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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Casa Coupê Paraty- O lugar dos petiscos

Conhecida como a melhor casa de acepipes de Paraty-RJ a Casa Coupê (Praça da Matriz- Centro Histórico) inaugurada em 1952, não decepcionou os paladares dos convivas Fernando, Maira e Luisa que comigo foram conferir suas delícias.
Com um lindo visual retrô, o lugar nos recebeu com o atendimento internacional do francês Augustine.





Na citada casa comemos Peixinho Coupê, iscas de Peixe (que estavam duras e insossas) empanadas com Panko e molho especial (R$ 29,50) como entrada até pedirmos algo mais substancial.

Para beber, as garotas pediram Mojito (R$ 16,00 ), que estava na medida certa, deliciosamente refrescante, e nós, os varões, fomos de Bear Beer (R$11,70) uma Strong Ale com 7,7 de graduação alcólica, fresca e potente.


Decidimos então pedir os tradicionais sandubas da casa.
Mais uma vez a divisão foi time azul e time rosa. Homens pediram Cordeiro Coupê, com 150 g de hamburger de pernil de cordeiro, queijo Brie, Alface e molho de hortelã, acompanhado de batatas texanas (23,90). Formidável, com o molho na medida para contrapor a remosidade natural do burrego, que era tenro e macio. Uma delícia!


As garotas foram Burguer ao Poivre, 150g de hamburguer na crosta de pimenta preta moída, cebola roxa, queijo Gruyère, alface, tomate e molho especial (R$ 22,80). Experimentei mas preferi o meu, estava gostoso, mas achei o sabor bem convencional, sem contar que não vi nada de crosta.
Ao escrever o post quase tive um treco de saudades daquela cidade mágica.
Para quem não conheceu, não perca tempo, faça logo sua reserva para o carnaval ou férias de julho.

O ambiente conta com wifi, cartões de débito e crédito e cobra os 10%

quarta-feira, 11 de julho de 2012

McAngus Deluxe Bacon, o slow food do McDonald´s

foto da internet! não lembrei de tirar a minha própria...=(



Dia desses saindo de um compromisso às 17h e azul de fome resolvi contornar a reprogramação alimentar e me atirar de cabeça em algo que adoro, um sanduiche.

Minha opção foi, pela praticidade do caminho, o McDonald´s da T-63. Já tinha visto o comercial do novo sanduíche da franquia feita com hambúrguer de carne angus, um tipo de boi aí destinado a produção de carne de alto padrão, e resolvi experimentar.

Escolhi uma dessas lojas de fast food principalmente pela rapidez, quebrei a cara! Sei lá que estava acontecendo esse dia, mas meu pedido demorou quase 10 minutos para sair da cozinha.

Depois que umas quatro pessoas que fizeram seus pedidos depois de mim já tinham ido matar sua fome resolvi perguntar para o atendente: “por favor, o que tá acontecendo com meu pedido? Já tem algum tempo que estou aguardando.”

Ah! O bendito atendimento de Goiânia. Pensa num povo despreparado? O fídumaégua tem a cara de pau de me responder: “Uai, num sei não!”, e nem ao menos tem a boa vontade de se virar e olhar pra linha de montagem pra ver se estava tudo certo, ou se meu pedido já estava sendo encaminhado.

“então me chama o gerente, peloamordeDeus!!”

Realmente não dá pra entender o mal que afeta os estabelecimentos comerciais de Goiânia, o mau atendimento é tão patológico que seria digno de um estudo ou intervenção divina, sei lá.

Depois do aborrecimento nem consegui direito aproveitar o sanduíche, e olha que estava com fome. Só queria terminar logo e ir embora.


abs

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Picolé do Coreto – Cidade de Goiás


Num delicioso feriado prolongado, eu e Luisa decidimos levar as crianças para conhecer a maravilhosa Vila Boa ou Cidade de Goiás, a antiga capital de nosso estado, bem como a história por trás da terra onde nasceram e foram criados.

Ficamos hospedados no lindo Hotel Vila Boa bem na entrada da cidade, onde tínhamos a estonteante vista da Serra Dourada, caminho de chegada das bandeiras nos rincões dessa terra de troncos ressequidos e ares de Savana.

Entre visitas a museus e divertidas brincadeiras na piscina, fomos mais de uma vez até o coreto da praça principal, construído em 1920 experimentar os mais variados tipos de picolés, feitos com capricho, zelo e frutas selecionadas.

