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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Aluno Cambury Gourmet, como nossos futuros chefs se preparam para o mercado


Ontem tive a grata satisfação em falar sobre produção e financiamento cultural para os alunos do curso de Eventos da Faculdade Cambury, fora falar de um tema que pra mim é apaixonante, ser muito bem acolhido pelas professoras Sabrina e Kaká (desculpe não consigo te chamar de Carlise, hehehe) e ter uma plateia bem bacana, no final da minha fala fui convidado a participar do evento ALUNO CAMBURY GOURMET, um evento feito pela Escola de Gastronomia e Eventos da Faculdade para por a prova as técnicas e conhecimentos dos futuros chefs de cozinha.


Para a edição de ontem uma ode a gastronomia italiana e assim que sentamos a mesa um pequeno menu nos aguardava com informações sobre quais iguarias iriamos nos deliciar naquela noite. A entrada da noite ficou a cargo de um bela Salada Caprese (tomate, muçarela de búfala, alface e azeite).


Depois da salada tivemos um prato de massa, que era um saboroso rondelli de ricota com passas e nozes ao molho pomodoro, eu particularmente achei que as nozes conferiram ao prato um charme bem especial.


Em seguida um prato de carne, saltiboca a romana com gnocchi de semolina gratinado, como eu nunca havia sido apresentada a “saltiboca” pra mim foi uma saborosa alegria conhecer essa iguaria.


E para fechar a noite com chave de ouro, de sobremesa tivemos tiramissu na taça e palha italiana, acho que já falei em algum post por aqui que tiramissu, pra mim, é uma das 7 maravilhas do mundo dos doces, ou seja, tava tudo perfeito!


Para finalizar aqui gostaria de parabenizar os alunos do curso de gastronomia que fizeram nossa noite saborosamente mais calórica e em especial a Chef Daniella Andrade, que foi a CEO (Chef Executive Officer, desculpe o trocadilho infame) da cozinha nesse evento, todos os pratos estavam caprichosamente bem apresentados e saborosos.

abs

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Uma Pirenópolis aqui e outra acolá



Quem já passou pelo menos um dia, ou um final de semana, em Pirenópolis certamente já passou pela Rua do Lazer; para quem nunca teve essa oportunidade, é uma rua pequena lotada de restaurantes de todos os tipos, com mesas espalhadas na rua (a rua é fechada ao transito de veículos a partir das 18h). Tem comida para todos os paladares, de pizza a alta gastronomia, de sushi a típica e saborosa comida goiana. E não é porque eu sou goiano e já estou acostumado com nossas delícias de minha terra que abro mão delas facilmente por outro sabor.


Em um dos dias em Piri bateu uma louca vontade de comer um peixe na telha, como na pousada que estávamos hospedados não nos oferecia essa opção rumamos para a Rua do Lazer para poder saborear a delícia. Escolhemos um pequeno restaurante chamado Bistro do Cheff, o motivo de ser este foi totalmente ao acaso, já que os preços dos restaurantes na rua são todos absolutamente pareados.


A atenciosa atendente nos trouxe o cardápio que nem chegamos a abrir para fazer o pedido, tamanha era à vontade, e enquanto ela foi levar nossa súplica a cozinha fomos decidir o que beber. Cerca de 25 a 30 minutos depois, que foram devidamente avisados com antecedência, um aroma inebriante preenchia todo o ambiente, era nosso prato que avisa que estava chegando. Acompanha o peixe na telha uma porção de arroz e uma de pirão.


A porção de peixe na telha para duas pessoas servem um casal bem esfomeado com bastante tranquilidade, são belas quatro postas de pintado absurdamente temperadas e saborosas. O que ficou a desejar para Denise e eu foi o pirão, que nem parecia ser de peixe e sim de molho de tomate. A conta no final da noite ficou em R$ 90,00 com nossos refrigerantes e 10% inclusos.


