro e concreto armado. 
Painéis pintados e grafitados nos muros remetem-nos uma organicidade que tanto precisamos nesta capital verticalizada e cinza que está se tornando Goiânia.
Um pequeno cantinho colorido de leitura nos salta aos olhos ao adentrarmos pelos átrios de um revigorante quintal com mesas de madeira, um pula-pula para adultos e uma fita Jump Line amarrada entre duas árvores para os aventureiros que não tem medo de ganhar um tombo na frente dos comensais.

Redes convidativas também nos chamam para ficarmos à vontade neste espaço que parece ter sido criado para voltarmos a sonhar diante da seca realidade urbana.

Em meio ao deslumbramento inicial, tive acesso ao cardápio, servido por uma bela donzela saída das fábulas de Tolkien, parecendo uma sílfide que perdera suas asinhas.
Saladas, sanduíches e sucos...mas escolhi logo o errado (no ótimo sentido), o menos natural de todos ciabata, pernil, tomate seco, muçarela de búfala, rúcula, pesto, passas... A maravilha das maravilhas! Tenro, suculento e sem restrições de recheio, tudo com mostarda de berna.

Para refrescar, suco de água de coco e uva.

No final, gastei R$ 38,00 e ainda  ficou a impressão de ter ido a um dos meus novos lugares favoritos, com a convicção de retorno breve.
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Loving Hut e tal do Veganismo

Dia desses, seguindo a sugestão do Alexandre Borges, decidi me aventurar pelas praias do veganismo. O tal aí é adepto dessa onda a uns 3 anos, se não me falha a memória, e numa conversa me sugeriu uma expedição por esse território totalmente desconhecido.

Primeiramente vamos as definições (Alexandre seu eu falar alguma besteira você corrige aí camarada): o ser humano adepto do veganismo não se alimenta de anda de origem animal, isso inclui leite, ovos e afins. O vegetariano tem na sua dieta esses alimentos, menos carne de qualquer espécie. O CERVEJATARIANO não está em pauta nesse post.


E dito isso vamos ao que interessa. Em Goiânia abriu uma franquia da maior rede de restaurantes veganos. O Loving Hut, a idéia é oferecer uma comida saudável e que contribua para a sustentabilidade do planeta (quer saber mais sobre a franquia clique AQUI).

O esquema do restaurante é simples e funcional. Você vai ao balcão faz o pedido, paga e recebe uma senha; quando a senha é chamada retira-se a refeição numa passagem ao lado do balcão, mesmo lugar que no final da refeição o cliente deve devolver o prato. Assim diminui os custos e não sobrecarrega ninguém! Eu adorei.

Na aventura Denise foi de Yakissoba Tradicional Vegano (pedido altamente conservador) que leva: macarrão, proteína de soja, brócolis, couve flor, pimentões coloridos, acelga, repolho, cenoura, cebola e molho shoyo. 


Este que vos relata foi de Agridoce Vegano Tradicional que vai: de soja, brócolis, couve flor, pimentões coloridos, acelga, repolho, cenoura, molho a base de tomate e abacaxi, acompanhado de arroz yakimeshi.


Os pratos são muito bem servidos, quando se olha pra eles agente não acha que vai passar fome pela falta da carne (seria isso uma estratégia?)

Meu Agridoce me surpreendeu; geralmente não gosto do gosto do abacaxi na comida, mas da forma que o molho foi feito ficou realmente muito bom.

O Yakissoba também estava delicioso (claro que dei umas tascadas no prato da patroa, ossos do ofício) o molho shoyo estava um pouco mais suave que os tradicionais, não sei pela ausência da carne ou se por outro motivo, mas eu achei bom! A Denise estranhou um bocado.

No cardápio tinha uma porção que fiquei um pouco interessado em provar, a de bolinhos de soja frito, mas infelizmente não estava disponível no dia, fiquei na vontade.

A conta também ficou bem saudável; R$32,00 pelas refeições e sucos que acompanharam.

Tinha também um tal de bife de glúten, ma esse eu achei radical demais pra minha primeira investida em terras desconhecidas. Por que, afinal, o que é diabo glúten? Sempre vejo nas embalagens “não contém glúten” e achei que isso seria um pouco perigoso pra mim.

No final das contas quase não percebemos a falta da carne. Mas tanto o veganismo ou o vegetarianismo ainda não é pra mim, quem sabe um dia eu, pelo mesmo, diminuo a quantidade de carne que como. Por hora fiquemos apenas com a experiência.


Mas antes de terminar o post preciso confessar uma coisa. A data escolhida para conhecer o Loving Hut não foi escolhida meramente ao acaso; no mesmo dia, a noite, tinha um super churrasco e eu pretendia enfiar o pé na jaca, #prontofalei mas o que vale é a intenção.