Meninos pequenos e grandes se esbaldaram com sabores sortidos, como abacate, cajazinho, coalhada, pequi, creme de ovos, graviola, murici, pitanga, acerola...Por apenas R$ 1,50 cada.

Se pudéssemos ficaríamos ao menos um dia inteiro naquele antigo monumento onde o vento morno sopra o hálito de gerações de goianos, que num breve piscar de olhos poderiam ser vistos desfilando em trajes de passeio com mesuras europeias sobre o chão de paralelepípedos.

Rogério Gonçalves

sexta-feira, 1 de junho de 2012

BK Furioso, furioso com atendimento.



Era um desses finais de noite meio xexelentos, sem nada para fazer, eu tinha chegado em casa e ouvi um daqueles convites que faz a perna da gente bambear.

“Meu bem, vamos ao Burger King?” Te fala uma coisa, a pessoa se esforça pra sair da gordice, mas a gordice não sai da pessoa, lá vamos nós às 22h pro BK.

Chegamos à loja da 136, setor sul, uns 15 minutos depois, pra mim um promoção do novo BK Furioso (curiosidade investigativa), com batata furiosa e um sorvete, que tinha combinado pegar depois do lanche, e pra Denise um Steakhouse Burger e refri.

BK Steakhouse Burger
Pagamos R$50 pelo lanchinho leve noturno, e depois que a atendente me entregou o cupom fiscal veio a notícia, “senhor estamos em falta com a crispy onion”. Esse bendito ingrediente é o que fez a Denise se apaixonar pelo sanduíche pedido, e só depois que eu paguei a conta veio a fatal notícia?

No meu parco entendimento esse tipo de informação tinha que vir na hora que o cliente fosse pedir; algo tipo assim: “senhor, estamos em falta com crispy onion, pode ser?”, mas depois de do mal feito feito, e de uma tremenda tromba da patroa, trocamos o pseudo steakhouse por outro furioso.

Estávamos esperando o pedido quando veio a segunda notícia de hora errada. “senhor o sorvete tem quer pegar até as 23h”. Eram 22h40.

BK Furioso
Se essa atendente tivesse me falado que tinha limite de hora para pegar a sobremesa, juro que tinha dispensado a promoção do sorvete. Tive que pegar o sorvete junto com o lanche e ficar olhando ele derreter enquanto comia.

E o chato é que essa história de faltar ingredientes do steakhouse Burger já aconteceu em outras ocasiões, em lojas diferentes. Não sei se faz parte de um plano do BK para vender mais whopper ou se eles realmente não qualculam a demanda do sanduíche adequadamente.

Se nem as grandes redes preparam bem seus atendentes, imagina os outros estabelecimentos? Atendimento é o calcanhar de Aquiles em Goiânia, infelizmente.

Mas só pra não perder o hábito de falar de comida; o Furioso é um a acepipe pra quem gosta de comida bem condimentada, “levemente picante”, como diz no comercial, é um eufemismo bacana, o bruto é apimentado mesmo, a batata furiosa vai o mesmo molho do sanduba e pedaços de bacon, puro pecado da gula. Gostamos, mas preferimos o steakhouse e suas crispy onion mágicas.


 abs

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Status Lanche – O melhor americano brasileiro



No cruzamento da Goiás com a 55 no Centro fica uma das mais tradicionais lanchonetes da capital, a famosa Status Lanches, que com 5 balconistas praticamente não consegue atender o tamanho da clientela ávida para pregar os dentes nos deliciosos salgados regados a sucos diversos feitos de frutas frescas na hora.


O pessoal do balcão parece conhecer todos os fregueses chamando sempre pelo nome e cobrindo de simpatia o recinto, num ambiente agradável e alegre, com clima de festa constante.
Lá é o lugar onde para mim se serve o mais gostoso americano de Goiânia (R$ 3,00), com uma porção servida de queijo e presunto, deixando o salgado suculento e saboroso.


Para acompanhar, vou de suco de laranja (R$ 2,00) fresquinho e no capricho.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Doce Café Empório Mineiro – um catiquin de MinsGerais

meu pedido

Esses dias atrás fez uma manhã quase fria nas terras do pequi, e a convite do brodi glutão Rogerão fomos a mais uma das nossas freqüentes reuniões matinais em um café qualquer da cidade. Desta vez o destino foi o Doce Café, que, aliás, tinha sido me sugerido pela dona onça do camarada, Luisa Dias.