Só que Pirenópolis não se resume a badalada Rua do Lazer, tem uns lugares mais escondidos que se não for indicado pelos naturais da cidade passaríamos batido pelo local, foi assim com o Recanto das Massas (Rua Luiz G Jaime, acima da Igreja do Bonfim). Numa bela quarta feira voltando da Serra dos Pirineus o guia aponta para o estabelecimento e fala: “quem gosta de pizza, essa é a melhor pizza de Pirenópolis. E hoje é dia de rodízio se vierem, cheguem cedo porque lota”.


Seguimos o conselho e chegamos na pizzaria por volta das 19h30 (as 20h a casa estava lotada e as 20h30 tinha fila esperando mesas desocupar), nem estávamos com tanta fome assim, sentamos e perguntamos como era o sistema ao garçom, que solicitamente respondeu: R$18,00 com direito a rodízio de pizzas, massas e refrigerante. Nesse momento fiz um esforço enorme para segurar meu queixo.


A pizza é assada num enorme forno a lenha e tem a massa bem fininha e crocante, muito bem temperada; foram vários sabores, de tradicionais a algumas típicas da casa, claro que não vou me lembrar de todas, mas faço uma menção honrosa aqui a pizza de banana com canela que comi de sobremesa, uma delícia! Top 5 das que já comi.
  

E como um bom blogueiro gastronômico investigativo (entenda-se gordo), não pude me furtar de ir ao buffet de massas, estilo Sopleto, e montar uma pequena amostra para provar, e aprovar, o tempero da casa. Final de noite, conta R$ 36,00.


E antes de terminar o post não posso também de deixar de falar das melhores quitandas da cidade, a Dora Doces (Rua Benjamim Constant, nº 50, Centro, eles fornecem para praticamente todas as pousadas da cidade). Se passarem por Pirenópolis me avisa que vou fazer uma encomenda de rosquinha de gergelim (R$8,00 o pacote de 1kg) e de comer e agradecer aos céus por aquela dádiva.


abs

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Ad´oro Restaurante, as benesses da compra coletiva


Se tem uma coisa que incrementou o consumo foi a tal da compra coletiva, dias atrás minha amiga Carol, que está grávida, me manda uma mensagem falando do desejo de comer o rodízio de massas da Ad´oro que estava anunciado num desses sites de compra coletiva que existem por aí.

Com medo que o filho dela nascesse com cara de gnocchi vencido Denise e eu, por pura amizade, fomos encarrar esse desejo de nossa amiga prenhe (olha só como somos legais). Compramos a tal promoção, R$ 18 por boca faminta, e agendamos uma data para irmos.


O Ad´oro Restaurante fica naquela região mega badala do Setor Marista, chegamos por volta das 21h de uma terça, então não estava tão traumático encontrar vaga para o carro, e começamos os trabalhos da noite.

Eu adoro risoto, e nesse ponto a casa muito me agradou pela variedade e qualidade dos risotos servidos no rodízio. Não me arrisco nem a dizer qual foi o mais saboroso, porque seria uma enorme covardia, todos eram muito bons.

RISOTTO GOIANO - Arroz arbóreo, pequi, frango, linguiça suína, ervilha, azeitonas verdes, palmito, parmesão, vinho branco, pimenta e especiarias.

RISOTTO AMALFITANO - Arroz arbóreo, mexilhões, anéis de lula, camarões e ervas finas.

RISOTTO ANTONELA - Arroz arbóreo, funghi secchi, tiras de filé mignon e especiarias

RISOTTO BACALA - Arroz arbóreo, bacalhau em cubos, azeitonas pretas, parmesão e vinho branco.
As massas também era muito bem preparadas e condimentadas, provamos de um tudo: gnocchi, penne, spaguetti e o que mais o aparece na mesa.

PENNE LA ESPERANZA - Massa al dente com tiras de filé mignon, tomate fresco, cebola, azeite, manjericão e orégano.

PENNE AL SALMONE - Massa al dente, molho especial com creme de leite fresco, tiras de salmão e ervas finas.