Para quem quiser se aventurar, ou já é adepto do veganismo, o Loving Hut fica na Rua C-238, Qd. 554 Lt. 11, S/Nº, Jardim América; pertinho do Ginásio de Esportes.

abs

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

República da Saúde – Comida Natureba com muito sabor


Domingão desses, tava eu de bobeira em casa quando pisca no meu twitter “#saúde Domingo é dia de peixes especiais na República da Saúde”. Ou algo similar que não vou me esforçar pra lembrar agora.

Conheço a qualidade do que é servido na República da Saúde de outros carnavais. Sempre que podia eu ia (e pode acreditar que eu ia muito, nesse ponto sou folgado que dói) a casa do Chef Tonny Martins filar uma bóia esperta. Era no aniversário do Danilo, ou do Mateus, da Lívia, ou do Tio Tonny, da tia Virgínia, ou um dia qualquer depois da aula; enfim sempre que rolava eu tava por perto fazendo uma boquinha. Família de grandes amigos, pelos quais tenho grande admiração e respeito.

Depois do momento “rasgando seda” onde eu estava mesmo? Ah sim! O twitter despertava minha fome. Como eu sabia que meus Cunhadinhos (se cunhado fosse bom não começava com .... deixa pra lá) estavam viajando, e pensava que provavelmente minha sogra não tava muito afim de esquentar a barriga no fogão, liguei pra eles e convidei para conhecerem o restaurante. Como eles são do time que gostam das comidas naturais, a chance de eles aceitarem o convite era de uns 283,7%, com 0,0% de margem de erro para mais, ou para menos.

O República da Saúde é um empório e restaurante que abriu suas portas a poucos anos atrás (apesar de ser muito amigo deles, essas coisas de datas nunca funcionou comigo. Sou péssimo com isso) apostando no conceito de alimentação de qualidade e saudável. Todos os pratos são feitos com produtos integrais e orgânicos, usando azeite no lugar de óleo, e coisas do tipo. No empório tem uma grande variedade de produtos pra turma dos naturebas. Suplementos, medicamentos fitoterápicos, cookies, cervejas orgânicas, enfim de um tudo. O lugar virou um dos pontos de peregrinação pra essa galera.


Chegamos lá, e depois de devidamente acomodados fomos aos aparadores. No de salada é tanta cor que as vezes penso ser arriscado um ataque epilético.  É muita variedade; meus sogros ficaram até em dúvida por onde começar. Na parte de salada faço duas menções especiais: a primeira é paras as saladas que levam massas integrais e a segunda é o quibe de soja que eles servem lá. Caraca! Esse quibe é sensacional.

Para acompanhar as saladas tem os molhos feitos no próprio restaurante. Eu sempre vou de mostarda e mel, então não sei dizer quais os outros; mas eles existem.

E como o que me arrebatou para o local foram os peixes (e não a companhia dos meus “adorados” sogros, maldade!!), terminado o round das saladas, parti pro que interessa. No menu dos peixes tínhamos risoto de bacalhau e cação ao molho de manga. Apesar de ser declaradamente anti manga, fui experimentar a mistura. Fiquei com a sensação que se fosse maracujá o prato me agradaria mais. O risoto estava um pouco mais molhado do que estou acostumado, mas estava delicioso. Na verdade pratos com bacalhau e eu temos um tórrido caso de amor, é o meu calcanhar direito deAquiles.

Findo os peixes fui ciscar em outros temperos. Provei soja ao molho de damasco; maravilhoso o prato. Feito como se fosse a comida que liga e desliga (não resisti!). Hamburguilha (que é um hamburger pequenino) ao molho sugo, que estava muito bem temperado. E pra arrematar um franguinho grelhado com repeteco do molho mostarda e mel.

Ok! Pode falar. Eu comi que nem um condenado!!!!! Porém tudo light e saudável. E como diria o Jota Quest: “que bom se todo dia fosse sempre assim”.

Para molhar a goela: suco de cupuaçu (meu), abacaxi com hortelã (Denise), frutas vermelhas (sogra). Traz dois cafés (sogro e eu), fecha a conta e passa a régua!

