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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Coxinha Vegana

Caríssimos!

Vos coloco a versão vegana de um dos pratos mais típicos (e gordos) da história da culinária, encaminhada por Alexandre Borges. Sim meus caros, veganos também comem porcarias gordurosas! pois é, também fique surpreso...

abs

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Coxinha de buteco (Vegetariano)

Ingredientes:

Para a Massa:
- 500g de farinha
- 1 litro de água
- 150g de margarina vegetal
- Tempero pronto (Sugiro Sazom laranja, o que serve para massas)

Para “empanar”:
- Leite e Ovo
- Ou (Para uma opção vegana) Ferva 200g de linhaça e terá o mesmo resultado.
- Farinha de rosca

Para o Recheio:
- 200g de proteína de soja pequena
- Sal e alho para temperar
- Manjericão picado
- Salsa
- Pimenta calabresa
- shoyu
- Azeitonas picada
- Palmito picado
- Cebola picada
- Catupiry (Opcional)

Modo de preparo:

- O Recheio:
Primeiro é preciso começar pelo recheio porque enquanto a massa estiver sendo feita, o recheio vai esfriando e isso facilita na hora de montar. A soja é um tanto difícil de pegar sabor e sair o peculiar aspecto de isopor amarelinho com gosto de nada. Para isso primeiro em uma panela média colocar água até a metade, com um pouco de sal e óleo e shoyu, assim que estiver borbulhando colocar a soja e deixar ferver em fogo baixo até criar uma espuma branca. Depois desse processo é preciso lavar a soja bastante até a água sair branca. Pronto, agora não existe mais isopor, só um ótimo ingrediente a ser temperado, é preciso escorrer bem a água da soja, tentando mante-la o mais “enxuta” possível, aperte bem com as mãos que a água sai fácil.

Colocar todos os temperos, Manjericão, Salsa, Pimenta, alho e sal. Misturar bem até que a soja pegue o sabor, depois disso em uma frigideira antiaderente colocar pouco óleo, deixar esquentar bastante e colocar a soja para fritar. A soja suga todo líquido então o óleo irá sumir, para fritar bem e não ficar encharcado é preciso ir apertando a soja com uma colher, de preferência de pau para não estragar sua frigideira. O ponto da soja é quando ela fica com um tom avermelhado. Para essa quantidade de soja acredito que uns 5 minutos em fogo baixo já é o suficiente. Após fritar a soja, reserve, frite a cebola, o palmito e a azeitona e reserve junto a soja e deixe  esfriando.

- A Massa:
Em uma panela grande, adicione a água, espere começar a esquentar e adicione a margarina, após dissolver a margarina adicionar o tempero pronto e vagarosamente ir adicionando a farinha de trigo e lembre de não parar de mexer, essa é a parte mais importante, não pode deixar ficar bolhas de farinha, você vai precisar de força no braço para ir mexendo e atenção para não esquecer nenhuma parte o ponto da massa é quando ela para de grudar na panela e começa a ficar difícil de mexer. Depois disso, despeje toda a massa em uma superfície lisa e fria, espalhe e deixe esfriando um pouco.

- A Montagem:
O processo de montar a coxinha é algo terapêutico e precisa de muita atenção e cuidado se não a coisa não funciona, primeiro coloque a farinha de rosca em um prato ou forma grande o suficiente para você rolar a coxinha por ela, depois em um pote ou vasilha funda coloque o leite e o ovo e misture, ou se for uma coxinha vegana é só pegar a água da linhaça (após ela estar fria). Isso vai servir para a coxinha “segurar” a farinha de rosca e então ficar empanada e com a gosto de felicidade.

Aqui existem algumas opções, pode-se espalhar pela mão colocar o recheio e fechar a coxinha dando à massa o comum formato ou fazer bolinha e abrir uma parte para colocar o recheio e moldar ou é possível até encontrar formas para coxinha em mercados que torna o processo bem mais fácil. Eu, particularmente, prefiro espalhar pela mão e ir moldando, para isso pegue um pouco de massa e espalhe pela mão e não deixe a massa ficar muito fina se não quando for fechar a massa vai rasgar e seu recheio vai vazar.

Coxinha recheada, fechada e devidamente moldada, passe-a pelo leite com ovo rapidamente para molhar por completo e role a mesma pela farinha de rosca e pronto, sua coxinha está pronta e empanada.

- Para fritar
Use bastante óleo (Sim é uma receita gordurosa, mas gordura é vida e felicidade, então tudo fica bem no final). Deixe o óleo bem quente, frite e seja feliz.