GNOCCHI ALLA ADORO - Inhoque de batatas, manteiga, champignon, molho de tomates, gratinado com parmesão e mussarela.

Para fechar a noite um brinde a saúde do pequeno Matheus que logo dá as caras pelo mundo e um pedaço de pizza doce.

Pizza de chocolate

Pizza de banana com canela
Vale muito ir se deliciar no rodízio de massas do Ad´oro Restaurante, com ou sem promoção em sites de compra coletiva, mas claro que se tiver o bolso agradece...

um brinde ao Matheus! que ele venha com bastante saúde para ser custoso...

abs

terça-feira, 5 de junho de 2012

Festival Italiano de Nova Veneza, la nostra piccola Italia


A convite da ex-rainha do rodeo de Nova Veneza, Elainy, fomos domingão almoçar no último dia da 8º edição do Festival Italianoe Gastronômico da cidade. O Comelódromo acontece na Praça João Stival, embalados aos sons dos clássicos das músicas italianas.

apresentação cultural das crianças da cidade
O Festival tem a cada ano se torna um evento de referência da colônia italiana em Goiás, e em um estado tão carente de inciativas culturais um evento como este merece que todos os goianos prestigiem, reforçando ainda mais a festa e permitindo que ele caminhe para muitas outras edições; a programação do festival é bem rica, com direito a baile de máscara e show da banda Roba de Ciodi, diretamente da cidade irmã, Nova Veneza (SC). 

Aliás uma coisa muito legal que descobri de Nova Veneza (GO) é que na tentativa de preservar a cultura italiana todas as escolas da cidade tem no currículo o idioma natal dos fundadores da cidade, inciativa no 10!  

apresentação banda Roba de Ciodi, de Nova Veneza (SC)
Mas vamos falar daquilo que me fez deslocar 50 km, a comida! A estrutura do evento é como uma grande feira, dedicado exclusivamente as delícias da culinária italiana. Tem opções para todos os gostos: pizzas, peixes, massas, carnes, enfim era muita opção.

pastéis colorido para abrir o apetite
vista, ainda vazia, do Festival
Depois de bater uma perna pelo espaço do evento me decidi por um Buffet de massas que estava com uma cara muito boa. Optei por farfalle, conhecido também por macarrão gravatinha, e canelone de frango acompanhado de um lombinho de porco (R$ 18,00). Denise foi de lasanha ao molho bolonhesa (R$ 10,00). Uma delícia os pratos.

Lasanha pedida pela Denise
meu pedido, com queijo extra
Depois do bucho cheio ouvi de uma simpática mocinha palavras mágicas, “o senhor aceita sobremesa? Posso trazer lá da banca”. A segunda parte das palavras dela realmente me destruiu psicogastronomicamente.  Eu não podia recusar uma gentileza de uma mocinha tão educada né? Desce um Tiramissu (R$ 8,00).

pensa num Tiramissu delícia
Aí depois de tanta comida fomos andar, pra ver se fazia a digestão e espantava o sono. E num é que algum tempo depois descobrimos, escondida no meio da parte dedicada ao artesanato, uma barraquinha de Italiani gelato artigianale.

torta de limão com leite condessado
E como estava um calor infernal, nós não podíamos nos esquivar dessa penitência. E não sei se por causa do calor, mas o danado do sorvete estava divino. Eu escolhi sorvete de maracujá (R$ 2,50) e Denise foi de torta de sorvete de limão com leite condessado (R$ 3,50).

sorvete de maracujá
Agora sim, era só regressar ao sossego do lar e me esbaldar na cama. Depois de tanto esforço gastronômico era justo e merecido.



 abs

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Culinária de Guerrilha: romance express



No corre da vida cotidiana por muitas vezes cometemos um erro que com o passar do tempo pode gerar consequências desastrosas, nos esquecemos de mimar nossos parceiros de vida. As vezes uma besteirinha que agente se disponha a fazer pelo casal pode ter ótima repercussão.