Tonhão, de Riberão, e Mateuzin...os truta que comandam a República da Saúde (foto da internet)
Não saberia dizer se o preço que pagamos foi caro ou barato. Afinal quanto custa manter sua saúde em dia?

abs

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Zimbrus Surf Food – de bermuda e havaianas

Aí merrmão, quê tu vai querer?
Foi dessa forma cariocandanga que fui atendido no Zimbru´s Cls 305 Bl D s/n lj 37 em Brasília.
Para quem ainda não sabe, eu agora sou correspondente do meu maravilhoso blog no coração do Brasil, pelo motivo de meu ingresso como empregado público federal na capital nacional (e tem gente que diz que eu só como...Que ousadia zentsi).
Mas vamos às aventuras.
Após ter meu cartão bloqueado em virtude de um caixa rápido zicado, fui convidado por meu amigo Vinição Belezoca a comer um rango natureba no restaurante mais Hawaiiano do cerrado. Zimbru´s.
Fui a caráter. Bermuda, havaianas brancas e camiseta gola V (minha namorada gargalharia 3 dias).
Meu mecenas (quem tem amigo tem tudo) indicou (e pagou) uma salada chamada Hot Salad Filet, que custou módicos R$ 19,90.
O prato, que parecia a selva de Serra Leoa, era comandado por um mix de alface americana e crespa, champignon, tomate em cubos, croutons, pasta de ricota com ervas, cobertas com molho de mostarda e mel, ladeando (agora sim) praticamente um quilo de filé em tiras grelhado com cebola.
O Vinição, que tinha montado uma salada e pedido um filé de frango grelhado por R$ 24,00 confessou sua inveja do meu pedido e ficava olhado de soslaio, mascando seu franguito, enquanto eu me refastelava com nacos suculentos de filé. Uma delícia!!!
Comida light boa é assim!!!

sábado, 29 de janeiro de 2011

DNA Natural, o natureba de bom sabor!

Dia desses lá estou, novamente, no meu refúgio do sol escaldante da cidade em busca do ar convidativo do Shopping Bougainville.

Desta vez fui até lá com a intenção de trabalhar, e como a reunião demorou um pouco além do previsto para terminar, ao fim (lá pelas 16h30) fui em busca de algo para comer.

Como digníssima e eu estamos numa fase meio naturalista, em vez dos tradicionais sanduíches dos fast foods locais batemos no DNA Natural, uma franquia de cardápio natureba (agente anda meio enjoado do subway...) que veio de Santa Catarina.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Yoshiko Hirugohan - O melhor Yakissoba orgânico do ocidente


Neste domingo pude juntamente com minha família (pai, mãe, irmão e filha) relembrar tempos idos e felizes, e o melhor, com amigos tão queridos quanto nossas lembranças.
Em frente ao antigo clube Itanhangá, (Di Roma, e tantos outros nomes que nem sei como chama hoje), mora em uma imensa casa, numa linda chácara, uma família que está presente em nossas vidas desde sempre, Yoshiko e Akira com seus filhos, Seiki (meu amigo Pokuzoi) e Kyomi.
Haviam semanas que ensaiávamos o encontro que enfim aconteceu, regado por lembranças de quando meu pai era químico industrial de uma mineradora canadense e Yoshiko secretária executiva dos chefões da empresa (ingleses e sul-africanos).
Muita coisa mudou de lá para cá, porém, algo que permanece intacto em nossas almas é o amor por estes amigos que sempre nos recebem com cuidado e mesura tais, que fazem com que o tempo e a distância sejam relativizados em instantes, pequenos lapsos nas pregas do universo (estou tão poético ultimamente).
Para nos trazer para seu continente cultural, a família fez num grande Wok um tradicional Yakissoba feito com verduras e legumes plantados e cuidados com esmero na grande horta familiar adubada com esterco galináceo também produzido no lugar pelas cacarejantes moradoras da granja do Akira (Jack Chan).
Depois de assistirmos vários vídeos engraçados mostrados pelo Seiki, e vermos as belas bijuterias de pano da Yoshiko, e a minuciosa arte de origami da Kyomi nos despedimos levando um pouco do mais saboroso e perfeito yakissoba degustado por este ocidental.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Estação do Açaí - Quibe de soja e suco de amoras


Olá! Nesta sexta-feira fui ao Centro comprar granola na rua 4 número 124(onde se encontram as melhores não industrializadas) quando resolvi fazer um lanchinho natureba ao lado de uma das lojas, a Estação do Açaí.
Lugarzinho jóia, cadeiras e mesas rústicas, um ambiente bem vegan mas não biodesagradável (ouvi este termo de um naturalista semana passada e amei).
Pedi um quibe de soja com suco de amoras e....aprovei em absoluto!
O quibe gigantesco, assado e recheado com queijo não tinha sabor de comida extraterrestre como a maioria dos rangos naturebas que já comi. Uma delícia que supera a maior parte dos quibes com carne que já comi em gyn.
O suco então nem se fala, parece que usaram umas três polpas para fazer, de tão encorpado que estava. Muito bom.
Outra coisa que convém frisar é o atendimento maravilhoso do lugar. Pessoal bem preparado e conhecedor dos pratos.
Fiquei sabendo na boca miúda que servem uma deliciosa feijoada vegetariana e bife de glutem por lá também.
O preço convém frisar! Paguei R$ 1,80 no quibe e R$ 2,00 no suco.
Assustou??? Vai lá.