Minas Gerais é um estado primo irmão do nosso Goiás. Daqueles que crescem juntos jogando bola no quintal da casa da vó, saca? As semelhanças nos temperos e nos hábitos são muitas. Do pãozin de queijo com café, até a forma calorosa de ser do povo dos dois estados.

E pra quem não sabe onde começa Goiás e termina Minas Gerias o ponto comum deles em Goiânia é o tal do DoceCafé. Uma lojinha, quase escondida, na rua 9 no setor oeste; logo acima da praça do sol.

Lá tem um empório super charmoso com produtos tipicamente mineiros. Doces, cachaças, canecas estilosas (como era mesmo o nome afrescalhado que você chamou as canecas Rogério?) e afins povoam as prateleiras do local. Mas como eu não fui pra comprar nada, e sim pra tomar café, vamos ao que interessa.

a "lujinha"
Depois de um café espresso (chupa língua portuguesa!) para abrir os trabalhos da manhã, escarafunchei o cardápio atrás de algo mais substancial. O ilustre comparsa já tinha pedido o seu pão de queijo goianinho (recheado com lingüiça – pedido muito corajoso para as 8h30 da matina) e um duplo. Eu fiquei com um Macchiato da Vovó, que substitui o leite condensado por doce de leite, e um pão de queijo mineiro. Segundo o cardápio feito com queijo especial, particularmente não notei nenhuma diferença (o que também não é nada de se espantar).

Tudo estaria muito bem se não fosse um detalhe, que pra mim é mais que essencial. O atendimento um tanto quanto demorado. Até pra nos trazer uma água com gás as atendentes do café enrolaram.

Pode ter sido efeito daquele frio súbito que invadiu a capital do pequi. Vai saber.

abs

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Pizzaria Casa São Paulo - EU (quase) ODEIO O DIAS DOS NAMORADOS!

Na verdade não é bem isso. Eu não gosto (odeio é uma palavra muito forte, eu acho!) dessa pseudo obrigatoriedade de se sair 3º melhor data de consumo nacional.

Os bares e restaurantes ficam absurdamente lotados, e seus proprietários visando o lucro, e não a fidelização do cliente, em vez de contratar garçons extras para a data preferem sobrecarregar os que já possuem na casa.  

Resultado: atendimentos muito demorados, e muita vezes mal humorados (com super justificativa de mais clientes que podem atender).

Mas tudo bem! em nome do velho e bom romantismo me aventurei a buscar um local aprazível e romântico para que eu, e minha belíssima esposa, tivéssemos alguns bons momentos. 

É claro que os locais mais bacanas da cidade trabalham, nessa data, com reservas. E é claro que o despreparado aqui não fez nenhuma reserva! Então formulamos uma estratégia para conseguir um bom lugar: sair mais cedo, por volta das 20h e imaginando que as reservas fossem para horários mais tarde. E no que deu? em nada é claro! todos com reservas previamente, e devidamente, pagas por casais precavidos...

 Peregrinamos, peregrinamos sem obter nenhum sucesso, mas eu sou brasileiro e não desisto nunca! ou até minha paciência se esgotar por completo...quando estava achando que íamos morrer na praia e pedir um sanduba de um pit-dog (e provavelmente seria meu bem quisto  Padrão) qualquer tentamos um tiro de misericórdia, Pizzaria Casa São Paulo, que pelo horário (ainda eram 21h30) não estava lotada. Ainda bem.

A Casa São Paulo não é necessariamente o local mais romântico da cidade, na verdade quando chegamos parecia um local de encontro de famílias felizes com mães, pais, avós e crianças espalhadas por todos os lados, só mais tarde que a casa foi sendo tomada por casais apaixonados. Em compensação  as pizzas de lá são de tirar o folego, e como eu e dona patroa somos fãs incondicionais da casa acabou sendo um verdadeiro gol de placa.

Pedimos para celebrar nossa vitória, e claro o romantismo um Cella Lambrusco Tinto, o preferido da moça, e para começar a noite um petisco da casa chamado Corccione (acho que é isso mesmo), um disco pequeno de massa de pizza fininha recheado com lombinho picante. Pra quem gosta de comida bem condimentada, como nós, nota 10!