Não sou um cozinheiro de mão cheia, mas gosto de me aventurar nesse território, mas nos últimos tempos esse hábito estava bem esquecido.

Fazendo compras resolvi que faria algo para tentar sair da rotina, minha casa sempre tem umas garrafinhas de vinho, então o X da questão era escolher o que comer. Era noite de sexta feira, se eu fizesse algo que demorasse demais ficar pronto corria o risco de ao fim da fase preparatória eu jantasse sozinho.



Rodando entre as gôndolas do mercado um pacote me chamou a atenção, tanto pelo sabor quanto pelo tempo que prometia ficar pronto. O pacote era da linha Maggi “Hoje eu Quero – pasta ao molho de tomate e bacon, pronto em 8 minutos”. O danado preenchia todos minhas necessidades; rápido e saboroso (aparentemente).

Mandei uma mensagem para a dona patroa, ou como dizemos no jargão da comunicação um teaser, dizendo: “noite de massas e vinho em casa, prepare-se”, só pra gerar aquela expectativa.

Fui busca-la na aula, e enquanto ela tomava um banho pra zerar os estresses do dia comecei a preparar o prato; mas tenho uma coisa muito minha nessas horas, nunca sigo a risca o que manda fazer, sempre acrescento meus pitacos, nada de ousado, só uns temperinhos a mais.



Basicamente juntei chimichurri, pimenta calabresa e molho de alho ao pacote original, mas pra nós que gostamos de comida muito bem temperada, ficou muito bom (e bem quente por causa da pimenta). Pra acompanhar um vinho carmenere.

Em pouco mais de 10 minutos estava tudo pronto, a linha “hoje eu quero” da Maggi ajudou um bocado a cuidar de minha amada com um prato rápido e saboroso (bjo maggi, depois se quiser mandar um agrado aqui pro blog, fica a vontade viu).

Comer uma massa, tomar um vinho, assistir um filminho, com ao lado de nossa cara metade, numa sexta a noite depois de uma semana puxada, não tem preço!


abs

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Pireneus Café e Forneria, detalhes que quase fazem chegar lá


Dia desses a convite do brother Rogerão, o homem de 30 deste blog, fomos exercitar nosso vício de café num local pra lá de simpático.

O Pireneus Café e Forneria fica na região mais badalada da cidade (rua 146, nº579), perto dos barzinhos inflados do Setor Marista; confesso que quando soube disse me desestimulei um pouco a ir conhecer o local, mas como o horário que marcamos não ia estar na hora do rush dos points acabei indo.


Pra variar cheguei mais cedo que o meu comparsa glutão, e para matar o tempo pedia um espresso e um queijo quente enquanto aguardava. Talvez não tenha ido num dia inspirado da equipe da casa, ou quem sabe o maquinário estivesse com algum problema de regulagem, mas o fato é que pelo queijo quente e o café eu devo ter esperado cerca de 30 a 40 minutos.

O queijo quente estava uma delícia, mas o café estava muito longe de agradar; não entendo dos processos de preparação do espresso, mas o que tomei estava muito ruim, parecia que tinha pouco pó pra quantidade de água que vai na xícara.


Quando o Rogério chegou, apesar das advertências, arriscou o café que, pelo que me lembro, também não agradou seu nobre paladar.

E conversa vai conversa vem, com o desenrolar da prosa resolvi pedir uma Focaccia, que já tinha ouvido falar muito bem. A eleita foi a de rosbife de lagarto ao vinho com alecrim, queijo prato, tomate e folhas. Mais alguns bons minutos de espera, e a danada cumpriu com a promessa; era realmente uma delícia.


Antes de seguirmos caminho, Rogerão ainda arriscou num espresso curto pra ver se convencia, mas não mudou totalmente de opinião.