Observações:
Para saber se o óleo está quente o suficiente, coloque uma colher de pau, ou uma varetinha, pode até ser um palito de dente ou de fósforo se da madeira começar a sair umas bolhas é que o óleo está quente o suficiente.

Esta receita rende cerca de 20 coxinhas (grandes) e como o comum é comprar no mercado pacote de farinha de trigo de 1kg já é desculpa de fazer duas vezes a mesma receita.

E um desafio, se você é daqueles que come a coxinha pela “ponta” experimente começar a comer pelo “fundo” é mais fácil de chegar ao recheio e você não vai ficar sofrendo de ansiedade para chegar a essa delícia caseira.

E como é uma coxinha de buteco, uma boa cerveja para acompanhar sempre vai cair bem.

Essa receita custa em média uns 25 a 30 reais, e rende bastante, vale a pena fazer e deixar congelada para ir comendo durante a semana ou de uma só vez tomando aquela cerveja com os amigos em um sabadão.


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Loving Hut e tal do Veganismo

Dia desses, seguindo a sugestão do Alexandre Borges, decidi me aventurar pelas praias do veganismo. O tal aí é adepto dessa onda a uns 3 anos, se não me falha a memória, e numa conversa me sugeriu uma expedição por esse território totalmente desconhecido.

Primeiramente vamos as definições (Alexandre seu eu falar alguma besteira você corrige aí camarada): o ser humano adepto do veganismo não se alimenta de anda de origem animal, isso inclui leite, ovos e afins. O vegetariano tem na sua dieta esses alimentos, menos carne de qualquer espécie. O CERVEJATARIANO não está em pauta nesse post.


E dito isso vamos ao que interessa. Em Goiânia abriu uma franquia da maior rede de restaurantes veganos. O Loving Hut, a idéia é oferecer uma comida saudável e que contribua para a sustentabilidade do planeta (quer saber mais sobre a franquia clique AQUI).

O esquema do restaurante é simples e funcional. Você vai ao balcão faz o pedido, paga e recebe uma senha; quando a senha é chamada retira-se a refeição numa passagem ao lado do balcão, mesmo lugar que no final da refeição o cliente deve devolver o prato. Assim diminui os custos e não sobrecarrega ninguém! Eu adorei.

Na aventura Denise foi de Yakissoba Tradicional Vegano (pedido altamente conservador) que leva: macarrão, proteína de soja, brócolis, couve flor, pimentões coloridos, acelga, repolho, cenoura, cebola e molho shoyo. 


Este que vos relata foi de Agridoce Vegano Tradicional que vai: de soja, brócolis, couve flor, pimentões coloridos, acelga, repolho, cenoura, molho a base de tomate e abacaxi, acompanhado de arroz yakimeshi.


Os pratos são muito bem servidos, quando se olha pra eles agente não acha que vai passar fome pela falta da carne (seria isso uma estratégia?)

Meu Agridoce me surpreendeu; geralmente não gosto do gosto do abacaxi na comida, mas da forma que o molho foi feito ficou realmente muito bom.

O Yakissoba também estava delicioso (claro que dei umas tascadas no prato da patroa, ossos do ofício) o molho shoyo estava um pouco mais suave que os tradicionais, não sei pela ausência da carne ou se por outro motivo, mas eu achei bom! A Denise estranhou um bocado.

No cardápio tinha uma porção que fiquei um pouco interessado em provar, a de bolinhos de soja frito, mas infelizmente não estava disponível no dia, fiquei na vontade.

A conta também ficou bem saudável; R$32,00 pelas refeições e sucos que acompanharam.

Tinha também um tal de bife de glúten, ma esse eu achei radical demais pra minha primeira investida em terras desconhecidas. Por que, afinal, o que é diabo glúten? Sempre vejo nas embalagens “não contém glúten” e achei que isso seria um pouco perigoso pra mim.

No final das contas quase não percebemos a falta da carne. Mas tanto o veganismo ou o vegetarianismo ainda não é pra mim, quem sabe um dia eu, pelo mesmo, diminuo a quantidade de carne que como. Por hora fiquemos apenas com a experiência.


Mas antes de terminar o post preciso confessar uma coisa. A data escolhida para conhecer o Loving Hut não foi escolhida meramente ao acaso; no mesmo dia, a noite, tinha um super churrasco e eu pretendia enfiar o pé na jaca, #prontofalei mas o que vale é a intenção.

Para quem quiser se aventurar, ou já é adepto do veganismo, o Loving Hut fica na Rua C-238, Qd. 554 Lt. 11, S/Nº, Jardim América; pertinho do Ginásio de Esportes.

abs