E só depois de muio bebericar, petiscar e tagarelar fomos fazer nosso pedido, ainda na linha das pizzas altamente temperadas. Fomos de mezza casa verde mezza casa são paulo! tudo de bom como sempre. Pra fechar a noite, digníssima, pediu uma taça de chocolate com trufas (que sinceramente, pelo preço de R$9,50, achávamos que era maior). 

A Casa São Paulo tem um  preço premium, que vale pela qualidade das pizzas, da bebida bem gelada, do atendimento, enfim, por tudo que ela soube construir nesses anos de mercado. Em nome do romantismo requisitado pelo Dia dos Namorados, OK! pagamos feliz. Em dias normais provavelmente ficaríamos só com a pizza pequena e duas latinhas de refrigerante.

abs

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Jerivá. A Meca da BR-060

Sempre  que um goiano resolve se aventurar por terras do Distrito Federal, ou vice e versa, existe  uma parada obrigatória em seu caminho.

O Jerivá seria algo a Meca dos peregrinos que cruzam as estradas entre Goiânia e Brasília, ou em uma versão menos Islâmica, seria como Miame, todo brasileiro um dia foi, ou irá, se render aos seus delírios consumistas, ou seja, atire a primeira pedra qual goiano/candango e/ou turista que nunca se rendeu as delícias do paraíso gastronômico deste restaurante de beira de estrada? E os caras são tão pouco espertos que atualmente eles tem uma unidade em cada lado da BR, para melhor servi-lo.

sábado, 29 de janeiro de 2011

DNA Natural, o natureba de bom sabor!

Dia desses lá estou, novamente, no meu refúgio do sol escaldante da cidade em busca do ar convidativo do Shopping Bougainville.

Desta vez fui até lá com a intenção de trabalhar, e como a reunião demorou um pouco além do previsto para terminar, ao fim (lá pelas 16h30) fui em busca de algo para comer.

Como digníssima e eu estamos numa fase meio naturalista, em vez dos tradicionais sanduíches dos fast foods locais batemos no DNA Natural, uma franquia de cardápio natureba (agente anda meio enjoado do subway...) que veio de Santa Catarina.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Belisquê - Pub-bistô para ninguém botar defeito!

 Voltando de um período de férias cá estou novamente para falar sobre uma deliciosa experiência que tive com minha patroa no mais novo pub-bistrô de Goiânia, o estiloso “Belisquê”! Friso pub porquê para mim, tem pouco de bistrô (algo pomposo e distante do gosto goiano), como muitas pessoas gostam de entitular o lugar.
Situado num dos mais novos e interessantes endereços da cidade, abaixo do ATOM Plazza na Praça do Sol, o local tem cara daqueles pubs de Brasília, com um espaço lindo e bem decorado na parte de dentro, e com várias mesas e cadeiras no deck frontal.
O espaço tem um visual muito bacana, com uma galeria de arte temporária (quando eu fui estava recebendo as obras de Dilvan Borges)
O som do lugar então, fora de série, com um telão rolando Keane, Coldplay, Pearl Jam, e outros que deixaram a noite ainda mais divertida. Até porquê, esse é exatamente o som que eu gosto de ouvir.
Mas vamos ao que realmente interessa...os pratos!
O chef responsável pela cozinha é o conhecido André Barros, que já dividiu o título de melhor chef do ano pelo Guia Veja com o premiado Francisco, do Kabana´s.
O cardápio é formidável e cheio de criações inusitadas e adaptações de clássicos.
Como eu queria experimentar de tudo pedi porções individuais (que servem duas pessoas de boa!) que custam em torno de R$ 8,00.
A primeira foi o “Pernil de panela” que consistia em pernil fatiado ao molho caipira com anéis de cebola grelhados no azeite e cheiro verde. Uma delícia completa, com tempero na medida, e ainda com aquele molhinho maravilhoso para se limpar com pão.
A segunda experiência foi “Sobrecoxa ao mel com molho shoyo e mostarda”. O prato estava uma delícia, mas faltou algo no ponto do frango, que poderia estar um pouquinho mais cozido.
Depois de três geladíssimos chopes Heineken tirados praticamente nevados de uma chopeira superestilosa, a pedida não poderia ser melhor, um “bobó de camarão”, feito com castanha do Pará, lascas de coco fresco, gengibre, pimenta dedo-de-moça e salsinha por R$ 8,50.
A única reclamação que faço é recorrente em Goiânia, o atendimento.
Fiquei constrangido com três garçons conversando particularidades ao lado de minha mesa, o que fez com que ficássemos pouco à vontade.
No mais, se eu fosse melhor provido financeiramente, iria toda semana.


segunda-feira, 7 de junho de 2010

Caldas Novas - Água Quente, Atendimento Frio

Em épocas de feriado prolongado sempre acontece um fenômeno interessante em terras goianas. Muitos do seres humanos aqui residentes catam suas crias e migram para o paraíso das águas quentes, situado a cerca de 170 km da capital goiana.

