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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Nova Vida


Vida de rescém casado é assim: a mulher costuma nunca achar que a casa está pronta, que sempre falta uns badulaque aqui, uns bilelô acolá e força nós, pobre e indefesos maridos, a acompanha-las as compras. E mesmo sabendo que nossa opinião, e nosso entendimento em matéria de decoração, é tão importante como a de um babuíno sentando em cima de uma árvore, lá vamos nós.

Só para se ter uma idéia, ontem véspera de feriadão, passamos em casa arrumando quadros, instalando persianas, blá blá blá...

Mas estas desventuras podem ter boas surpesas no caminho. Dia desses, em busca de uma mesa para o computador daqui de casa fomos até a Campininha, bairro onde acha de um tudo na cidade de Goiânia, e no busca daqui, orça de lá finalmente chegou a hora do almoço. Buscando por estimulos olfativos interessantes paramos num restaurante Self Service chamdoFlor de Pequi.

Confesso que não espera grande coisa de cardápio, decoração e coisas afins, mas felizmente quebrei a cara. Inscrustado no coração da Campininha, na Av. Senador Jaime entre a Castelo Branco e a Av. Anhanguera, o Flor de Pequi é restaurante com decoração típica das cidades coloniais de Goiás, com direito a fogão a lenha e tudo mais, a variedade de pratos quentes e frios fez minha cabeça dar um nó, e não sei se pela fome ou se pela frutação de ir comprar coisas que não entendo , coloquei um pouco de muita coisa no prato. E no momento de pesar o prato veio a melhor supresa do almoço, seguramente meu prato pesava mais de 700g e no preço da balança deu menos de R$10,00. Ai era só se entupir de comida e correr para o abraço, ou pra cama!  O que infelizmente não aconteceu comigo, que teve que fazer a digestão buscando apetrechos para o lar.

A outra desventura não foi exatamente uma supresa. Fomos a feira do cerrado, definitivamente a feira mais bacana de Goiânia, que acontece aos domingos a partir das 9h no Parque da Criança, ao lado do Serra Dourada. Lá, diferente das outras feiras da capital, só se encontra produtos de artesanato, a algum tempo frenquentamos o espaço.

E entre uma banquinha e outra, nossa parada obrigatória é no banquinha de biscoite de polvilho frito, que fica no final da “rua” de entrada da feira. Sem falsos exageros o biscoito de Polvilho da Feira do Cerrado é o melhor do mundo, melhor até que o biscoite que minha mãe faz! E pra quem conhece os dotes culinários de mamãe, entende bem o que quero dizer.

Para um baita biscotão são míseros R$ 2,00 e é claro que nunca como só um! Para acompanhar um sucão de 500ml de abacaxi com hortelã super gelado da banquinha imediatamente a frente, por apenas R$2,50. Ir a Feira do Cerrado sempre é muito bom! comida boa, atendimento dos feirante sempre altamente cordial, produtos diferenciados para toda e qualquer ocasião, música boa, alé de sempre encontrar por lá os amigos de batalha da área da cultura em Goiânia.

E só pra fechar. Ainda continuamos (ou melhor, minha esposa continua) em busca da decoração perfeita....

abs
@murilogarcez

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Marmitex da Dona Maria - P.F rules

O marmitex da Dona Maria comanda!!!

Num dia daqueles com preguiça de cozinhar (sim, eu ás vezes tenho preguiça), não penso duas vezes, pego minha motoca e corro para a praça da bíblia atrás do Itaú, e tasco logo um pedido para o Paulão, um marmitex para duas pessoas (que servem 3 fácil e tem preço de um).
Por míseros R$ 6,00 vem dois tipos de carne servidas em separado, e um montão de delícias do dia. Comida caseira que a muito tempo não tinha o privilégio de comer.
Além do mais, o feijão da Dona Maria é (perdoe-me dona Cleusa) o melhor de hemisfério sul.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Aquarius-Anápolis (kg)

Tinha um pouco de preconceito em escrever sobre restaurantes a quilo, mas um amigo me convenceu que se eu como devo falar.

Ontem, terça-feira almocei em um restaurante tradicional aqui em Anápolis, o Aquarius, localizado na av. Minas Gerais, praça Dom Emanuel, bairro Jundiaí.

O lugar é fresquinho e tem um gigantesco aquário com peixes (nada ornamentais) dentro da nave princiapal, que já foi moda mas hoje é meio out, porém nada que tire o apetite de quem escolhe o lugar.

A comida é o ponto forte da casa, onde muitas opções (em se tratando de Anápolis) são oferecidas aos clientes, e todas feitas com um tempero delicioso e na medida.

O valor é R$ 16,90 o Kg.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Max Sushi Bougainville- Delícia a kg

Antes da avaliação, gostaria de dizer que estou muito feliz com as visitas ao blog, que mesmo sem comentários me enchem de euforia pelo Analytics.

Já rasgadas as sedas necessárias, hoje falo sobre o Max Sushi Bougainville (o do Flamboyant terá seu comentário um pouco menos elogioso) e seu sushi supimpa.

Neste domingo, voltando do filme Chê (com o Benicio del Toro) não me contive aos prazeres deste restaurante, que milagrosamente estava sem fila.

Já tinha comido lá inúmeras vezes, mas decidi postar agora pela surpresa que me causou o Skin de salmão dessa vez. Crocante e saboroso me fez crer que mesmo sendo por quilo, o Max Bougainville tem o melhor custo benefício da cidade para quem vai pedir o prato sozinho.

Nunca gasto mais que R$ 12,00 com a usual H2o de maçã, que acho o melhor acompanhamento.

Vou ser o cara mais massa do Brasil e postar uma receita de Skin salmão para vocês.

Até a próxima.


Receita: Skin Salmão


Ingredientes:

Pele de 1/2 salmão (sem escamas) retirada com 1/2 cm da carne;

Farinha de trigo;

Óleo para fritar;


Modo de fazer:

Corte a pele de salmão em 3 ou 4 bocados, para facilitar a fritura. Passe os bocados na farinha, dos dois lados. Numa frigideira, coloque óleo a aquecer (mais ou menos 2 cm de profundidade de óleo). Frite a pele de salmão enfarinhada no óleo bem quente, até ficar dourada e um pouco estufada. Escorra em papel absorvente. Deixe arrefecer um pouco e corte em tiras. Depois é só fazer seu uramaki, temaki ou o que vier na telha. Se for temaki faça maionese batida c shoyo, wasabi e cebolinha.