Pra quem procura um local charmoso, com boa comida a casa atende bem; para bebedores de café que se iludem com o nome da casa, ainda precisa melhorar muito. O preço, na minha opinião, foi um pouco salgado. Minha parte da dolorosa (um queijo quente, uma focaccia, um espresso e dois refri´s) R$47,00. Se me convidarem a voltar respondo: mas num é pra tomar café não né??


abs

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Culinária de Guerrilha: como tornar um miojo irresistível


Pelo fato de nem, e nem Denise, estarmos almoçando em casa é muito difícil ter algo decente para prepararmos nas horas de fome (nota mental: mudar essa situação para 2012). 

Dia desses fazendo compras para repor as coisas do momento da quase única refeição que fazemos em casa, o café da manhã, foi batendo aquela fome. Procurei algo que fosse rápido, prático e de bônus saboroso, quase impossível né?

Acabei me rendendo aos práticos macarrões instantâneos de 3 minutos, os famosos lámens; ou seja, desprezei a parte do "saboroso". Eu tava querendo era só a praticidade quando chegasse em casa para aliviar a fome.

Mas inconscientemente minhas perambulações pelas gôndolas do mercado me levaram a um tempero que poderia dar um charme especial a minha noite de miojo.

O tempero chama-se St. Gallen, uma Weissbier de Teresópolis que estava com o preço ótimo; só R$7,50 (se a memória não estiver me enganando mais uma vez). Weissbier são cervejas a base de trigo, mais encorpadas que as pilsens tradicionais.


Com um tempero desses qualquer prato fica mais saboroso.

abs

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Culinária de Guerrilha: “Macarrão ao que tem”


Na minha humilde opinião, que não vale essas coisas, existe alguns tipos específicos de cozinheiros: 

• os que sabem e tem as coisas em casa;
• os que sabem e não tem as coisas em casa, e não tem preguiça de ir providenciar;
• os que não sabem e se aventuram, e tem as coisas em casa;
• os que não sabem, não se aventuram, e preferem um prato tipo delivery;

Nesse feriadão eu resolvi criar uma nova categoria para me encaixar de forma mais confortável: os que não sabem, e se aventuram; mas que não tem as coisas em casa e morre de preguiça de providenciar.

Dentre o povo que “se aventura”, a prática mais comum é o que podemos chamar de culinária de guerrilha, ou seja, o camarada passa um scanner visual, e superficial, no que tem em casa e resolve o que vai comer. Ou seja: não se intimida frente aos desafios dos condimentos.

No meu caso específico no feriado, depois de efetuado scaneamento, saquei não tinha quase nada em casa, quase nada mesmo! Há algum tempo que por motivos de trabalho nem eu, e nem Denise, almoçamos em casa; no máximo preparamos um misto quente pela manhã antes da labuta diária. E convenhamos que misto quente não pode ser considerado almoço.


Estava eu sozinho em casa, curtinho uma merecida preguiça. Dona patroa tinha saído e avisado que comeria qualquer coisa pela rua. Pra eu comer teria que sair pra algum lugar ou me aventurar com as coisas que não tinha na cozinha. Resolvi, então, praticar a mais genuína culinária de guerrilha.

Na busca achei: uma cebola, um restinho de alho frito picado, uma sobra de pacote de macarrão, um restinho de queijo parmesão, sal e azeite. Fala sério! Ficou fácil demais da conta; macarrão alho e óleo na cabeça. Ainda teria o luxo de complementar o prato com um parmesão ralado.

Tenho quase certeza que macarrão alho e óleo é o mais besta e simples de se fazer no universo. Depois de cozido o macarrão, frita um pouco a cebola no azeite, junta o alho; mistura tudo e taca pra dentro. Sussa!

Fácil, rápido e muito eficiente.


Abs
@murilogarcez  

em tempo: fui perguntado pelo amigo Abílio Carracal se ficou bom, então...não sei se pela fome (eram cerca de 14h30 quando a preguiça me deixou ir pra cozinha) ou se ou to ficando bom mesmo (macarrão alho e óleo é fácil demais também), mas ficou uma delícia.