Caldas Novas é cidadezinha que vive do turismo, são centenas de opções de hotéis para os migrantes escolherem, desde os mais fudebinhas até grandes resorts.

Porém uma coisa sempre me incomodou no paraíso das águas termais. O atendimento nos restaurantes da cidade sempre deixam muito a desejar.

Feridão destes fui com para Caldas Novas juntamente com a digníssima, e caríssimos sogros, fomos desfrutar das potencialidades das águas quentes. Enquanto estávamos no hotel tudo as mil maravilhas, os problemas sempre começam da portaria pra fora do estabelecimento. No total foram 4 dias na cidade, onde 3 foram de pura frustração com o atendimento dos restaurantes da cidade.

No dia que chegamos fomos jantar na praça da cidade, definitivamente o pior lugar para se aventurar em busca de alimento. Como são vários pequenos restaurantes um encostado no outro a disputa pelos clientes chega quase as vias de fato. Enquanto se vai circulando pela praça pensando no que saborear é um falatório dos garçons em nossas cabeças que não se consegue definir onde termina um restaurante e começa outro.

Por fim paramos em qualquer um lá (já que nos parecia tudo igual mesmo) e pedimos um peixe na telha, que o garçom nos garantiu que era o melhor pintado da região. após longos e insuportaveis 40  minutos de espera, nesse meio tempo quase que meu sogro perde a paciência e cancela o pedido,  chega nosso prato. Primeira péssima impressão, o prato estava mais pra frio que pra morno, segunda péssima não era pintado! não sei ao certo o que era, mas pintado tenho certeza que não era. A terceira péssima impressão fica por conta na demora do garçom de nos trazer a conta. Fim da frustração voltamos ao hotel.

Segunda noite, e como estava chovendo fomos a uma pizzaria bem pertinho do hotel. O estabelecimento estava bem cheio, acho que boa parte dos hospedes dos hotéis próximo pensaram o mesmo que nós, não se aventurar mais na praça!

Acho que a dona da pizzaria nunca teve um público tão bom, e paciente. Eles tinham apenas um garçom para dar conta do recado, o pobre volta e meia coçava a cabeça não sei se pensando na quantidade de trabalho que tinha aquela noite ou contabilizando os 10% que teria direito.

Pela quantidade de gente, e falta de garçons, não vou falar na demora do prato. A massa da pizza era bem borrachuda, deram um susto com o molho na massa e botaram uma amostra de recheio. O único feliz no fim da noite ,com certeza, foi o garçom que teve um bom reforço no salário pelos 10% pagos pelos clientes da noite.

Continuando as desventuras gastronômicas, na terceira noite fomos a um lugar que eu já sabia previamente que seria mal atendido, não por pensar que esse era o mal de todo restaurante da cidade, mas por odiar as famigeradas feirinhas, seria mal atendido mas sabia também que comeria muito bem.

Na feira do Luar em Caldas Novas tem um tiozinho que vende o melhor bolinho de bacalhau que já comi. Grande e com muito recheio de bacalhau de verdade, a fila para saborear a delícia é enorme, mas é satisfação garantida ou seu dinheiro de volta. Lá realmente vale a pena esperar o atendimento, que na media do possível com simpatia o tiozinho vai contornando as animosidades que venham a aparecer.

Assim que peguei meu pedido descobri esse maravilhoso bolinho anda fazendo ponto na Feira da Lua, aos domingos, em Goiânia. Vou ter que exercitar mais minha paciência para com as feiras só para poder comer dessa delícia mais amiúde.

Quarto dia, era só esperar as horas passarem para começar o movimento migratório de retorno a Goiânia, nem pensamos em sair do Hotel.

Triste é pensar que sei que quando voltar a Caldas Novas e situação do atendimento nos restaurantes da cidade não vai melhor absolutamente nada do que é hoje.

abs a todos